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NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017

Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

30 de jun. de 2008

ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 28 DE JUNHO DE 2008



SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena - Cuiabá-MT- 78.005.000
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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 28 DE JUNHO DE 2008


Aos vinte e oito dias do mês de junho do ano de dois mil e oito, reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso – Sindjor-MT – para reunião ordinária da gestão 2007/2010 os seguintes membros da diretoria do sindicato: Keka Werneck (presidente), Márcia Raquel (tesoureira em exercício), Alcione dos Anjos (secretária-geral em exercício), Valdeque Matos (Delegado da Fenaj), e os jornalistas Thais Raeli e Carlos Montandon. A reunião começou às 15h00 na sede do Sindjor, tendo como pauta principal Campanha Salarial 2008 - 'PRA TIRAR O ATRASO'- preparação para dissídio coletivo, PCCS Várzea Grande, Festa Julina com lançamento de campanhas de sindicalização e sede própria, Festival de Inverno. 1 - Informes – Keka disse que o coral do Sindjor irá cantar no dia 05 de julho no festival de Inverno de Chapada dos Guimarães na Praça do Festival, às 19 horas, outros corais também se apresentarão. Segundo ela já foi protocolado o ofício da festa do Sindjor na Adufmat e está confirmado o local para o dia 12 de julho, que falta apenas encaminhar ofício para a prefeitura da UFMT para garantir a segurança no local. Lembrou que o Sindjor precisa passar e-mail para os jornalistas informando que constantemente tem oferta de emprego no blog. Disse ainda que ela e Márcia participaram da videoconferência realizada dia 27 pela manhã na Assembléia Legislativa, dentro da luta pela democratização da comunicação, que é preciso pressionar parlamentares e governador para garantir recursos para pré-conferencia estadual em Mato Grosso para depois levar encaminhamentos para a Conferencia Nacional, a ser realizada no primeiro semestre em 2009. Outra etapa é colher assinaturas para indicar a importância da conferência, a meta dos organizadores é 1 milhão de assinaturas. Márcia lembrou que a Bahia será o primeiro Estado a realizar a Conferencia Estadual de Comunicação, antes mesmo de formarem as diretrizes da Conferência Nacional, mas eles já informaram que não haverá como fazer conferências municipais em todos os lugares e por isso decidiram fazer seminários em alguns municípios. Então, a Márcia pensou que como o Sindjor tem interesse em percorrer alguns municípios, pode organizar seminários sobre a Conferência e aproveitar a ida ao interior para debater a importância da Conferência em Mato Grosso nesses municípios, disse ainda que dessa forma seria mais fácil ganhar parceiros, como o próprio CRP. Márcia informou também que a partir de quarta-feira (02) já estará disponível no site http://www.proconferencia.com.br/ as cartas abertas do movimento para coleta de assinaturas, e quem quiser pode opinar sobre a versão preliminar até chegar ao formato final. Márcia lembrou que na próxima quinta-feira (03) o Fórum de Democratização da Comunicação se reunirá no CRP, as 19horas. Keka disse que a Fenaj encaminhou o Código de Ética dos Jornalistas em formato de folder e temos que pensar em como distribuir isso da melhor forma possível, alguns já foram entregues para levarmos aos colegas que trabalham conosco. Keka disse que o Sindjor está tentando marcar agenda com a Secom para ver a atual situação, com mudanças de carga horária e a denúncia de redução de salários. A Ana Karla, está com problemas de saúde e não pode vir a reunião, ligou e passou os informes: o Big Lar respondeu ofício que dará um item da lista solicitada pelo Sindjor, mas não disse que item seria. Disse ainda que a comissão organizadora do Prêmio Dom Pedro Casaldáliga, parceira do Sindjor e o MPT, terá reunião no próprio MPT na 3ª-feira (01), às 10h00, e ela irá representando o Sindjor. Alcione informou que fez o primeiro relatório mensal e já foi encaminhado para a categoria, a Keka disse que o Sindicato agora pode continuar com relatórios mensais, já que a primeira idéia era fazer semanalmente, a sugestão foi acatada. Sobre o projeto Sessão Pipoca, Alcione disse que entrou em contato com a CVC, conversou com o proprietário, Renato Vargas, e ele disse que não há interesse, argumentou que a pirataria está quebrando as vídeolocadoras não tem energia nem disposição para o projeto. Agora, há a possibilidade de conversar com outras locadoras como a 100% Vídeo, que é nova. E também com o Sesc Arsenal, que tem algo parecido só que no local, se eles toparem irem para a escola pode se ruma saída. A Márcia lembrou que na própria escola pode ter um DVD e data show para passar na sala de aula, a idéia e dar continuidade na busca por parcerias, como por exemplo com a Marajá para distribuição de refrigerante e com a Mika para distribuição de pipoca. Keka informou que 3ª-feira (01) Rondonópolis fará uma reunião com jornalistas para encaminhar criação oficial da sub-sede de lá. Disse que mandou e-mail para Rondonópolis, Sinop, Cáceres e Alta Floresta solicitando dados de custo de vida para contra-argumentar a tese dos patrões de que no interior o piso tem que ser menor que a Capital. Márcia disse que mandou novo e-mail para Daniela Melhorança solicitando o balanço das camisetas, mas não houve resposta. Keka entrou na pauta. I - INTERIOR- Sem demandas - II – CAMPANHA SALARIAL - Keka disse que conversou com Faiad sobre a campanha e pediu a ele para saber como o Sindjor pode ajudar na argumentação do processo, mas até agora ele não deu resposta. Surgiram dúvidas de prazo, quanto tempo para terminar o processo e o que o Sindjor pode fazer para dar visibilidade. A presidente argumentou que a mobilização continua sendo fundamental para garantir o resultado positivo do dissídio. III - FESTA JULINA - Keka lembrou que a oca da Adufmt está ok para dia 12 e questionou como está o contato com os artistas, disse que a Silvana Basani e a Márcia Andreola se ofereceram para ajudar no que for preciso para a festa. A Márcia disse que não está conseguindo contato com os três senhores que cantam músicas nordestinas e que precisa estudar a possibilidade de contratar DJ para animar a festa, mas só se ver que não dará prejuízo. Sugeriu também que fosse convocada nova reunião com o Cacos para ver o que já foi conquistado. Alcione disse que o Marcelo ainda não fez nenhuma peça, que ainda estava sem o local e a frase, mas agora já daria para fazer. A Márcia viu no blog do Sindicato que três frases estavam empatadas para o Slogan da campanha, como o Valdeque, a Thaís e o Carlos não haviam votado, eles deram votaram nas três empatadas (1- Jornalista não é artista. Vem pra luta com o Sindjor!, Valorize sua luta. Filia-se ao Sindjor; e Diga SIM ao Sindjor!) e venceu: Diga Sim ao Sindjor!. IV- VÁRZEA GRANDE – Carlos trouxe o Estatuto dos Servidores de Várzea Grande, que foi aprovado para que o Sindicato saiba dos pontos polêmicos, na terça-feira, 01 de julho, terá audiência pública na Câmara de Vereadores sobre o PCCS. Keka estará presente na audiência, mas pediu para o Carlos fazer um resumo do Estatuto e um raio-X da redação da Secom-VG. IV – CONGRESSO – Márcia disse que pedirá para Edinalva verificar as datas para realização do Congresso Estadual de Jornalismo para escolha de teses e as inscrições dos delegados para o Congresso Nacional de jornalismo. V - ASSESSORIAS - A Thaís Raeli lembrou que várias assessorias de Cuiabá estão pagando menos que o piso de assessoria sugerido pelo Sindjor e pediu um encaminhamento: fazer ofícios falando da sugestão do Sindicato do piso e mandar para os clientes das empresas que são sindicalistas, pois como eles defendem as questões trabalhistas e contratam empresas que pagam aos jornalistas menos do que é proposto pelo Sindjor. VI- REUNIÃO - Alcione lembrou que nos dois próximos sábados não haverá reunião ordinária, porque no dia 05 o Sindjor irá participar do Festival de inverno com apresentação do Coral na Boca do Povo e no dia 12 será a festa Julina do Sindjor, e que temos que avisar a categoria com antecedência. Por voltas das 17h00 e sem mais a tratar, a presidente Keka encerrou a reunião e eu, Alcione dos Anjos, lavrei a presente ata.

Alcione dos Anjos – secretária geral em exercício do Sindjor-MT

Jornais e jornalistas sem futuro

Por Antônio de Souza

Um dos assuntos mais instigantes, em discussão não só no Brasil, mas no resto do mundo, é o futuro do jornal impresso. De fato, os próprios jornais têm-se transformado numa espécie de tribuna para esse tipo de debate. Tem gente que aposta numa saída, mas há também aqueles que não dão um centavo furado pelo futuro da mídia impressa.

Recorro a um dos mais influentes jornais do Brasil, a “Folha de S. Paulo”, cujo slogan é “o maior jornal do Hemisfério Sul”, para abordar essa interessante questão. Em recente edição do caderno dominical “Mais”, por exemplo, Eric Alterman, colunista da revista “The Nation” e professor na Universidade da Cidade de Nova York, publicou um alentado artigo sobre o assunto. E uma das observações interessantes é esta: “(...) No Brasil, onde a televisão ainda reina quase absoluta como em nenhum outro lugar do globo, a fatia dos jornais no bolo publicitário engordou. Foi de 19,4%, em março último. A Internet ficou com apenas 3,2%. Só no primeiro trimestre deste ano, a publicidade em jornais brasileiros aumentou 24% (...)”.

Detalhe interessante: com as suas infinitas possibilidades de informação e interação, a internet sempre aparece no topo da lista de “rivais” dos meios impressos, tachados de lerdos e opacos. Mas, segundo Alterman, os jornais, sempre preocupados com a adesão avassaladora dos jovens à rede de computadores, “perseguem a renovação e discutem sua função nesse momento e seu espaço como negócio”. E cita um dado de certa forma alentador: a venda de jornais continua a crescer no mundo (2,6% em 2007), muito impulsionada por países como China e Índia – e no Brasil, que registra uma alta de 11,8%.

Vale, a propósito, um pouco de história, pela ótica do jornalista norte-americano: “(...) A invenção de Gutenberg foi fruto da ascensão da burguesia, que começava a disputar a liderança do processo histórico com a aristocracia. Em sua trajetória, a imprensa pavimentou a incorporação das massas ao papel de protagonista, sempre em compasso com as disputas pelo poder. Se na Inglaterra e na França a liberdade de expressão foi, por muito tempo, contida pelas forças do antigo regime, nos Estados Unidos a independência colocou a livre manifestação como dado constitutivo do país e possibilitou a criação de periódicos sem as amarras reais”.

No Brasil, lembra o jornalista, a Imprensa Régia – que aportou no Rio de Janeiro com a fuga da corte portuguesa de Napoleão – estabeleceu em seus primeiros atos "fiscalizar que nada se imprimisse contra a religião, o Governo e os bons costumes". Não foi à toa, portanto, que o primeiro jornal brasileiro – o Correio Braziliense – nasceu em Londres, há 200 anos, fato comemorado em abril passado. De lá para cá, o jornalismo nacional marcou sua presença na história, destacando-se nos momentos de polarização, como nas campanhas pela abolição da escravatura, pela República, pela democracia, pelas eleições diretas. Enfrentou períodos sombrios de censura e sufocamento econômico. Como no resto do mundo, acompanhou a chegada das novas mídias que disputam o tempo e o bolso do cidadão.

Curiosamente, aqui em Mato Grosso, é raro encontrar alguém do meio que revele algum interesse, por menor que seja, em discutir o futuro do jornal impresso. Senti isso na pele, ao tentar debater o assunto, em recente encontro com colegas de profissão. Faz sentido o desinteresse, pois as preocupações do profissional desse tipo de mídia estão voltadas muito mais para o seu próprio futuro, sobretudo, diante das condições extremamente precárias em que labutam no cotidiano, na maioria das empresas do setor, especialmente em Cuiabá.

Com efeito, deu para sentir, por exemplo, que, se a Fiscalização do Ministério do Trabalho fosse mais atuante e eficiente, há muito tempo, teria flagrado situações estarrecedoras em alguns jornais da Capital. São irregularidades que vão da falta de estrutura básica – da mais comuns necessidades, como telefones e outros equipamentos nas redações -, insegurança, aos seculares atrasos no pagamento de salários. Chega a ser uma tragédia: repórteres e editores sem receber de três a quatro meses, enquanto servidores menos graduados, mas de relevante importância no trabalho de equipe, como motoristas, não vêem a cor do dinheiro há exatos oito meses.

Há, entretanto, um contraste enorme nesse quadro: enquanto dezenas (ou centenas) de profissionais trabalham sem receber o necessário e justo pagamento, diretores de empresas esnobam, ao exibirem sinais exteriores de riqueza, como atestam veículos de luxo importados, viagens internacionais e outras mordomias que custam caro. As colunas sociais - muitas vezes, dos próprios jornais onde o trabalho escravo é uma marca registrada – costumam registrar, acintosamente, esses shows de ostentação.

Temendo perder o emprego, muitos profissionais aceitam passivamente essa exploração e sequer denunciam a quem de direito. E assim caminha a desonestidade... Eis aí um caso para o Sindicato dos Jornalistas abraçar, buscando o apoio de outras entidades, como o Ministério Público Estadual.

A propósito, a credibilidade e a independência de alguns jornais impressos em Cuiabá sempre foram colocadas em dúvida, em função da promiscuidade das relações que seus dirigentes costumam ter com os poderosos de plantão. O oficialismo e o adesismo na cobertura de alguns fatos só favorecem ao enriquecimento dos grupos que controlam as empresas. As maiores vítimas são a verdade e os funcionários explorados, que trabalham sem receber.

Dá mesmo para falar em futuro diante desse quadro?

Antônio de Souza é jornalista em Cuiabá

27 de jun. de 2008

DEMOCRATIZAÇÃO

Videoconferência prepara encontro nacional de comunicação

A Bahia – em agosto de 2008 - é o primeiro estado brasileiro a realizar a conferência estadual de comunicação

ELZIS CARVALHO
Secretaria de Comunicação da AL


O sistema Interlegis, em parceira com a Assembléia Legislativa, realizou hoje (27), durante a manhã, uma reunião preparatória – por meio de videoconferência – à construção da Conferência Nacional de Comunicação, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2009. O local do encontro ainda não foi definido.

Da reunião de hoje (27), a Comissão Pró-Conferência formatará uma ‘carta’, que será encaminhada ao presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, com o objetivo de garantir junto ao governo federal a realização da Conferência Nacional de Comunicação. O mesmo documento sugere, ainda, a edição de um Decreto Federal recomendando às unidades federativas para realização das conferências estaduais.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, Keka Werneck, o momento é oportuno para discutir como são feitas as concessões das empresas de comunicação no Brasil.

“Muitos brasileiros não sabem como as concessões de rádio e televisões são dadas, quem as estão explorando, e como elas estão sendo exploradas, em todos os Estados brasileiros. Nesse debate, de hoje, cada estado participante conta sua experiência”, destacou Werneck.

Já a tesoureira em exercício do Sindjor/MT, Márcia Raquel, disse que no encontro nacional, entre os temas a serem discutidos, está a criação do Conselho Nacional de Comunicação e as concessões públicas de rádios e TVs.

“A sociedade precisa saber como estão sendo utilizadas as concessões. Por que muitas delas – concessões – estão nas mãos de políticos, se a Constituição de 88 veda esse tipo de beneficio. É preciso discutir com mais profundidade às questões afetas à comunicação”, destacou Márcia Raquel.

Entre os participantes da videoconferência, o representante do Conselho Regional de Psicologia, Arlindo de Arruda Filho, afirmou que a programação levada ao ar pelas emissoras de TVs tem influenciado o comportamento de crianças brasileiras.

“Os meios de comunicação têm influência muito forte no contexto social. Desde a infância, elas (crianças) vêm assistindo programas que afetam à sua personalidade. Precisamos saber como essas programações são elaboradas”, analisou Arlindo Filho.

OFICINA DO TEXTO CONTRATA

A procura é para trabalhar na campanha eleitoral em Pontes e Lacerda.

Jornalista texto,
apresentador TV,
repórter TV,
editor TV,
cinegrafista
e diagramador.

Contatos: 3027-5770.

Sindjor convoca para reunião ordinária

SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000
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O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca a diretoria da entidade e todos os jornalistas para reunião ordinária de sábado, dia 28 de junho, às 14 horas, na sede do Sindjor-MT.

Pautas:

*Informes
*Interior
* Campanha salarial- preparação para dissídio coletivo
* Festa Julina – resultado da reunião da comissão e lançamentos de campanhas
* Sede (aluguel)
* Congresso Nacional de Jornalismo
* Outras


OBS> A sede do sindicato fica na Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000, atrás do Hospital Santa Helena



VEM PRA LUTA, QUE É NOSSA !!!


Alcione dos Anjos - Secretária Geral em exercício

Procura-se jornalista

A Produtora Ponto Mídia, com sede em Sinop (500 km de Cuiabá), está procurando jornalista para trabalhar nessa campanha eleitoral no município de São José do Rio Claro (320 km da Capital). O proprietário da empresa, Edson Vitor, explica que é um free-lance de dois meses e que tem urgência para iniciar o trabalho, que deve começar na primeira semana de julho.

Segundo Edson, o profissional precisa ficar os 60 dias em São José do Rio Claro, com as despesas pagas pela empresa e remuneração a ser negociada. A preferência é por jornalista do sexo masculino, entre 25 e 30 anos, com experiência em apresentação de telejornal e função de produção em redação e apresentação.

Interessados devem entrar em contato com o empresário pelo telefone (66) 9233-9721. E-mails: edsonvitorbento@gmail.com ou MSN: pontomidia@yahoo.com

26 de jun. de 2008

Participe da Videoconferência preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação

Nesta sexta-feira, 27, será realizada a videoconferência preparatória para a Conferência Nacional de comunicação. Em Mato Grosso o evento será transmitido na Assembléia Legislativa, na sala de videoconferência, das 08h ás 11h.

O evento está sendo realizado pela Comissão Pró-Conferência Nacional de Comunicação e será mediada pelo sistema Interlegis. Estão convidados a participar: parlamentares, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e do poder público e cidadãos cientes da importância da comunicação como direito.

O objetivo da videoconferência é promover a articulação de Comitês Estaduais, que deverão mobilizar entidades, militantes e acadêmicos ligados a todas as áreas da comunicação. Esses comitês serão os embriões dos grupos de trabalho que organização a etapa estadual da conferência, quando serão escolhidos os delegados à etapa nacional, prevista para o primeiro semestre de 2009.A videoconferência será uma oportunidade para que dúvidas, sugestões e críticas sejam apresentadas e respondidas pela comissão que está coordenando o movimento em defesa da conferência de comunicação.

25 de jun. de 2008

RELEASE ENVIADO À IMPRENSA - Jornalistas vão a dissídio por piso único e contra abusos


O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) encerrou o processo de negociação com os patrões das comunicações dentro da campanha salarial 2008. Foram seis meses de tentativa de acordo. Apesar das partes terem acordado em 21 cláusulas, não houve entendimento no primeiro ponto da pauta de reivindicações, que trata do piso. "Vamos à dissídio", informa a presidente do Sindjor-MT, Keka Werneck. "Melhor assim, apesar da justiça nem sempre ser justa com o trabalhador e de, por isso mesmo, corrermos riscos de não sermos contemplados".


A categoria, que tem o mesmo salário base há 10 anos, de R$ 1.050, iniciou a campanha, no dia 16 de janeiro, pedindo um piso único de R$ 2,1 mil, levando em conta principalmente o INPC e as perdas acumuladas em uma década. Os patrões não concordam em pagar isso. Propuseram, inicialmente, R$ 900 para o interior e R$ 1.200, capital, embora já não pratiquem esses valores.


O Sindicato flexibilizou várias vezes, até chegar ao valor limite de R$ 1.250. Ao final do processo, o empresariado chegou a oferecer, informalmente, R$ 1.100 interior e R$ 1.300 capital, atrelando, no entanto, a oferta à necessidade de ser incluída no acordo coletivo cláusula indicando que é tarefa do jornalista dirigir carro de reportagem. A diretoria do Sindicato, avalizada por Assembléia Geral, rechaçou veementemente essa possibilidade. E insiste em lutar por piso único. "A força de trabalho do jornalista é igual, na capital, no interior", reforça a presidente.


Outra flexibilização feita pelo sindicato na tentativa de garantir o acordo foi a implantação do banco de horas, proposta dos patrões. "Na verdade sabemos que jornalistas dificilmente recebem hora-extra e isso garantiria ao menos a negociação por mais folgas ou dias de férias, porém vinculamos isso ao fechamento do acordo, como não ocorreu, o item não vale", comentou a secretária geral em exercício, Alcione dos Anjos.


O advogado do Sindicato, Francisco Faid, já prepara o processo, levando em conta as reais perdas da categoria. "Quando não há condições de acordo, são dois os caminhos a serem tomados: greve ou dissídio", destaca Faiad. "Espero que o Judiciário faça justiça".


A tesoureira em exercício do Sindjor, Márcia Raquel, lembrou que há 10 anos o piso de R$ 1,050,00 era o equivalente a oito salários mínimos e hoje, esse mesmo valor, representa pouco mais de dois salários mínimos. "Entre as categorias que possuem nível superior estamos realmente na periferia quando se trata de piso salarial", destacou. A data base dos jornalistas é 1º de maio.


O Sindicato vai acionar os grupos Centro América, Diário de Cuiabá, Gazeta e Jornal Folha do Estado.Em rodada de negociação, o diretor da TV Centro América, Zilmar Melate, chegou a afirmar que se jornalistas dirigirem carros de reportagem terão que arcar com o ônus disso: multas, risco de vida.


Sobre o banco de horas, proposta feita pelas empresas, o Sindicato também flexibilizou. Mas ainda assim não houve acordo.


A procuradora do Trabalho, Eliney Bezerra, que mediou as rodadas de negociação no Ministério Público do Trabalho (MPT), tentou exaustivamente expôr aos dois lados caminhos para um acordo. Mas não foi possível. Segundo ela disse, na última audiência, é muito provável que, no dissídio, o juiz leve em conta o INPC. Nesse caso, há chances do piso dos jornalistas em Mato Grosso chegar a R$ 1,3 mil.


No próximo sábado, haverá uma reunião às 14 horas no Sindicato, para tratar da finalização da campanha salarial.

24 de jun. de 2008

Patrões tentam dividir jornalistas do interior e da Capital

O resultado da última reunião entre patrões e jornalistas no Ministério Público do Trabalho (MPT) todo mundo já sabe: não houve acordo e o Sindjor vai a dissídio. Agora o que a categoria não sabe é a nova tentativa dos patrões de dividir os jornalistas entre os do interior e os da Capital, coisa que tinham tentado durante todas as rodadas de negociação, sem sucesso, pois o Sindjor, respaldado pela decisão das Assembléias Gerais, definiu piso único e ponto. Por esse motivo negou submeter o interior ao isolamento.

Passada a fase das rodadas de negociação, estamos nos preparando para o processo na Justiça do Trabalho, o dissídio, eis a surpresa: nessa terça-feira (24) o advogado do Sindjor, Francisco Faiad, foi procurado pelos representantes dos patrões, com uma proposta ‘melhorada’ das quatro empresas acionadas pelo Sindicato, por serem as maiores e balizarem o mercado: A Gazeta, TVCA, Diário de Cuiabá e Folha do Estado.

A proposta dos patrões para fechar acordo e deixar a Justiça fora do caso: o valor proposto (inferior inclusive ao que eles pagam ao contratarem), de R$ 1.200,00 para Capital e R$ 950,00 para o interior, passaria a ser de R$ 1.300,00 para a Capital e R$ 1.100,00 para o interior. Faiad então procurou a presidente do Sindjor, keka Werneck, que argumentou que se eles podem melhorar os valores tanto para Capital quanto para o interior, então pela lógica, podem chegar ao piso único de R$ 1.250,00. Ledo engano, para eles o piso tem que ser diferenciada e para piorar ainda mais, por esses valores os jornalistas e repórteres cinematográficos devem dirigir o carro da reportagem, fato que já ocorre, mas de forma irregular (preparem as máquinas fotográficas e celulares, se verem algum jornalista dirigindo carro da empresa, registrem e denunciem!!!).

Mas se estivermos indo para a pauta e furar um pneu? Temos que trocar. Se nos envolvermos em algum acidente? Pagamos os prejuízos. Se formos multado? Pagamos as multas e somamos alguns pontinhos na carteira de habilitação, pois como diz o diretor da TVCA, Zilmar Melate, “se eu pago as minhas multas, porque repórter não vai pagar?”... e olha que a frase foi dita em plena rodada de negociação do MPT, na presença da procuradora do MPT, Eleiney Bezerra.

Ah! Já ia me esquecendo. Temos que fazer tudo isso, mas não podemos perder a pauta, senão é demissão por justa causa... Aliás, a TVCA adora demitir por justa causa, vou contar um caso sem citar nomes, já que não pedi permissão ao colega. Um repórter cinematográfico, que trabalhava há nove anos na TVCA foi pressionado a dirigir o carro da reportagem durante sua escala de trabalho, com muita coragem e dignidade disse não, pouco tempo depois foi demitido por justa causa.

Descontente com a injustiça sofrida recorreu a Justiça do Trabalho e conseguiu reverter o resultado. Teve todos seus direitos trabalhistas garantidos, agora processa a Globo de Mato Grosso e com fé em Deus e na Justiça do homem ganhará....(e ainda vem o advogado da TVCA, Fernando Mancini, dando de ‘dedada’ na cara dos jornalistas, dentro da sala de audiências do MPT, dizer que na TVCA não existe pressão. Se demissão não for pressão o que será que para esse nobre homem da lei é pressão... é para ri né?).

Voltando ao ponto principal desse texto: a divisão da categoria.... Para mim está muito claro, os patrões tentam rachar um grupo que está começando a se reorganizar, que ficou anos sem mobilização e sem fazer suas lutas trabalhistas. Não se enganem colegas, se não reivindicarmos o que nos é garantido pela Lei, ficaremos sem nossos direitos tão dificilmente conquistados por trabalhadores anteriores a nós, se é que já não estamos passando por isso... ficaremos sem um piso fixado legalmente, sem reajuste de salário anual, sem direito a horas extras, sem férias, sem salários em dia e sem chances de melhorar as nossas condições de trabalho e do mercado de trabalho de uma forma geral. E por outro lado, ficaremos assistindo de boca aberta as empresas crescendo a cada ano que passa, expandindo seus negócios, vendo seus representantes trocando de carro de luxos, viajado para o exterior, enquanto os trabalhadores não têm dinheiro nem para o aluguel ou para pegar o ônibus para ir ao trabalho.

Os patrões não querem uma categoria forte... e quanto mais puderem nos impedir de pensar como grupo, como trabalhadores, mais eles farão. Nós é que temos que ter a visão de que a união fortalece as nossas lutas... e como o bolso sempre pesa, a tentativa de romper com esse movimento teve foco certo: o salário inicial.

A TVCA, defensora maior dessa diferenciação de piso entre o interior e a Capital, tem apresentado argumentos fracos. Eles dizem que para trazer os repórteres do interior, que estão se destacando lá, precisam incentivar de alguma forma, e para eles o piso diferenciado seria esse ‘incentivo’. Fraco porque, piso é o mínimo que o profissional deve receber pelas cinco horas trabalhadas e não pode servir como base para incentivar ‘promoções’, se eles querem incentivar que aumentem o salário, paguem a mudança, façam o que quiserem e puderem, o problema é deles.

Outro argumento dado pela TVCA, é que para o repórter mudar de domicílio a empresa é obrigada a aumentar em 25% o salário do transferido. Realmente, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), diz no parágrafo terceiro “Em caso de necessidade de serviço o empregador poderá transferir o empregado para localidade diversa da que resultar do contrato, não obstante as restrições do artigo anterior, mas, nesse caso, ficará obrigado a um pagamento suplementar, nunca inferior a 25% (vinte e cinco por cento) dos salários que o empregado percebia naquela localidade, enquanto durar essa situação”.

Entretanto, corre a boca miúda, que muitos dos transferidos, submetem-se a prática da empresa de burlar a Lei, e para ter a chance de virem para a Capital, aceitam ser demitidos e serem contratados novamente na Capital, e o salário oh!

A minha esperança nessa campanha salarial foi reacendida com a fala da procuradora do MPT, Eleiney, durante a última reunião com os patrões. “Os senhores não acreditam que o juiz não fará a distinção dos trabalhadores do interior e da Capital, já que normalmente quando se fixa piso é para toda a categoria?”.

Alcione dos Anjos, é jornalista e secretária geral em exercício do Sindjor-MT

O lado perverso das empresas de comunicação

É surpreendente como a certeza da impunidade está presente em nossa sociedade. Nos veículos de comunicação, em que pese a lenda de responsabilidade, de cobrança pelo que é certo e honesto, de transmissores da verdade, não é diferente. Ali a certeza da impunidade também reina, talvez com força ainda maior!

Em outubro do ano passado, conforme matéria veiculada pelo Consultor Jurídico, a TV Globo foi condenada pela morte de um repórter que acumulava a função de motorista. Nesse caso, a família entrou com ação por dano moral.

Talvez por desinformação, o que seria estranho em se tratando da Rede Globo, ou simplesmente por ignorar totalmente os direitos dos trabalhadores, a afiliada da Rede Globo em Mato Grosso – TV Centro América – insistiu até o último minuto das negociações referente à campanha salarial 2008 para que o Sindicato dos Jornalistas aceitasse uma cláusula na qual o repórter teria que dirigir “eventualmente” os veículos de reportagem.

Isso, além de dano moral como o exemplo acima, é acúmulo de função e dano material, já que, pela proposta defendida veementemente pelo senhor Zilmar Melatte, quem arcaria com as possíveis multas seria o próprio repórter. “Eu pago as minhas multas, por que o repórter não pode pagar?”, questionou ele diante da procuradora do trabalho. “E se vocês tivessem que ir para as pautas de ônibus?”, insistiu, como se a obrigação de fazer com que a equipe chegasse ao local da reportagem fosse do repórter e não da empresa.

Eu me pergunto como uma empresa tem a desfaçatez de fazer tal proposta, e insistir, diante do Ministério Público do Trabalho, depois de a procuradora falar com todas as letras que isso é acúmulo de função, que é proibido! Mas a TVCA quer porque quer que jornalista vire motorista. Penso também em todos os motoristas que perderiam seus postos de trabalho caso esse absurdo vire prática.

Mas este é só um caso. O Grupo Diário de Cuiabá, por exemplo, não bastasse os mais de 12 anos de atraso salarial, agora diz, também diante da procurada do trabalho, que não têm sucursais e nem filiais em cidades do interior de Mato Grosso. É muita cara de pau! Eles querem enganar quem?

Ou diretor Gustavo de Oliveira não tem conhecimento do que administra ou não tem receio em orientar o seu advogado a mentir na cara dura. Basta ler em cada um dos jornais do Grupo DC as suas respectivas sucursais, ta lá, pra quem quiser ver e enxergar!

E como se não bastasse, o Gustavo dá uma entrevista em que fala de um investimento de R$ 2 milhões em Rondonópolis e diz que o Grupo DC anda de vento em poupa. E eu pergunto: e os trabalhadores do Diário de Cuiabá, com seus salários atrasados andam como?

Esse descaso e essas propostas indecentes nada mais são do que a certeza da impunidade! Estão propondo e fazendo coisas erradas porque nunca foram punidos por isso!

Até quando a categoria vai agüentar isso? Até quando vamos ver nossa dignidade sendo pisoteada em benefício dos patrões e seus impérios? Poderia dar outros exemplos aqui, mas deixo para os próximos artigos e para os outros colegas que sofrem ou sofreram isso na pele, ou mesmo para aqueles que se solidarizam com a situação dos colegas de profissão.

Jornalista é trabalhador minha gente! É isso que somos! T-R-A-B-A-L-H-A-D-O-R-E-S! E temos que exigir respeito! Somos nós os responsáveis pelo produto principal dessas empresas!

Não conseguimos acordo coletivo. Então vamos à Justiça! É só assim que conseguimos garantir nossos direitos nesse meio que arrota a bandeira da justiça social e dos direitos dos trabalhadores. Sim, desde que não sejam os trabalhadores do jornalismo, é claro!

Márcia Raquel é jornalista e tesoureira em exercício do Sindjor-MT

Empresários das comunicações querem transformar jornalista em motorista e não assinam acordo

AGORA É DISSÍDO !!!
Durante esta campanha salarial de todos nós, jornalistas, neste ano de 2008, duas outras profissões foram associadas à nossa. A de garis, citada pelo advogado do Diário de Cuiabá, Célio Garcia, na primeira rodada de negociações no MPT. Segundo ele, jornalistas e garis têm a mesma importância social. Com o que concordo, cada qual no seu papel, e complemento: os dois andam em meios não muito assépticos. E a de motorista. Essa última por conta dos momentos finais no processo de negociação, que avalio que terminou ontem, com a última negativa dos patrões. Não, eles disseram. E nos forçam a ir ao dissídio, levar para a justiça definir nossas vidas, o piso, reajuste. O motivo do entrave: eles querem porque querem que conste em acordo coletivo que jornalistas devem dirigir carro de reportagem. Pode?

Gente, gente, essa luta é nossa, heim!

Se bater com o carro, que se vire com os danos, pague; se ganhar multa na correria de chegar com a matéria, arque com o ônus; se morrer num acidente de trânsito, o jeito é enterrar.

Os patrões dos meios de comunicação chegaram a oferecer R$ 1.1 mil para o interior e R$ 1.3 mil para a capital. Batemos duro, pessoal, fizemos o que deveria ser feito. Mas eles não aceitam pagar piso único. Com isso, fica subliminar o entendimento deles de que o jornalista na capital tem uma força de trabalho diferente do interior, o que não é verdade. Alegam, formalmente, que arrecadam mais em Cuiabá, com publicidade, do que em outras cidades de Mato Grosso. Isso é um problema empresarial e não de categoria. A nós cabe entender que somos uma categoria só, somos todos jornalistas, de jornal, de TV, de rádio, de sites, de assessorias, de outros espaços de trabalho, da capital ou do interior.

Gente, gente, jornalista não é artista, é trabalhador !!!

O sindicato propôs por fim R$ 1.250. Piso único. Uma flexibilização grande, já que começamos a campanha, em janeiro, com R$ 2.1 mil de piso, lembram-se? Em assembléia geral, na última que teve a categoria aprovou o banco de horas, instrumento com o qual fizemos a flexibilização com os patrões. Ok. Não adiantou. Todos os quatro grupos contra os quais o Sindicato agora prepara o dissídio querem, e concordam, que jornalista tem que, além de ganhar essa mixaria aí de R$ 1.250 de piso, dirigir carros de reportagem.

Enquanto isso, os meios de comunicação estão aí para a gente ver quem são. TV Centro América, ferrenha defensora de jornalistas ao volante já!, isso por meio do diretor Zilmar Melate e do advogado da empresa, Fernando Mancini, que, diga-se de passagem, gritou bastante durante as rodadas de negociação, deu com dedo na cara de jornalistas, chamou uma das rodadas de "palhaçada", tem gravação com todo esse circo montado, para desarticular, abalar e desrespeitar os que ali estavam dispostos a tratar da vida de tantos trabalhadores. Grupo Gazeta, Diário de Cuiabá, Folha do Estado.

AGORA É DISSÍDIO, não tem outro caminho. A justiça dirá, né gente, e a justiça nem sempre é justa. Estamos correndo este risco, mas eles correm também. É rezar para cair nas mãos de alguns desses juízes que fazem a diferença.

Agora, é expor nossa bandeira, para que a sociedade a conheça melhor. E para que a justiça sinta o termômetro da categoria.

Abraços, gente.

Qualquer dúvida, liguem para o sindicato, tem reunião sábado, 14 horas.

Keka Werneck, é jornalista e presidente do Sindjor-MT

23 de jun. de 2008

ISA CONTRATA PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO

O Instituto Socioambiental [ISA] está com vaga aberta para profissional de comunicação. A pessoa vai trabalhar diretamente com a campanha 'Y Ikatu Xingu, que tem como objetivo recuperar e preservar as matas ciliares do rio Xingu. É necessária formação em Comunicação Social; três anos de experiência na profissão; disponibilidade para residir em Canarana (MT) e realizar viagens freqüentes; habilidade para trabalhar em equipe, formar, articular e motivar os grupos; aptidão para trabalhar com as diferentes culturas da região; experiência de trabalho na área ambiental; ter carteira de habilitação e experiência de direção; domínio de editores de texto, planilhas e programas de editoração gráfica; e proficiência no idioma inglês.

O trabalho envolve as seguintes atividades: divulgação da campanha junto à mídia local, nos municípios dos eixos da BR-163 e BR-158 na Bacia do Rio Xingu, em Mato Grosso, levando materiais como cartazes, spots de rádio, folders e outros materiais; manter estreito contato com as mídias locais para divulgar notícias com ações da campanha; manutenção e atualização do mailing de imprensa regional, do mailing dos parceiros da campanha, locais, nacionais e internacionais; apuração e redação de materiais de divulgação e de notícias das atividades de campo da campanha, com a assessoria da equipe para o site da campanha; escrever notícias para o boletim da campanha; e enviar boletins eletrônicos.

Interessados deverão enviar e-mail com as informações abaixo, para Andre Villas-Bôas, Rodrigo Junqueira e Oswaldo Braga com cópia para Donizete, até o dia 4 de julho. Os documentos que devem ser encaminhados são: currículo resumido (máximo 4 páginas); carta justificando interesse e capacidades para o trabalho (com último salário e pretensão salarial); uma referência profissional (nome, cargo, instituição, telefone e e-mail).
Contatos:

vboas@socioambiental.org
rodrigojunqueira@socioambiental.org
oswaldo@socioambiental.org
donizete@socioambiental.org

Elaine Resende: 011 8362-0071
elaresende@hotmail.com

ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 21 DE JUNHO DE 2008




SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena - Cuiabá-MT- 78.005.000
sindjormt@hotmail.com – (65) 3025-4723 - sindicatodosjornalistasmt.blogspot.com.br


ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 21 DE JUNHO DE 2008



Aos vinte um dias do mês de junho do ano de dois mil e oito, reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso – Sindjor-MT – para reunião ordinária da gestão 2007/2010 os seguintes membros da diretoria do sindicato: Keka Werneck (presidente), Márcia Raquel (tesoureira em exercício), Alcione dos Anjos (secretária-geral em exercício), Laura Lucena, Adriana Nascimento e a repórter fotográfica, Mary Juruna. A reunião começou às 15h00 na sede do Sindjor, tendo como pauta principal Campanha Salarial 2008 - "PRA TIRAR O ATRASO"- preparação para dissídio coletivo, Festa Junina, resultado da reunião da comissão e lançamentos de campanhas, Festival de Inverno, Sede do Sindjor e aumento do aluguel, e por último Congresso Nacional de Jornalismo. 1 - Informes - Márcia Raquel informou que nessa semana mandou e-mail para o grupo do Sindjor sobre matéria que saiu no Página do E, referente a processo contra os jornalistas João Pedro Marques e Gustavo Oliveira. Ela disse que o Gustavo ligou para tomar satisfação, porque ela mandou essa matéria. A Márcia passou informe do estágio da Sefaz que quer contratar estagiaria do segundo período, e a diretoria decidiu pelo indeferimento. Keka falou que a empresa Correio também deseja contratar estagiaria, mas o problema é referente a bolsa que é inferior ao acordo proposto entre sindicato e UFMT para estágio, como não temos argumentos legais para debater isso nesse momento, a diretoria entende que deve ser deferido já que os outros termos estão certos. Márcia deu o informe sobre o Grupo de Trabalho do Fórum da Democratização da Comunicação, em que o professor Robertinho (Roberto Boaventura) fez explanação sobre a necessidade da democratização da cultura e educação para garantir a democratização da Comunicação. Disse que a reunião foi produtiva e que agora há propostas para ir ao IVE e continuar o grupo. Keka sugeriu que o Sindjor chame entidades para garantir a mobilização, Márcia irá levar a sugestão. Keka disse que a ouvidoria divulgará resultado na segunda-feira (23). Keka informou que Carlos Montandon disse que não poderia vir a reunião, mas mandou recado sobre o PCCS de Várzea Grande já está pronto, que os jornalistas estão inclusos e muito provável que fiquem em R$ 1.800,00 o piso dos jornalistas. Informou que a DRT visitou o Correio Várzea-grandense e que vários profissionais tiveram seus casos solucionados ou acordados para chegar a uma solução. Keka recebeu duas abordagens de pessoas ligadas ao Secom de MT sobre aumento na carga horária sem aumento de salário. Sugestão dada pela Keka e acatada: agendar reunião com o secretário de comunicação do estado, José Carlos Dias, para verificar a situação. Keka disse que a Adufmat está organizando evento sobre Cuba (24 e 25 de agosto), segundas-feiras 16h00 há reuniões na Adufmat, que será uma semana com seminários, filmes sobre a organização de Cuba, Che Guevara, amostra de documentos vídeos e show de cubanos, que acha interessante o Sindjor participar e levará a proposta a Adufmat. Keka lembrou que o Sindjor perdeu várias pessoas que estavam atuando e que é necessário chamar mais pessoas para as reuniões. Alcione lembrou que o Sindjor não pode ficar esperando a vinda dessas pessoas e que na última reunião foi falado sobre isso, foi sugerido o retorno dos relatórios a impressão deles e a fixação nas redações. Adriana disse que isso não traria as pessoas, Márcia disse que não traria, mas pode informar o que é obrigação do Sindjor. Alcione falou que os relatórios pode não trazer, mas pelo menos cumpriria a função de informar a categoria, lembrou que o Sindjor trabalha muito mais para quem está iniciando do que para os antigos jornalistas, por isso temos que reforçar a pré-sindicalização. Keka disse que o Sindjor trabalha para toda categoria já que o piso baliza todo o mercado e dá um respaldo para o aumento salarial e que a pré-sindicalização é bem possível. Márcia disse que temos que aumentar a base, a campanha de sindicalização será fundamental para isso. Adriana sugeriu uma pesquisa para saber por que a categoria não está vindo ao Sindjor, para tentar reverter a situação, encaminhamento: Alcione mandará um primeiro e-mail com as informações iniciais e aqueles que tiverem atividades vão acrescentando o relatório para na sexta-feira ser impresso e fixado nas redações. Keka disse que encontrou Janaina Cabobianco disse que está vendo alunos para ajudar o Sindjor a criar um site. Torves ligou para Keka para saber como está a campanha salarial em Mato Grosso. Alcione informou que o Sindjor participou de aula na UFMT sobre o mercado de trabalho no estado na perspectiva do sindicato. Entramos na pauta - I - INTERIOR- Márcia pediu para os representantes do interior fazerem um balanço das camisetas do Sindjor que foram para venda lá, conversou com a Daniela (Sinop) e Lucas (Rondonópolis) se organizem para fazer a cobrança das mensalidades em suas respectivas cidades. Até sábado somente o Lucas havia respondido o e-mail. Keka disse que a Bia de Barra do Garças agilizou várias sindicalizações e o Gilmar fez as sindicalizações. II – Campanha Salarial - Keka disse que conversou com Faiad sobre a campanha e que está preparando material para dissídio. III- Festa Julina – keka disse que está informado na UFMT sobre a festa seja na rádio corredor, nas salas de aula ou conversas com alunos e lá está agitada e há a necessidade de divulgar nas outras faculdades. A presidente disse que conversou com a Adufmt e que o local foi informalmente liberado para a festa julina. Keka disse que a questão da fogueira virou polêmica, mas quer pontuar que a fogueira e festa popular e que não é isso que mudará a questão ambiental. Novamente a Adriana protestou contra fogueira e lembrou que haverá crianças na festa. Alcione informou para a festa Julina foi firmada a parceria que a comissão do Cacos e Sindjor para organização e divisão de trabalhos para festa. III - Festival de Inverno – Keka informou que o Coral do Sindjor e o filme brasileiro ‘Saneamento Básico’ constam na programação oficial do XXIV Festival, no dia 05 de Julho. Após a apresentação do coral o Sindjor passará o filme e fará um debate, que isso ajudará a fazermos uma fazer ação política com a participação do Sindjor no Festival. Keka tem que conseguir Data Show e DVD com caixa de Som. Alcione lembrou que pode tentar já fazer a parceria com a CVC para esta primeira projeção e fechar parceria para sessão pipoca nas escolas. Encaminhamento: A keka irá pedir a Edinalva que entre em contato com o secretário de comunicação para ver a situação das abordagens e que também consiga uma reunião com o CVC para tratar dessa nova parceira com os filmes. Márcia questionou que a Internet está lenta e foi oferecido pela GVT aumento da velocidade, ficamos de estudar a questão. IV – sede e aumento de aluguel – Márcia informou que a proprietária do imóvel mandou ofício dizendo que o aluguel a partir do dia 15 de junho será de R$ 576,00, e que o advogado que divide o prédio com o Sindjor pediu para que ela separe o padrão de energia e que o Sindjor deve descontar o valor que lhe diz respeito no valor do aluguel. Keka sugeriu que fosse conversado com a proprietária do imóvel para segurar o valor do aluguel ou que o percentual não fosse de 15%. V- Congresso – Após o encerramento da campanha salarial voltaremos a debater o congresso que ocorre em agosto, para chamar uma assembléia informando o resultado da campanha e a eleição do delegado. Devido ao avançado da hora, por voltas das 18h00, e sem mais a tratar, a presidente Keka encerrou a reunião e eu, Alcione dos Anjos, lavrei a presente ata.


Alcione dos Anjos – secretária geral em exercício do Sindjor-MT

Videoconferência no dia 27 de junho vai mobilizar para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação


A Comissão Pró-Conferência Nacional de Comunicação convida parlamentares, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e do poder público e cidadãos cientes da importância da comunicação como direito a participar, no dia 27 de junho (sexta-feira), das 9h às 12h, de videoconferência preparatória, a ser mediada pelo sistema Interlegis.

Nas Assembléias Legislativas haverá uma sala equipada para receber e transmitir sinais de áudio e vídeo integrando os Estados e o DF. Do Congresso Nacional, coordenará o evento a Comissão Pró-Conferência Nacional de Comunicação, integrada por 26 entidades civis nacionais e três comissões da Câmara dos Deputados: Direitos Humanos e Minorias, Legislação Participativa e Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

O objetivo é promover a articulação de Comitês Estaduais, que deverão mobilizar entidades, militantes e acadêmicos ligados a todas as áreas da comunicação. Esses comitês serão os embriões dos grupos de trabalho que organização a etapa estadual da conferência, quando serão escolhidos os delegados à etapa nacional, prevista para o primeiro semestre de 2009.
A videoconferência será uma oportunidade para que dúvidas, sugestões e críticas sejam apresentadas e respondidas pela comissão que está coordenando o movimento em defesa da conferência de comunicação.

Cada Assembléia Legislativa terá o tempo de cinco minutos, que poderão ser utilizados por um "porta-voz" dos presentes ou divididos entre mais de um, a critério das entidades presentes. Estão sendo convidados a coordenar os trabalhos, em cada Assembléia Legislativa, os presidentes de suas respectivas Comissões de Direitos Humanos e de Legislação Participativa. Onde não houver representante dessas comissões, as entidades deverão escolher entre os presentes.

Em nove estados há problemas técnicos que impossibilitam a integração ao sistema (Alagoas, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Sergipe). Nas capitais destes Estados e em todas as cidades do Interior, a alternativa para participar e acompanhar a videoconferência é pelo vídeo streamming no site do Interlegis - http://www.interlegis.gov.br/ .Será possível ver e ouvir, além de enviar e-mails para a coordenação do evento.

A Comissão Pró-Conferência de Comunicação vem se reunindo desde 2007, com um número crescente de entidades. Obteve consenso na definição de uma plataforma de temas e áreas de atividades a serem tratadas na Conferência. A intenção é que a Conferência seja convocada pelo poder Executivo, tenha caráter amplo e democrático, abrangendo representações da sociedade civil, empresários e do governo. Os objetivos do evento são os de identificar os principais desafios relativos ao setor da comunicação no Brasil; fazer um balanço das ações do poder público na área; propor diretrizes para as políticas públicas de comunicação e apontar prioridades de ações governamentais dentro destas diretrizes.

Depois de consultar várias entidades associativas do empresariado em comunicação (radiodifusão, telecomunicações, provedores de internet), além de representações das TVs e Rádios públicas, entre outras, a Comissão Pró-Conferência Nacional constata que o setor está preparado para participar de um fórum democrático que realize a interação entre os interesses envolvidos para subsidiar as urgentes decisões sobre o marco regulatório e as necessárias políticas públicas para a comunicação, profundamente modificada com a convergência tecnológicas.

Mais informações:

Comissão de Direitos Humanos e Minorias: 61.3216.6570
Comissão de Legislação Participativa: 3216.3216.6690
Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática: 3216.6450.

Fonte: http://www.proconferencia.com.br/index.cfm

Machado cita Sindjor-MT no combate à corrupção eleitoral - fiquem de olho !!!


DEU NA GAZETA


MP treina cidadão para combater a corrupção eleitoral dos políticos

Jonas da Silva

Editor de Política

Ao mesmo tempo em que o Ministério Público fecha o cerco contra a corrupção eleitoral, com apoio de organizações sociais e treino de cidadãos para flagrar os crimes, a instituição já tem denúncia de abuso de poder político e propaganda extemporânea de pré-candidatos em atos públicos.

A informação, do promotor eleitoral Marcos Machado, em entrevista para A Gazeta, é de que a fiscalização na eleição municipal é de maior intensidade.

Há, cita o promotor, até um avanço pedagógico do ponto de vista do exercício da democracia, que é o treinamento de todos os atores envolvidos no processo de eleição para ser espécie de fiscal.
"Nós orientamos a fotografar, a filmar, a colher declaração em cartório ou declaração particular com a assinatura reconhecida em cartório", revela o promotor. "Mostramos que não basta só informação anônima, muito menos a informação sem conteúdo, mas algo que torne possível a identificação de pessoa, local, horário e a confirmação através de um meio de prova", avisa.
Mesmo assim, afirma, o abuso da máquina pública é sempre uma vertente a ser vigiada. "Nós já estamos recebendo reclamações e denúncias de que em lançamentos e inaugurações de obras está havendo, além do ato institucional necessário, conteúdo que retrata propaganda extemporânea e autopromoção eleitoral", diz.

Marcos Machado também avalia que há recomendação sobre a necessidade de que candidatos com processo sejam avaliados com detalhe para saber se podem ou não ter registro.
Simultaneamente, o grupo de promotores e procuradores eleitorais tem orientado dirigentes partidários.

Após as convenções que definem os candidatos para a sucessão, as autoridades do Ministério Público Estadual e do Ministério Público Federal em Cuiabá e do Tribunal Regional Eleitoral vão se se reunir com presidentes de associações de bairros para pedir a eles a colaboração no combate à corrupção eleitoral.

A seguir, a entrevista concedida pelo promotor eleitoral Marcos Machado.

A Gazeta - O que o Ministério Público tem de planejamento para combater o grande mal da eleição, que é a corrupção eleitoral ?
Marcos Machado - Eu diria que o fator preponderante nestas eleições é a criação na Capital de um grupo de promotores eleitorais, que inclui eu, a coordenadora, a promotora Esther Louise Ferraz, os promotores João Augusto Veras Gadelha, José Antônio Borges, Manoel Resende, Lindinalva Correia, e a procuradora de Justiça Naume Denise Nunes Rocha Müller, chefe do Centro de Apoio Operacional do MP. Isso para que nós uniformizemos as interpretações e as medidas eleitorais que são inerentes a cada ato ou cada fato eleitoral de repercussão na legislação e tenhamos o apoio do Centro Operacional do Ministério Público.

A Gazeta- Esse centro vai ter algum serviço 0800 para as denúncias, ou algo equivalente ?
Marcos Machado - Com certeza, já tem. Fizemos o lançamento da campanha para ampla divulgação. Somado a isso, temos uma aproximação das entidades sociais de controle e combate à corrupção eleitoral. Entre elas, a própria Ordem dos Advogados do Brasil, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o Sindicato dos Jornalistas e eu acredito que nós vamos avançar ainda a partir de duas reuniões importantes que serão realizadas. Uma com dirigentes partidários e candidatos, que nós pretendemos alcançar o controle reflexo. Isto é, um controlando o outro. E também uma reunião específica com os presidentes de associações de bairros, dado ao envolvimento de cada um e em especial de cada entidade com candidatos a vereadores e prefeitos. Nós pretendemos que também haja por parte de cada presidente de bairro uma postura em conformidade com a legislação e que ele seja também mais um vigilante. E este ano também, para destacar uma expectativa mais positiva, decorre do termo de cooperação técnica com a Seduc, através do qual nós pretendemos e esperamos que haja um envolvimento por parte dos professores da rede pública, não só no sentido de conscientizaçção do processo eleitoral e da importância consciente do voto. Mas também que eles participem, fortalecendo as ações de controle e combate à corrupção eleitoral.

A Gazeta- Com essa estratégia, vai ser possível fechar o cerco contra a compra de voto ?
Marcos Machado - Você dimensionar que nós conseguiremos estar em todos os lugares ao mesmo tempo, isso é uma ilusão. Agora, eu lhe asseguro que há um aperfeiçoamento e uma organização muita mais acentuada, neste pleito, que visa justamente alcançar o objetivo de não só inibir, mas repreender todos os fatos que forem flagrados ou conhecidos. Porque ainda que não hajam prisões imediatas, o certo é que investigações serão concluídas e processos instaurados.

A Gazeta- Ou seja, a compra de voto, mesmo se a pessoa seja eleita, esse ilícito ainda pode ser combatido durante o processo eleitoral ?
Marcos Machado - Com certeza. O candidato, mesmo sendo vitorioso, diplomado, no exercício do mandato, a nossa idéia é justamente ver o eventual processo julgado com a aplicação da lei de forma correta. Agora, só para entender e dar um exemplo disso, a expectativa é que os candidatos entendam que não só o Ministério Público e essas entidades sociais são legitimados ao questionamento de uma postura ilícita, mas também os seus concorrentes. E a eleição municipal se caracteriza por ser mais acirrada, por ser mais fiscalizada entre os concorrentes. E aí é que nós estamos orientando a fotografar, a filmar, a colher declaração em cartório ou declaração particular com a assinatura reconhecida em cartório. Elaborar relatórios nominativos, com a identificação de horário e local, para que nós possamos reunir todos esses elementos e provas e quando tivermos a oportunidade legal para o ajuizamento da ação penal, ou ação de cassação, ou mesmo ação de inelegibilidade, nós tenhamos êxito nessas investidas.

A Gazeta- Vocês fazem treinamento atualmente de todos esses apoiadores para fazer a produção de provas no ato da corrupção?
Marcos Machado -Exatamente, nós estamos mostrando que não basta só informação anônima, muito menos a informação sem conteúdo, mas algo que torne possível a identificação de pessoa, local, horário e a confirmação através de um meio de prova.

A Gazeta- A grande discussão atual é sobre ter ou não registro de candidatos processados ou lista suja. Qual é a opinião do promotor sobre a vida pregressa dos candidatos ?
Marcos Machado - A posição do Minsitério Público Eleitoral em Mato Grosso, por recomendação da Procuradoria Regional Eleitoral, seja o atual procurador Mário Lúcio Avelar, seja dos procuradores que irão assumir a partir do segundo semestre, doutor Gustavo Nogami e Léa Batista, é no sentido de identificar concretamente cada caso e diante de situações criminais ou de improbidade que caracterizam violação da moralidade pública, nós ingressemos com as impugnações ao registro do candidato.

A Gazeta- Tem recomendação, não é lei, de que seja barrado o registro ?
Marcos Machado - É uma recomendação de postura institucional, que com certeza a maciça maioria dos colegas, até por obediência da unidade e da indivisibilidade do Ministério Público, eles irão acatar.

A Gazeta- Já foram feitas várias reuniões do MP com diferentes atores, que tipo de recomendação é feita ?
Marcos Machado - A reunião específica de hoje (20) no TRE, uma iniciativa da Procuradoria Regional Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral, foi no sentido de mostrar que a Justiça Eleitoral tem uma característica distinta da Justiça Comum. Nela, juízes e promotores têm o mesmo objetivo, respeitada a imparcialidade do juiz, o fato é que a legislação eleitoral tem um destinatário primário, que é o cidadão. E visando estabelecer o equilíbrio do pleito e o respeito à legislação é que se visa uma harmonização e um apoio mútuo na atuação do juízo eleitoral no que concerne o exercício do poder de polícia, a interpretação jurisprudencial mais voltada ao interesse primário, a coebição imediata e célere do abuso de poder político e econômico e da propaganda ilegal. E também a observância ao princípio da informalidade. Porque os prazos são muito exíguos e a necessidade do juiz e do promotor de estarem ordenando, encaminhando, acolhendo e decidindo situações de fato, às vezes, usando o telefone, o próprio papel de encaminhamento de uma reclamação, pessoalmente fazendo buscas, apreensões, determinando a detenção de pessoas sem formalidade.

A Gazeta- Além da integração MPF/MPE/PF e organizações sociais, tem alguma outra união com outras instituições que vai funcionar ?
Marcos Machado - O braço forte da Justiça Eleitoral é a Polícia Militar. A Polícia Federal é de investigação, mas a Polícia Federal não consegue cobrir e exercer as suas atribuições em todo o Estado e por isso sempre está presente, e este ano não é diferente, a Polícia Civil, que certamente será convocada pelo Tribunal Regional Eleitoral.

A Gazeta- Como é que será essa questão da detenção sem formalidade que o senhor mencionou ?
Marcos Machado - Quando eu falo de detenção sem formalidade, não é que não vai ter forma. Às vezes fica uma expressão: vai prender sem formalidade, mas a informalidade no agir do juiz e do promotor, em razão da celeridade que a providência exige, sob pena de você possibilitar o exaurimento de uma conduta ilícita e não poder evitá-la ou mesmo repeli-la. É a detenção sem formalidade no sentido de que a formalidade, a autuação, ela tem uma formalidade própria, mas a informalidade no agir. Significa utilizar-se do telefone, do rádio, do oficial de Justiça para que não haja a perpetuação de fatos e, com certeza, não haja impunidade.

A Gazeta- Como é que o combate à corrupção eleitoral vai funcionar no caso do uso da máquina pública, que tem peso na eleição ?
Marcos Machado - Essa pergunta para mim é principal. Esse é outro grande avanço deste ano. O Ministério Público, juntamente com seus colaboradores, já está filmando e fotografando manifestações populares, como lançamentos, inaugurações, mutirões e, certamente, seja em relação ao gestor municipal e ao estadual que terão candidatos, isso deverá ser objeto de uma investigação eleitoral por abuso de poder político ou por abuso de poder econômico. Nós já estamos recebendo reclamações e denúncias de que em lançamentos e inaugurações de obras está havendo, além do ato institucional necessário, conteúdo que retrata propaganda extemporânea e autopromoção eleitoral.

A Gazeta- A questão da propaganda extemporânea é recorrente em toda eleição. Como estancar isso, mesmo quando se conhece a legislação ?
Marcos Machado - A questão é antes de mais nada cultural. Parece-me que nós vivemos uma época que vem se sucedendo de uma cultura de transgredir. A primeira saída, a solução para que nós tivéssemos o respeito à legislação viria da postura do candidato em obedecer os prazos do calendário eleitoral. Segundo, ele entender aquilo que é permitido e o que é vedado. Agora, como você bem colocou, são situações recorrentes e, às vezes, de candidatos que estão em processo de reeleição, de cabos eleitorais e dirigentes partidários que a cada dois anos participam de eleições.

A Gazeta- A Promotoria Eleitoral está atenta a isso e monitora ?
Marcos Machado - Já existem representações, existem procedimentos eleitorais em curso para serem base de instrução e novas representações. As multas eleitorais são consideráveis sob o ponto de vista pecuniário. Mas há um viés que nós queremos imprimir, que é reunir essa reincidência de violação eleitoral para caracterizar ou abuso de poder econômico ou abuso de poder político. E aí, nós teremos a figura da inelegibilidade, seja questionando a diplomação, seja buscando a cassação de eventual mandato assumido.

A Gazeta- O MP tem feito reunião também com servidores públicos e representantes de prefeituras ?
Marcos Machado - Nós iremos fazer algumas reuniões. O doutor Gustavo Nogami fez a reunião para uniformizar a nossa atuação, da Procuradoria Regional Eleitoral com todos os promotores. Depois do dia 5, aqui em Cuiabá, nós promoveremos importantes reuniões. Uma com os partidos políticos e candidatos e a outra com presidentes de associações de bairros.

A Gazeta - Isso será levado para todo o Estado ?
Marcos Machado - Na verdade o exemplo sai daqui de Cuiabá e a expectativa é que promotores e juízes eleitorais reproduzam essas reuniões no interior de Mato Grosso.

PERFIL:
Marcos Henrique Machado
Paulista de Bauru (SP)
38 anos, casado, evangélico
Formado em Direito no interior de São Paulo (Bauru e Araçatuba)
Membro do Ministério Público desde dezembro de 1993
Professor da Unic de Direito Público
Detém especialização em Processo Civil, Processo Penal, Direito Público, Direito Difuso e Direito do Estado

CORAL - 'Na Boca do Povo' se apresenta no Festival de Inverno

o coral do Sindjor-MT, "Na Boca do Povo", se apresenta pela primeira vez dia 5 de julho, dentro da programação do Festival de Inverno da Chapada, às 19h00, junto com outros corais.

O coral está se preparando e já tem três músicas no repertório, o que é uma vitória para um grupo amador e que ainda espera por adesões.

Serão apresentadas três músicas: Água de Beber, Freedom e Cio da Terra.

22 de jun. de 2008

Sinergia oferece curso de Drenagem Linfática Manual

A Sinergia, parceira do sindicato dos Jornalistas, está oferecendo cursos, leiam e informem-se.

O que: Curso de Drenagem Linfática Manual
Data: 04,05 e 06 de Julho
Professor: RENÉ JORGE.FISIOTERAPEUTA, ACUPUNTURISTA E ESPECIALISTA EM DRENAGEM LINFATICA.

E ainda:
Curso de Reiki I
CURSO DE ACUPUNTURA- ULTIMAS VAGAS!!!
CURSO DE ANALGESIA POR MEDICINA CHINESA
CURSO DE HIPNOSE CLASSICA.

INFORMAÇÕES: 65 3642 2733-84145403

FENAJ e Sindicatos desencadearão ampla campanha em defesa do diploma

Em Defesa da Profissão

FENAJ e Sindicatos desencadearão ampla campanha em defesa do diploma

Com o recurso extraordinário do Ministério Público Federal que questiona a regulamentação profissional dos jornalistas na pauta do Supremo Tribunal Federal, a FENAJ e os Sindicatos da categoria preparam ampla campanha para sensibilizar os ministros e consolidar a exigência do diploma em Jornalismo como condição para o exercício da profissão e garantia do direito da sociedade à informação com qualidade. A Executiva da Federação e a Coordenação Nacional da campanha orientaram os Sindicatos a prepararem um conjunto de ações para mobilizar os profissionais e conquistar apoios na sociedade.

O recurso extraordinário do Ministério Público Federal - a partir de ação impetrada em 2001 pela Associação das Empresas de Rádio e TV de São Paulo - questiona a regulamentação profissional dos jornalistas brasileiros (Lei nº 972/1969 e adendos), que estabelece a obrigatoriedade da formação e diploma específico em Jornalismo para o exercício da profissão. Em 2005 o Tribunal Regional Federal (TRF), de São Paulo, decidiu por unanimidade que a regulamentação é Constitucional, pois foi absorvida pela Constituição Brasileira de 1988.

No entanto, insatisfeito com a decisão, o Ministério Público Federal - parte incluída pelo patronato na questão - recorreu ao STF.Nesta semana o advogado da FENAJ e Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na ação, João Roberto Piza Fontes, distribui um memorando aos ministros do STF com um histórico da evolução legislativa da regulamentação profissional dos Jornalistas. Para o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade este momento “é o mais importante nesta longa guerra de exatos 70 anos em defesa da nossa regulamentação profissional”. Como existe a possibilidade de que o julgamento aconteça a qualquer momento, Murillo considera estratégico que o plano de ampla mobilização da categoria, proposto pela Executiva da FENAJ e coordenação da Campanha em Defesa do Diploma, seja posto em prática imediatamente.

Na busca de apoios na sociedade, uma das atividades é a “caravana dos jornalistas em defesa da profissão”, onde dirigentes da FENAJ e dos Sindicatos da categoria em cada região do país montarão um calendário de mobilização, promovendo palestras, debates, entrevistas, atos públicos para distribuir materiais da campanha e ampliarão a coleta de adesões ao abaixo-assinado que já circula no país. Também estão previstos materiais para dar ampla visibilidade a esta luta.

Nestas e em outras ações, a mobilização de professores e estudantes de Jornalismo, bem como ações conjuntas com as entidades do campo do Jornalismo (FNPJ e SBPJor) e da área da comunicação (Intercom, ABI, Jornalismo Científico, Cinema e dos outros segmentos profissionais da área) é considerada fundamental. Apoios de outras categorias, inclusive de outras profissões regulamentadas, serão buscados, como também de autoridades e personalidades políticas.Valci Zuculoto, diretora do Departamento de Educação da FENAJ e membro da coordenação da campanha, reforça o entendimento de que é de toda a sociedade esta luta.

“Sobretudo porque somos e devemos formar profissionais que têm responsabilidades públicas com a construção da consciência coletiva é que consideramos a tentativa de derrubar a exigência do diploma uma ameaça não apenas ao profissional, mas a toda a sociedade. Queremos garantir não somente uma conquista corporativa, mas o direito de toda a sociedade à informação com qualidade e ética”, diz.

Fonte:Fenaj

20 de jun. de 2008

Comunicação democrática só é possível com democracia na educação e na cultura




DESAFIO


Comunicação democrática só é possível com democracia na educação e na cultura


Não é possível falar em democratização da comunicação sem falar em democratização da educação e da cultura. Esta foi a linha seguida pelo professor doutor em Comunicação, Roberto Boaventura, durante sua participação no grupo de estudo do Fórum Estadual pela Democratização da Comunicação (FNDC), realizado nesta quinta-feira (19).

A partir da análise das letras de duas músicas, de autoria do cantor e compositor Chico César, Boaventura tentou mostrar aos participantes do grupo que a decadência da educação brasileira reflete diretamente na dificuldade de acesso à cultura e no “gosto” popular.

“Até que ponto eu tenho o direito de dizer que gosto não se discute? Até que ponto isso é realmente democrático? Pois eu digo que gosto se discute como qualquer outra coisa”, provocou o professor.

Para o professor, que representa a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat) no Fórum, os trabalhadores e filhos dos trabalhadores, que constituem a maioria do povo brasileiro, não têm acesso a instrumentos que lhes proporcionem uma análise mais crítica sobre o que é consumido culturalmente hoje no Brasil.

“O déficit educacional e cultural do Brasil transforma a juventude de transviada a vitimada”, considerou. De acordo com o professor, ao negar um ensino de qualidade, o Estado elimina qualquer possibilidade de ascensão social ao trabalhador.

A democratização da educação e da cultura pressupõe o respeito pelo saber, pelos costumes e pelo linguajar popular, mas não abre mão da educação de qualidade. Pois é preciso dar ao povo instrumentos para competir em pé de igualdade com as classes mais elevadas socialmente e abastadas economicamente. Caso contrário a exclusão social só tende a aumentar.

Boaventura argumentou que escolheu trabalhar com música neste primeiro momento do grupo de estudo porque muitas vezes este instrumento, embora seja talvez o mais utilizado para promover a comunicação, não é lembrado como um meio de comunicação.

A idéia de criar um grupo de estudos surgiu da necessidade de qualificar os próprios participantes do Fórum e, com isso, melhorar a qualidade do debate com a população em geral.

O FEDC, constituído por várias entidades, movimentos sociais e estudantis, está se reunindo quinzenalmente na sede do Conselho Regional de Psicologia (CRP) – Rua 40, n.º 120, Boa Esperança -. As reuniões são abertas e ocorrem quinzenalmente as quintas-feiras, a próxima será no dia 03 de julho, a partir das 19horas.

Jornalistas - Sábado tem reunião ordinária



SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000
sindjormt@hotmail.com – (65) 3025-4723 - sindicatodosjornalistasmt.blogspot.com.br





O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca a diretoria da entidade e todos os jornalistas para reunião ordinária de sábado, dia 21 de junho, às 14 horas, na sede do Sindjor-MT.



Pautas:

*Informes
*Interior
* Campanha salarial- preparação para dissídio coletivo
* Festa Julina – resultado da reunião da comissão e lançamentos de campanhas
* Sede (aluguel)
* Congresso Nacional de Jornalismo
* Outras



OBS> A sede do sindicato fica na Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000, atrás do Hospital Santa Helena


VEM PRA LUTA, QUE É NOSSA !!!


Alcione dos Anjos - Secretária Geral em exercício

19 de jun. de 2008

Fórum inicia formação de integrantes - saber para agir


Convite
O Fórum Estadual pela Democratização da Comunicação (FEDC) se reúne hoje (19), às 19h, na sede do Conselho Regional de Psicologia (CRP). Na ocasião será iniciado o grupo estudo pela Democratização da Comunicação.

O palestrante do dia é o professor doutor em Comunicação, Roberto Boaventura, que representa a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat) junto ao Fórum.


O objetivo do grupo é qualificar as discussões no Fórum para que consigamos avançar em suas ações e fazer com que o debate chegue até a população em geral. As reuniões são abertas e visam atingir o maior número de participantes possível.

Venha participar desta luta e ajudar a construir uma comunicação verdadeiramente democrática, transparente e responsável.

Serviço:
O quê: Reunião do Fórum Estadual pela Democratização da Comunicação
Onde: sede do CRP - Rua 40 n.º 120 - Boa Esperança - próximo ao Colégio Master Júnior
Quando: 19 de junho - quinta-feira - às 19h

18 de jun. de 2008

Jornalistas da revista francesa Paris-Match se recusam a colaborar com site

Redação - Portal IMPRENSA

Os jornalistas da revista francesa Paris-Match e do Journal du Dimanche, do grupo Lagardère, decidiram não trabalhar mais para os sites das publicações até que as condições de pagamento por cada colaboração sejam definidas.

O fim da colaboração começa a vigorar a partir da próxima quinta-feira (19), e vai continuar até que seja estabelecido um acordo considerado digno para os jornalistas. A decisão ocorreu após uma votação organizada em cada uma das redações.

Em sua maioria, os jornalistas foram contra a continuação de qualquer colaboração com o site, na forma de blogues, comentários em áudio e vídeo, fotos ou textos. Eles consideram que a estrutura atual do site da Paris-Match "não garante nem o controle nem a coerência de uma linha editorial fiel aos valores da revista".

As informações são do site Público

17 de jun. de 2008

VAGA NO SETOR DE FOTOGRAFIA DA SECOM DE CUIABÁ

SERVIÇO
A SECOM DE CUIABÁ ESTÁ PRECISANDO, EM CARÁTER DE URGÊNCIA, DE UM REPÓRTER FOTOGRÁFICO PARA COBRIR FÉRIAS DE 45 DIAS. INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO PELO TELEFONE (65) 3051-9019

16 de jun. de 2008

ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 14 DE JUNHO DE 2008



SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000
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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 14 DE JUNHO DE 2008
Aos quatorze dias do mês de junho do ano de dois mil e oito, reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso – Sindjor-MT – para reunião ordinária da gestão 2007/2010 os seguintes membros da diretoria do sindicato: Keka Werneck (presidente), Márcia Raquel (tesoureira em exercício), Alcione dos Anjos (secretária-geral em exercício), Adriana Nascimento, Laura Lucena e a repórter fotográfica, Mary Juruna entre outros jornalistas. A reunião foi convocada às 14h00 na sede do Sindjor, tendo como pauta principal Campanha Salarial 2008 - “PRA TIRAR O ATRASO”- avaliação da última rodada de negociação e próximos passos, Festa Julina (Para melhor arrecadação do Sindjor) e lançamento de campanhas. Informes – 1- Keka falou sobre a participação do Sindjor na marcha do MST, disse que foi emocionante, além dela participaram a Dafne e a Mary Juruna. 2- Adriana informou que ela e o André foram a Tocantins participar do Intercom, eles conversaram com presidente do Sindicato de Jornalismo de Alagoas, Carlos, estado com maior piso do Brasil (R$ 1.800,00). Trocaram informações sobre a situação de todos os estados e realizaram 1ª Assembléia de Ecomunicadores do Mato (MT e MS), aprovando estatuto para a elaboração do Prêmio de Jornalismo Poeta Manoel de Barros, que deve ser lançamento em outubro de 2008, durante o pré-congresso jornalismo ambiental. 3- Adriana lembrou do Dia do Meio Ambiente, e disse que está pensando cartilha sobre consumo consciente. 4 – Márcia passou informes da Ana Karla que justificou a falta na reunião: nervo ciático inflamado. 5 - Festa Julina: Ana Karla fez os ofícios a empresas e órgãos sobre parceira para a festa, ela disse que conversou com o Big Lar e Goiabeiras, já encaminhou por e-mail os ofícios a pedido deles e os demais serão encaminhados essa semana. 6- A Ana participou da reunião no MPT, o Sindjor participa da organização do Prêmio Para Erradicação do Trabalho Escravo: nome já escolhido: Dom Pedro Casaldáliga, já está pronto o regulamento. É concurso nacional, mas com matérias referentes a Mato Grosso concorrem cinco categorias (Revista, Jornal Impresso, Tele, Site e Rádio), só pode participar quem tem DRT, por orientação da Fenaj. O valor do prêmio é de R$ 40 mil para todas as categorias, exceto site (R$ 20 mil), o segundo lugar receberá um Notbook, segundo a Ana já houve reunião com Fenaj e ficou definido que a federação e os sindicatos para ajudar na divulgação nacional, o promotor Rafael vai ajudar na divulgação aqui no Estado, o Sindjor também contribuirá para a divulgação, em fevereiro encerram-se as inscrições e em março irá ocorrer a premiação, serão sete jurados - cinco de fora (dois indicação Fenaj) e dois de MT - indicados pelo MPT. O sindicato defende que quem defina isso seja a comissão organizadora. 7- Márcia colocou no blog do Sindjor o banner do 1º Prêmio Unic-Sindjor, sobre ensino superior. 8 - Disse que na última quinta-feira (05) era haver o encontro do Fórum pela Democratização dos meios de comunicação, disse que tentou mobilizara a categoria, mandou mensagem para celulares e e-maisl, mas só Robertinho, a própria Márcia e uma estudante participaram do Encontro. 9- Keka propôs que o assunto fosse para pauta e sugeriu nova pauta: sobre baixar taxas de energia elétrica. As sugestões foram acatadas. 10- Márcia disse que na próxima quinta-feira (19), às 19 horas, mesmo horário, o Fórum se reunirá para fazer a explanação proposta pelo Robertinho e dar inicio ao Grupo de Estudos. 11- Keka sugeriu que entrar na pauta: Mobilização. Que foi acatada. 12- Humberto – informou que conseguiu duas passagens aéreas para o Sindicato mandar delegados para o Congresso Nacional, e a outra informação é que a Abrajet conseguiu recursos com o Ministério do Turismo (R$ 50 mil) para fazer alguma ação junto com o Sindicato para o turismo de MT, há se pensar. 13- A Márcia se predispôs a ajudar na organização do evento. 14- Keka lembrou que o arquivo de fotos do Sindjor está desorganizado, a Dafne disse que se responsabiliza pela organização. Entrando na Pauta 1- Interior - Alcione lembrou do e-mail da Daniela Melhorança (Sinop) lamentando o resultado da negociação do piso no MPT, Keka voltou a dizer que não saímos fracassados, mas sim vitoriosos, pois o resultado independe apenas do Sindjor. Alcione se posicionou dizendo que o fracasso foi da negociação no MPT e não da luta, que ainda temos que garantir a mobilização para conseguirmos de fato uma vitória durante o dissídio. 2- Keka disse que o interior deve ser novamente visitados assim que terminarmos a campanha salarial, lembrou que devemos ir a Rondonópolis, Cáceres, Barra do Garças e Sinop. 3 – Disse que ainda há camisetas no interior, pediu para que o Sindjor peça que remetam novamente a Cuiabá para vendermos e ajudar na arrecadação. 4- a situação dos sindicalizados em Rondonópolis foi lembrada hoje eles se reúnem em vários lugares, mas para ter um local fixo para essas reuniões o caminho já está bem adiantado, uma colega jornalista deve ceder uma sala para esses encontros. 5- A Márcia disse que o Roberto (Roo) perguntou se a arrecadação de Rondonópolis pode ficar por lá, a Márcia disse que normalmente 10% apenas vêm para o Sindjor e o restante fica por lá, mas lembrou que conversando como ex-presidente Jonas, ele disse que para repassar esses valores há expectativa de pode diluir a percentagem em cima do número de sindicalizados, quanto maior for o número de sindicalizados menor ficaria a percentagem repassada. A Márcia disse que precisamos estudar essas regras. 6- Laura disse que começa a trabalhar esta semana em Chapada, como agora não tem obrigação de ‘bater ponto’ ficará mais livre para viagens e participação no Sindjor. 7- Keka disse a ela para começar a pensar em uma sede ou grupo de jornalista em Chapada ou sede campestre do Sindicato. 8- Alcione lembrou que vai começar o festival de Inverno em Chapada e que no ano passado foi muito em cima da hora a participação do Sindjor lá, e questionou se esse ano não dá para pensar antecipadamente e fazer algo mais organizado. 8- A Laura ficou de ver a participação do Sindjor no festival, apesar da programação oficial já está fechada. 9 - A Keka lembrou da possibilidade de programação paralela. 10- Formou-se comissão: Keka, Dafne e Laura para pensar na programação no festival do Sindjor; a princípio com participação de coral, apresentação de algum filme e o Grupo Timbanaré (data do festival 28 de junho a 06 de julho). 11- A Márcia lembrou que se essa comissão fechou com a organização do festival e outra comissão precisa ser formada para se responsabilizar pela organização da Festa Julina. Ficou defina a nova comissão: Alcione, Márcia e Ana Karla, depois a Dafne entrou, pois surgiu a possibilidade de parceira com o Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFMT para fazer a festa. Pauta 2- Campanha Salarial – 1- Keka disse que a avaliação foi positiva do ponto de vista de mobilização, fez relato da reunião tensa na última rodada e perguntou aos presentes sobre os próximos passos para a categoria ir a dissídio, depois que todos falaram o resultado é que a mobilização da categoria será fundamental para uma vitória. 2 - Márcia sugeriu encaminhamento: Keka falar com o Faiad sobre o estatuto e o processo de agora em diante, antes da próxima reunião ordinária e no sábado colocarmos isso como pauta principal. Pauta 3- Festa Julina – 1- Como já dito, Márcia, Alcione, Ana Karla e provavelmente a Dafne farão parte da comissão organizadora, a festa será no sábado dia 12 de julho. Temos que pensar em local. 2- Dafne sugeriu na UFMT, ao lado do campo de futebol de areia, disse que tem local para fazer uma fogueira. 3- Adriana disse que é contra por causa do Meio Ambiente e sugeriu fazer bandeirinhas de jornal reciclado. 4- Laura disse que a associação dos servidores da Assembléia Geral tem local bom.5- Keka disse que a Adufmt tem espaço ao lado da OCA, defendeu a fogueira disse que não vê problemas. 6- Márcia achou que os locais são legais e prefere Adufmat além de defender a fogueria, lebrou que as casas da Maricelle ou da irmã foram oferecidas, mas destacou que em casa não daria para fazer a fogueira. 7- Dafne achou que a Adufmt é o espaço legal, mas não é propício, daí sugeriu a parceria com Centro Acadêmico (Cacos) para fazer a festa e divulgação. Festa com direito a correio elegante, pescaria, cadeia do amor, barracas. A Dafne conversará com o CA e em seguida conversará co o Sindjor para formar a parceira e a comissão. 8- Márcia destacou que a festa tem objetivos de melhorar a arrecadação, fazer o lançamento de Campanha Sindicalização e o lançamento da Campanha Sede Própria. 9- Adriana deu idéia de fazer cartão de consumação para venda antecipada. 10 – todos rechaçaram a venda fiado, pois o Sindjor está conseguindo pagar a penas as dívidas das festas sem nenhum lucro significativo. 11- Alcione disse que deve pensar na campanha de sindicalização, principalmente por que os estudantes vão participar da festa e podem fazer a pré-sindicalização, pediu a Dafne para defender a pré-sindicalização. 12- Márcia sugeriu que os presentes pensassem em uma slogan para a camapcanha. Resolvemos pedir sugestão no blog e por e-mail. Algumas idéias sugiram: Sindicalize Já! - Vem pra Luta! - Vem pra Luta que é nossa! Até quando você vai levar porrada? - Novos Filhos da Pauta – Abrace o Sindjor - Diga Sim ao Sindjor! Valorize-se - Jornalista não é artista, vem pra luta! – Vem pra Luta com o Sindjor – Jornalista? Presente! Vem pra luta com o Sindjor!). 13 - Sobre a campanha da sede própria, a keka disse que a idéia é lançar durante a festa a preocupação de que é preciso uma campanha de arrecadação para construir a nova sede, senão perderemos novamente o terreno, estratégias para buscar parceiros para arrecadar dinheiro para construção e também pensar em buscar deputados estaduais para emendas parlamentares e garantir a obra. 14- Humberto lembrou que pode ser feito também gestão junto aos ministérios para destinação de verba para obra. Pauta 4- Congresso – 1- Keka leu informações sobre o congresso nacional de jornalista, que ocorrerá em São Paulo em agosto, o Sindjor tem que chamar Assembléia Geral para eleger delegados para levar teses para os debate, disse que durante a festa a categoria será informado sobre isso. Mato Grosso tem direito a quatro representantes e as taxas de inscrições são: jornalistas delegados (hospedagem, alimentação, material, confraternização R$ 220,00), jornalistas observadores sindicalizado (painéis, oficinas, coffe break, material, festa, coquetel de abertura e encerramento R$ 300,00), jornalistas observadores não-sindicalizado (painéis, oficinas, coffe break, material, festa, coquetel de abertura e encerramento R$ 400,00), estudantes pré-sindicalizados (painéis, oficinas, coffe break, material, festa, coquetel de abertura e encerramento R$ 150,00), estudantes (painéis, oficinas, coffe break, material, festa, coquetel de abertura e encerramento R$ 300,00). 2- A keka precisou sair da reunião antes de encerrar as pautas e a Márcia assumiu o comando- 3- Márcia disse que quinta-feira (19) haverá grupo de estudo no Fórum pela Democratização da Comunicação e que tem que mobilizar a categoria para participar do debate. 4- Alcione disse que poderá participar. 5- Márcia lembrou que a campanha salarial mobilizou um pouco categoria e precisamos pensar o que mais fazer para mobilizar. 6- Adriana disse que podemos fazer uma roteiro para chamar as pessoas pro sindicato, oferecer descontos na mensalidade para aqueles que cumprirem metas de comparecimento. 7- Alcione disse que o Sindjor tem que provocar os jornalistas para eles se interessarem e não pensar na colaboração deles para mobilizar o sindicato, deu a idéia de retomar os relatórios semanais das ações que o Sindjor participa e enviar por e-mail para os jornalistas. Pedir aos mesmos que imprimam e coloquem o relatório nas redações. Além disso, é preciso movimentar o Blog com matérias de interesse da categoria, enviando um trecho da matéria por e-mail com o endereço do blog do Sindjor, para incentivar o acesso, entre outras ações. Devido ao avançado da hora, por voltas das 18h00, Márcia encerrou a reunião e eu, Alcione dos Anjos, lavrei a presente ata.

Alcione dos Anjos – secretária geral em exercício do Sindjor-MT

13 de jun. de 2008

Sindjor convoca para reunião ordinária nesse sábado

SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”
Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000
sindjormt@hotmail.com – (65) 3025-4723 - sindicatodosjornalistasmt.blogspot.com.br





O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca a diretoria da entidade e todos os jornalistas para reunião ordinária de sábado, dia 14 de junho, às 14 horas, na sede do Sindjor-MT.



Pautas:
* Interior
* Campanha salarial- avaliação da última rodada de negociação e próximo passos
* Festa Julina - Para melhor arrecadação do Sindjor
* Outras



OBS> A sede do sindicato fica na Rua Presidente Marques, 1532, Santa Helena-Cuiabá-MT- 78.005.000, atrás do Hospital Santa Helena


VEM PRA LUTA, QUE É NOSSA !!!


Alcione dos Anjos - Secretária Geral em exercício



Ação do diploma está na pauta do Supremo Tribunal Federal

Já está na pauta do Supremo Tribunal Federal o recurso extraordinário sobre a exigência do diploma de formação universitária específica para o exercício profissional do Jornalismo. A FENAJ considera que o momento é decisivo para a categoria. Por isso desencadeará nova e ampla mobilização em defesa dos interesses dos jornalistas.

A Executiva e a Coordenação Nacional da campanha em defesa do diploma reuniram-se em telereunião nesta quarta-feira (11/06). Foi definido um plano de Mobilização a ser implementado nos próximos dias. A idéia e envolver os Sindicatos da categoria, cursos de Jornalismo, entidades da área, movimentos sociais e todo o apoio material e político possíveis para sensibilizar o STF.Para o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, o questionamento da exigência do diploma para o exercício do jornalismo revela “o inequívoco interesse empresarial em derrubar tal exigência como elemento central de desregulamentação da profissão”.

Murillo considera, no entanto, que uma ampla movimentação da categoria neste momento será determinante.Na próxima semana o advogado que defende o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a FENAJ nesta ação, João Roberto Pizza Fontes, entregará um memorial sobre esta questão aos ministros do STF.

Fonte: FENAJ