DESTAQUE
NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017
Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...
21 de dez. de 2008
18 de dez. de 2008
A SAPATADA

Exigimos que o jornalista Muntadar al-Zaidi seja libertado imediatamente e possa retornar à redação da emissora de televisão Al-Baghdadia, baseada no Cairo. Exigimos também que as autoridades iraquianas garantam a integridade física do nosso corajoso colega. É intolerável e escabroso que Muntadar al-Zaidi, conforme denúncia do seu irmão, esteja sendo torturado em prisão iraquiana!
Além de expressar nossa solidariedade, reiteramos que o colega jornalista Muntadar al-Zaidi com seu gesto apenas exerceu o direito de manifestar-se energicamente contra a atrevida visita ao Iraque do principal responsável pelo atroz sofrimento imposto ao povo pelas tropas de ocupação: George W. Bush.
Muntadar al-Zaidi deu o recado de milhões de cidadãos deste Planeta que entendem que o Presidente dos Estados Unidos viajou ao Iraque apenas para fazer marketing. Algo inadmissível, amoral e hipócrita, que, vale sempre repetir, merece o repúdio de todos os cidadãos do mundo.
Mário Augusto Jakobskind (Rio de Janeiro)
Romário Schettino (Distrito Federal)
Leonor Costa (Distrito Federal)
Bia Barbosa (São Paulo)
Pedro Pomar (São Paulo)
Keka Werneck (Mato Grosso)
Marcia Raquel (Mato Grosso)
Maria Luiza Franco Busse (Rio de Janeiro)
Luciana Araújo (São Paulo)
Rafael Duarte D'Oliveira (Rio de Janeiro)
Caroline Santos (Sergipe)
George Washington (Sergipe)
Antônio Carlos Queiroz (Distrito Federal)
Claudia de Abreu (Rio de Janeiro)
Antonio Castigliola (Rio de Janeiro)
Beto Almeida (Distrito Federal)
Beth Rezende (Rio de Janeiro)
Daniel dos Santos Hammes (Rio Grande do Sul)
Caio Teixeira (Santa Catarina)
Fernanda Estima (São Paulo)
Miriam Gontijo de Moraes (Minas Gerais)
Paulo Miranda – (Distrito Federal)
Álvaro Britto (Rio de Janeiro)
Edgard Fonseca (Rio de Janeiro)
José Christian Góes (Sergipe)
Katia Marko (Rio Grande do Sul)
Sergio Caldieri (Rio de Janeiro)
Nilo Sergio Gomes (Rio de Janeiro)
Teresa Cristina Nogueira Azevedo (São Paulo)
Fernando Paulino (Rio de Janeiro)
Lindinor Larangeira (Rio de Janeiro)
Marlucio Luna (Rio de Janeiro)
Claudia Santiago (Rio de Janeiro)
Vinicius Mansur (São Paulo)
Bartira Silva de Lima (Rio de Janeiro)
Vilso Junior Santi ( Rio Grande do Sul)
Elida Miranda (Alagoas)
Elis Regina Nuffer (Rio de Janeiro)
Marcelo Netto Rodrigues (São Paulo)
Mouzar Benedito (São Paulo)
Laerte Braga (Minas Gerais)
Najla Passos (Distrito Federal)
Álvaro Neiva (Rio de Janeiro)
Luciana Crespo (Rio de Janeiro)
Jorge Nunes (Rio de Janeiro)
Carla Lisboa (Distrito Federal)
Adelfran Lacerda (Rio de Janeiro)
Bernadete Travassos (Rio de Janeiro
Hélcio Duarte Filho (Rio de Janeiro)
O ser humano normal sonha com isso. Trabalhar na Globo, aparecer em rede nacional, ser reconhecido no supermercado. E, de quebra, ainda ter uma boa poupança para os tempos difíceis. Para isso, só vale uma regra: não brigar com o poder. Servilismo, servidão. Dar murro em ponta de faca pra quê? Bobagens de quem não tem família para sustentar.
Pois o jornalista iraquiano Muntadar al-Zeidi fez o improvável. Ele não escreveu qualquer matéria, não ficou perdido entre anotações, não usou câmera escondida, não foi para frente de batalha, não mergulhou em documentos, sequer narrou a vida desgraçada dos seus compatriotas, acossados pela ganância estadunidense. Ele apenas arremessou um sapato contra o rei. Numa situação absolutamente normótica, quando os jornalistas se aglomeram para fazer perguntas idiotas a um energúmeno completo como é o presidente estadunidense, sem que absolutamente seja aventada qualquer possibilidade de um questionamento embaraçoso paro o poder, o homem, jornalista, explodiu.
Não era terrorista, nem homem-bomba, nem nada. Só uma pessoa, cansada de servir àquele que nada mais era do que um gangster de terceira classe. Mas que, por tanto tempo nos píncaros da gloria, comandando o exército mais poderoso da terra, havia de ser temido. E assim, não bastando ter destruído toda a cultura do Iraque, matado sua gente, destruído sua auto-estima, massacrado sua honra, ainda se deu ao luxo de ir dizer "goodbay" . Tripudiava , pisoteava, humilhava um pouco mais aquele povo que até hoje, passados cinco anos, ainda morre pelo simples fato de ser o que é.
O jornalista não ouviu os dois lados, não contou histórias, não checou informações. Ainda assim merece ganhar todos os prêmios do mundo. E por quê? Porque num tempo em que o normal é servir ao poder ele disse: Não! Sem armas, mas sem medo, ele usou o que mais prosaico se poderia usar, o sapato. E, num ato de digna raiva o arremessou contra o boneco estadunidense, que tal e qual um estúpido, ria sem entender a grandeza do gesto. O jovem iraquiano que aos gritos de "cachorro", tentou atingir o presidente do país mais armado da terra, ficará eterno ao protagonizar uma hora histórica. No lugar improvável, entre os serviçais, ele se levantou e arremessou o sapato. Um gesto pueril, inglório, tolo, mas que redimiu parte da humanidade.
Não é sem razão que pelo mundo todo seu gesto ingênuo esteja sendo saudado como a maravilha das maravilhas. Porque no planeta dos escravos de Jó teve um que decidiu sair da casinha do jornalismo cortesão e dizer ao mundo a palavra aprisionada: "cachorro!", que, pensando bem, é uma ofensa contra esses lindos animais. Vai-te para o inferno George Bush, porque, como já dizia Ali Primera "hermano de mi pátria usted no es".
Foi bonito, foi redentor, mas, e agora? Será diferente com Obama? É diferente dos demais carrascos? Trará paz ao mundo? Acabará com Guantánamo? Findará a tortura? Deixará de ingerir sobre a vida das gentes nos países que têm riquezas para eles roubarem? Duvido muitíssimo!
O bravo jornalista do Iraque enfrentou a ira dos deuses e está a receber aplausos de todos os cantos do mundo. Legal, isso é bom. Mas, quisera eu que os coleguinhas do mundo todo principiassem a realizar o insólito, tal qual o iraquiano, não atirando sapatos, mas narrando a vida, a vida mesma, essa que escorre pelos dedos da história real e que não encontra espaço para se expressar.
Sim, foi orgástico ver o sapato voando. Talvez fosse tudo o que aquele homem pudesse fazer. Mas nós, aqui na terrinha, podemos mais do que um sapato no ar. Nós podemos contar da vida, dos podres do poder, da dominação. Nós podemos narrar o horror do cotidiano e mais, nós podemos anunciar a boa nova. Outras formas há de se viver no mundo. Boas e bonitas. Os atiradores de sapatos são bem vindos, sim, mas é chegada a hora dos Jeremias a insistir contra todo o bom senso: "ainda hão de nascer flores neste lugar". Viva o jornalista iraquiano que arremessou os sapatos, mas vivam também os loucos que, a despeito de tudo, jogam a merda do capital no ventilador. Eles não aparecem em rede nacional, mas estão aí, insistindo e lutando. Há mais sapatos voando por aí do que pode sonhar nossa vã filosofia!
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Sindjor descerra placa marcando local da construção de sede no CPA
Por Sílvia Devaux, com fotografias de Marcos Vergueiro/Secom-MT
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor/MT) descerrou, na manhã desta quinta-feira (18.12), a placa marcando o local das futuras instalações da sua sede no Centro Político Administrativo. O terreno, de 1.024 metros quadrados, foi concedido pelo Governo do Estado, no início do ano, à entidade por 50 anos, prorrogáveis por mais 50. Agora a Diretoria do Sindjor começa as conversas com os arquitetos e engenheiros para elaboração do projeto da obra de construção.
A presidente do Sindjor, Keka Werneck, contou que “por duas outras tentativas o Sindicato lutou para conseguir o terreno, e erguer uma sede para categoria exercer o direito de se organizar e lutar pelos seus direitos trabalhistas e por outras questões”. Keka adiantou que a Diretoria pensa num projeto ecologicamente correto, com uso sustentável de energia solar e captação das águas de chuva.
A princípio, a obra da sede contará com a construção de um mini-auditório para as reuniões, Sala de Imprensa para o suporte de jornalistas que cobrem o Centro Político, Biblioteca com espaço inclusive para exposições e salas do Administrativo. Segundo o secretário de Estado de Comunicação, José Carlos Dias, foi escolhido um terreno com boa visibilidade no CPA, próximo à Defensoria Pública, ao Ministério Público Estadual e à Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB/MT).
José Carlos Dias lembrou que a sede significa vida nova ao Sindicato, vida nova ao jornalismo. Ele disse ainda que o governo de Mato Grosso respeita a categoria de jornalistas, por isso após conversa com a Diretoria do Sindjor entendeu a situação e concedeu o terreno para a obra. Dessa forma, acrescentou o secretário, contribui com a discussão das Políticas de Informação. “Um lugar para se reunir e prestar um bom trabalho à sociedade”, completou.
O Sindjor conseguiu a assinatura de 21 deputados estaduais que se comprometeram a destinar R$ 20 mil, cada um, de emendas parlamentares para ajudar na obra. O secretário de Imprensa da Assembléia Legislativa, Osmar Carvalho, representando os parlamentares, falou que os deputados se envolveram de imediato por entender a importância da sede. Com o documento assinado pelos parlamentares em mãos, a presidente do Sindicato dos Jornalistas reforçou que o apoio não compromete o trabalho e a imparcialidade de atuação da entidade.
O jornalismo tem representação de classe desde 1972, mas ainda conta com um orçamento mensal de apenas R$ 3 mil. Segundo Keka, o que é difícil melhorar, porque hoje a maioria dos profissionais está com salário atrasado ou defasagem salarial. A secretária Geral e tesoureira em exercício do Sindjor, Márcia Raquel de Oliveira, a previsão é que a sede esteja pronta até final de 2009.
A placa foi confeccionada pela jornalista e artista plástica de Mato Grosso, Vitória Basaia.
Ouça a matéria e veja mais fotos em http://www.secom.mt.gov.br/
17 de dez. de 2008
16 de dez. de 2008
COMPAREÇAM AO DESCERRAMENTO DA PLACA
Na próxima quinta-feira, dia 18, às 9 horas da manhã, estaremos descerrando a placa, que fixa, formalmente, nossa sede no terreno concessionado pelo Governo do Estado ao Sindjor-MT, por 50 anos, prorrogáveis por mais 50.
O TERRENO FICA AO LADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL E PRÓXIMO À OAB-MT NO CPA.
Ainda estamos nas articulações finais. Ainda não está confirmado, mas há a possibilidade da presença do governador Blairo Maggi e de outras autoridades do staff do governo.
Gostaríamos de convidar à categoria, para que acompanhe esse MOMENTO HISTÓRICO. Já estamos também fazendo as primeiras conversas com arquiteto e engenheiros, para elaborar o projeto da sede.
O convite formal para a cerimônia será será encaminhado por e-mail.
"Com as pedras do caminho construímos nosso muro de resistência" (Vitória Basaia)
JULGAMENTO DO DIPLOMA DEVE FICAR PARA O ANO QUE VEM!
Companheiros e companheiras.
O JULGAMENTO DO DIPLOMA DEVE FICAR PARA O ANO QUE VEM!
Embora seu presidente, ministro Gilmar Mendes, tenha informado que apresentaria seu voto ainda neste semestre, o STF não incluiu o julgamento da obrigatoriedade da formação em Jornalismo nas suas últimas sessões do ano antes do recesso, marcadas para estas quarta e quinta-feiras, dias 17 e 18. E nem mesmo para a sessão extraordinária, que acontecerá sexta, dia 19. Mas não podemos desmobilizar. Há possibilidade de ainda alterar a pauta de julgamentos. Leiam mais informações no site da FENAJ.
Também não podemos tirar "férias" da campanha neste final de ano e em janeiro. A questão pode ir a julgamento logo após a volta do recesso, em 2 de fevereiro. Precisamos fortalecer ainda mais a campanha e a disseminação do debate na sociedade.
Por isso, a Coordenação Nacional da Campanha orienta que todos continuem promovendo atividades para divulgar nosso movimento e buscar mais apoios. Algumas sugestões são: - incluir divulgação da campanha/defesa diploma nos blocos carnavalescos de jornalistas país afora;
- continuar com lançamentos de livros e/ou outros eventos onde for possível e viável neste período;
- colocar o livro para venda na internet (como fez a FENAJ na Banca do Daniel) e/ou em livrarias (como fez o Sindicato do Paraná com livrarias Curitiba e o Município do Rio fará com Livraria da Travessa).
A Executiva da FENAJ, durante reunião em Brasília em janeiro, vai definir novas estratégias para a campanha. E a Coordenação Nacional permanece trabalhando para implementá-las mesmo neste período de recesso e férias. Além de repassar informações e orientações, queremos receber mais sugestões de vocês. As mensagens devem ser encaminhadas para fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br
Não esqueçam de também continuar enviando matérias e fotos sobre as atividades para
boletim@fenaj.org.br; fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br; valci@fenaj.org.br
Bom final de ano a todos e todas!
Que 2009 seja de muitas vitórias e conquistas no movimento sindical dos jornalistas!
pela Coordenação Nacional da CampanhaValci ZuculotoDiretora de Educação da FENAJ
Pará se prepara para receber Fórum Social Mundial
Maurício Thuswohl, da Carta Maior
Designada pela governadora Ana Júlia Carepa para coordenar a organização do FSM 2009, a secretária de Governo, Ana Cláudia Cardoso, afirma que a maior aproximação entre o governo estadual e as organizações do movimento social nacionais e paraenses já é uma conquista provocada pelo Fórum: "Quando iniciamos as discussões sobre o FSM, há um ano, tivemos alguns problemas porque o governo apresentou uma pauta e os movimentos entenderam que a gente estava, de alguma maneira, querendo competir com eles. Naquele ponto ficou claro para nós do governo qual é o papel do Estado: o movimento social é protagonista e nós somos apoiadores", diz.
A partir daí, conta Ana Cláudia, foram organizadas diversas reuniões durante as quais os movimentos colocaram suas necessidades e prioridades políticas: "Percebemos que havia uma tarefa muito clara a ser cumprida pelo governo, que era articular as demandas e tentar mediar a relação dessas demandas com quem pudesse atende-las. O Governo do Pará contribuiu num aspecto: em nenhuma outra edição do Fórum houve esse nível de organização em termos de concentrar as demandas e fazer com que elas fossem trabalhadas pelo governo e pelos entes federais".
Ana Cláudia afirma que o governo estadual pretende realizar, durante o FSM, um balanço de suas ações em relação às pautas apresentadas pelos movimentos: "Essa foi uma demanda dos movimentos que a gente assumiu. O governo estará colocando com muita transparência suas ações e mostrando que estão sendo conquistados avanços no sentido de atender concepções e pressupostos dos movimentos em diversos pontos que serão debatidos no Fórum, como meio ambiente, direitos humanos, mineração, etc".
O movimento social paraense, segundo Ana Cláudia, poderá dar um salto organizativo após o FSM: "Queremos que no Fórum sejam articuladas redes entre as organizações. Vivemos um momento de cisão na economia mundial, estamos caminhando para um outro paradigma e o Fórum vai viabilizar para o movimento social do Pará a discussão sobre como a sociedade se insere nessa nova dinâmica que será estabelecida", diz.
Hospedagem solidária
O Governo do Pará quer garantir a infra-estrutura adequada à realização do FSM em quesitos como hospedagem, transporte, saúde e segurança pública. Uma das iniciativas a serem adotadas é a hospedagem solidária, conceito utilizado nas edições anteriores do Fórum: "Belém só tem oito mil leitos na rede hoteleira, mas a gente sabe que a população que está vindo para o Fórum talvez ficasse fora desse mercado de qualquer maneira. Então, com a iniciativa da hospedagem solidária, através da qual moradores da cidade cederão cômodos, conseguimos uma ampliação para 30 mil leitos", revela Ana Cláudia Cardoso.
Outras alternativas de hospedagem também serão utilizadas: "Casas de veraneio em áreas como a Ilha do Mosqueiro serão alocadas, e estamos apostando nos alojamentos que estão programados para dentro do fórum, como os acampamentos que serão feitos pela juventude, pelos quilombolas, pelos indígenas e pelas comunidades rurais", diz a secretária de Governo. Também haverá alojamentos nas universidades e em diversas escolas: "O Colégio Nazaré, por exemplo, reservou mil lugares para receber integrantes de colégios maristas de todo o Brasil".
Transporte alternativo
Em termos de transporte, afirma Ana Cláudia, a ordem é utilizar as potencialidades de Belém: "Estamos estimulando algumas estratégias. Houve toda uma articulação com a Capitania dos Portos e a Marinha do Brasil para viabilizarmos o fundeamento de embarcações e aproveitarmos a orla de Belém tanto para garantir soluções de mobilidade com rotas alternativas quanto para poder fazer atracação. Estamos trabalhando isso do ponto de vista da segurança e também da logística", diz.
"Vamos dinamizar os pontos de acesso rodoviário, aeroviário e hidroviário e estabelecer rotas para esses pontos se comunicarem. Além disso, estamos recapeando e dando uma arrumada na principal via de Belém, que é a Avenida Perimetral, e viabilizando a rota alternativa hidroviária da Universidade Federal do Pará até Mosqueiro. O governo tem a expectativa de que isso possa absorver esse contingente de pessoas que chegará à cidade", diz a secretária.
As coisas teriam sido mais fáceis, no que se refere aos transportes, se tivesse ocorrido parceria entre os governos estadual e municipal: "A relação com a Prefeitura de Belém não foi muito fácil. O ideal, por exemplo, seria que tivéssemos uma linha de ônibus especial para atender aos participantes do Fórum, mas isso é uma prerrogativa do município, que deve dar a concessão, e não está resolvido", diz Ana Cláudia.
Segurança e saúde
Para garantir a segurança do FSM, o governo estadual conta com o apoio do Ministério da Justiça: "O ministério alocou recursos para trabalhar comunicação, inteligência, defesa civil, etc. Isso traz para o Pará novos equipamentos como ambulâncias, lanchas, carros e instrumentos de proteção dos policiais. Todo esse equipamento permanecerá aqui após o Fórum. Também foram alocados recursos para a preparação dos policiais em termos de relações públicas, para que eles possam receber o público do Fórum", diz Ana Cláudia.
O Ministério da Saúde também enviou recursos ao governo paraense: "Solicitamos ajuda para o setor de saúde porque aqui existe o risco de endemias como dengue e malária. Os recursos serviram também para viabilizarmos o atendimento a eventuais emergências durante o Fórum. O governo estadual está entrando com a parte de investimentos - reformando unidades de atendimento e um hospital - e o Ministério da Saúde está entrando com toda parte de custeio, como medicamentos, recursos para pagamento de pessoal, etc.", diz a secretária.
15 de dez. de 2008
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA
O Sindicato dos jornalistas de Mato Grosso, de conformidade com os seus Estatutos, vem por decisão de sua diretoria, convocar os seus associados, para comparecerem a Rua Antonia Maria, 382, Edifício Virgilio Alves Correa Neto, Sala 304, 3º andar, Centro Sul, Cuiabá-MT, para Assembléia Geral Ordinária, que será realizada no dia 15 de dezembro de 2008, às 18:30, em primeira convocação, com dois terços dos associados em gozo com seus direitos, e às 19h em segunda convocação, com qualquer numero de presentes, para decidir sobre a seguinte ordem do dia.
a) – Prestação de contas, período de setembro/2007 a setembro de 2008.
Cuiabá-MT, 04 de dezembro de 2008.
Ana Angélica de Araújo Werneck ( Keka Werneck )
Presidente
13 de dez. de 2008
NOTA DE DESAGRAVO
A jornalista Cida Capelassi, assessora de imprensa da Secretaria de Estado de Saúde, cumprindo com sua obrigação, a pedido da coordenadora Nacional da Campanha de Imunização da Rubéola, Marlene Tavares, e com base nos dados do Ministério da Saúde, convocou entrevista coletiva sobre o assunto. O prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, não gostou da notícia, que expõe as fragilidades na saúde pública da capital e, também em entrevista, acompanhado pelo secretário municipal de Saúde, Luis Soares, citou a jornalista, dando a entender que ela estaria divulgando informações desimportantes ou inverídicas.
12 de dez. de 2008
VENCEDORAS NO 1º PRÊMIO UNIC/SINDJOR-MT
Jornalista Thais Raeli, categoria impresso – Tema: Universidades Ampliam vagas para índios de Mato Grosso – Veículo: Jornal O Compromisso
Jornalista Luzimar Collares, categoria telejornalismo – Tema: Serie Ensino Comquista, Tecnológicos e Integração – Veiculo: TV Centro América
Alunas Luana Souto e Sandra Ferreira, categoria acadêmico: – Tema: A dupla jornada dos estudantes noturnos – Veículo: Jornal Circuito Mato GrossoFotos em www.unic.brO natal do meu deusinho!
No meio da chuva, olhando os escombros, eu o vi. Chorava. Não tinha a leveza do menino do Pessoa. Estava triste. Seu olhar palestino, feio amêndoa doce, fitava um ponto fixo. Apertava os dentes e socava uma mão na outra, numa raiva digna, tal qual a dos zapatistas. Vestia um calção roto e um tênis rasgado, estava sem camisa. O peitinho arfava no ritmo do coração descompassado.
Eu cheguei de manso, como ele sempre chega aos meus natais. Geralmente sou eu quem precisa dele. Mas, naquele dia, era ele quem suplicava um afago. Estava ali, frágil como cabe a um deus minúsculo, tal qual ele é. Não falei nada. Sabia que ele estava naqueles dias em que as palavras sobram. Olhava os estragos dos homens e pensava, "como podem não compreender? Por que não entendem a mensagem?"
Veio da região do Vale do Itajaí e se aboletou na minha casa. Está lá, na parte de cima, andando em círculos, como um leão enjaulado. "Não quero festa de aniversário", disse. "Tenho raiva das multinacionais, do papai Noel", resmungou, emburrado. É por causa destas armadilhas do capital, de consumo, lucro, de busca pelo supérfluo que os homens vão destruindo a vida aqui na terra. "Quero ficar quieto", insistiu.
Já preparei tudo. Lá em casa não haverá peru, nem champanhe, nem bolo, nem música alta. Ficaremos no alpendre, olhando a lua, se não chover, sentindo a chuva, se ela vier. Eu deitarei na rede e ele sobre meu peito. Ficaremos ali, contando estrelas e vaga-lumes, sem falar. Ele dormirá e eu o levarei para dentro. Depois de tantos anos buscando seu colo, eu o confortarei. Será um silencioso natal. Um silente dia de aniversário.
Mas, no dia seguinte, continuaremos, meu frágil deusinho e eu, carabina de sonhos em punho, atirando, lutando, remando contra o vento, na direção do grande meio-dia!
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" [...] e aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." Nietzsche
11 de dez. de 2008
EMENDAS PARA A SEDE DO SINDJOR-MT JÁ SOMAM R$ 320 MIL
Da Assessoria

Após contato com o líder do Governo na Assembléia, deputado Mauro Savi (PR) e reunião com o presidente e o primeiro-secretário da Instituição, respectivamente deputados Sérgio Ricardo (PR) e José Riva (PP), os parlamentares se comprometeram a buscar assinaturas de todos os colegas para a construção da sede.
De acordo com a presidente do Sindjor, Keka Werneck, esta é a terceira vez que o Governo do Estado cede um terreno ao Sindicato dos Jornalistas para a construção da sede própria da entidade. Porém, nas vezes anteriores, não houve mobilização suficiente para arrecadar recursos que viabilizassem a construção.
“Então, para não perder mais uma vez a oportunidade, decidimos procurar os deputados estaduais como homens públicos que são, assim como procuramos o Governo do Estado que nos cedeu o terreno, sem que isso interfira nas lutas do Sindicato”, ressaltou a presidente.
O terreno concedido pelo Estado (contrato n.º 014/SPS/SAD/2008) possui 1024 m² e está localizado no Centro Político Administrativo, entre o Ministério Público Estadual e a Defensoria Pública. O prazo de concessão é de 50 anos, podendo o contrato ser renovado.
Na manhã desta quinta-feira (11), o balanço das assinaturas mostrava que 16 parlamentares já haviam assinado o expediente, totalizando R$ 320,00. Se os 24 parlamentares destinarem recursos, o total será de R$ 480 mil.
A idéia apresentada pela diretoria do Sindjor aos deputados é de fazer uma construção sustentável, com captação de água da chuva e energia solar. A proposta foi bem aceita pelos parlamentares. “Com certeza é uma boa idéia e poderá se tornar um exemplo”, destacou o presidente.
No projeto, que já está sendo viabilizado pelo Sindicato dos Jornalistas, há previsão de sala para reunião; biblioteca; sala de imprensa; área administrativa; entre outros espaços para a utilização da categoria.
O deputado Mauro Savi, assim como o deputado José Riva, já se prontificou a acompanhar a diretoria do Sindjor até a Sinfra para a apresentação do projeto. Já assinaram o expediente os seguintes parlamentares: Sérgio Ricardo, José Riva, Mauro Savi, Alexandre César (PT), Dilceu Dal’Bosco (DEM), Juarez Costa (PMDB), Wagner Ramos (PR), Chico Galindo (PTB), Walace Guimarães (DEM), Daltinho (PMDB); José Carlos do Pátio; Chica Nunes (PSDB), João Malheiros (PR), Percival Muniz (PPS), Campos Neto (PP) e Sebastião Rezende (PR).
ARTIGO CENSURADO em Aracaju, Sergipe.
RESINA: TERRORISMO IMOBILIÁRIO ÀS CLARAS
José Cristian Góes*
Quem chega a Aracaju pela primeira vez fica impressionado com a quantidade de condomínios imobiliários, muitos de alto luxo. São áreas e mais áreas tomadas por conjuntos de prédios. Os terrenos livres somem. A cidade, por exemplo, já não tem mais lugar para expansão. O município vizinho da Barra dos Coqueiros e quase toda costa de Sergipe já foram tomados. Quando se apura melhor, percebe-se que o grosso dessas grandes áreas pertence, em verdade, a duas ou três grandes construtoras, as "donas" do pedaço. Esse oligopólio das terras só estabeleceu graças a conivência criminosa do poder público.
Como essas grandes construtoras conseguiram a façanha de abocanhar - em tão curto espaço de tempo - boa parte das terras das cidades? Milagre? Dádiva divina? Receberam em capitanias hereditárias? Ganharam milhões de vezes na loteria? Foram presenteadas pelos antigos moradores das terras? "Êita pessoal de sorte, né?", dizem alguns. Será mesmo que é uma questão se sorte ou azar?
Para se tornar o que são, algumas construtoras estabeleceram vínculos com os poderes do Estado. O porquê delas ter relações íntimas com o poder público? O porquê delas participar com o financiamento de campanhas eleitorais? O porquê delas estabelecer relações com setores do Judiciário? Elas montam pactos fortíssimos com os mais variados segmentos. Por exemplo, será bondade delas torrar pequenas fortunas com publicidade em jornais, rádios e TVs em Sergipe? Será gratuito sempre mandar mimos para jornalistas, geralmente para alguns editores?
Todas essas perguntas têm respostas claras e interligadas, mas talvez um episódio que tem ocorrido no município de Brejo Grande, à beira do rio São Francisco, seja suficiente para compreender como nascem e crescem sem parar grandes fortunas. Para começo de conversa, elas nascem com o terror imobiliário. Esta expressão é a que melhor define esse momento. O terrorismo imobiliário é o primeiro passo dessa jornada para entender como funciona o "trabalho sério, honesto e dedicado" de alguns muito ricos e o "azar, a incompetência, a falta de visão desenvolvimentista" de tantos outros pobres.
O CASO RESINA - Em setembro de 2007, a construtora Norcon, que se diz uma das maiores do Nordeste, anunciou a uma comunidade miserável de pescadores artesanais de Resina, um povoado as margens do rio São Francisco, em Brejo Grande, que ela teria "comprado" aquela área, que ali seria construído um poderoso resort para abrigar americanos e europeus para jogar golf, e que todos os moradores da Resina teriam que deixar aquele espaço. No máximo, algumas meninas mais ajeitadinhas poderiam ser contratadas como serviçais dos ricos turistas estrangeiros. O detalhe é que os pescadores artesanais e tradicionais da Resina nasceram e cresceram ali e isso data da década de 40, quando se começou a povoar aquela área.
Graças a mínima organização dos pescadores, com participação decisiva da Cáritas Diocesana de Propriá, os moradores tradicionais reagiram e não aceitaram as informações da construtora. Como eles poderiam ter comprado terras que não foram vendidas e muito menos os donos, que são eles (os pescadores), consultados? Como sair assim do chão onde nasceram, cresceram e de onde tiram seu sustento? Eles só sabem pescar e fazer ali mesmo suas pequenas roças. Mesmo diante de tantas pressões, os pescadores permaneceram no lugar, mas passaram a ter a companhia de cercas de arame farpado em suas áreas agricultáveis e de pistoleiros e jagunços armados intimidando os moradores. Isso é terrorismo imobiliário. Diante de tanto medo e ações de terror, cerca de 12 famílias das 57 fugiram da Resina e se embrenharam nas proximidades, mais precisamente no povoado Saramém.
Depois de recorrer a vários órgãos públicos, os pescadores conquistaram uma importante vitória parcial. Quase toda área de interesse da construtora e local de moradia tradicional daquela comunidade desde a década de 40 é terras da União. É uma decisão oficial, medida, jurada e sacramentada. O entendimento que deve ocorrer na área é entre os pescadores artesanais e que são legítimos posseiros tradicionais e a União, que jamais soube da existência daquele lugar. Mas não satisfeita, a Norcon continua na área com seus "funcionários". As ameaças contra os pescadores são constantes e a empresa, graças à "boa relação que tem com o poder e a mídia", possui apoio velado de agentes públicos civis e militares da região, numa relação promíscua e vergonhosa para o Estado.
ULTIMAS AÇÕES - No último dia 20 de novembro, um funcionário da Norcon e dois policiais militares prenderam arbitrariamente, com autorização verbal do delegado de Polícia Civil de Brejo Grande, um pescador de quase 60 anos, acusando-o de furto de coco em sua própria terra. Veja que absurdo! Juarez Santos, o pescador, foi barbaramente agredido de forma verbal e ainda jogado numa cela com dois homens acusados de homicídios. Alguns poucos pescadores foram até a delegacia saber como estava Juarez e o delegado ainda os acusou, diante de armas apontadas por policiais para os pescadores, de tentativa de invasão à delegacia para soltar todos os presos. Veja que abuso! Essa prisão ilegal e as ameaças a outros pescadores fazem parte da estratégia do terrorismo imobiliário.
As terras na Resina são de ocupação tradicionalmente pesqueira e são terras públicas de lagoas marginais, onde as famílias pescam no rio, nos lagos, no manguezal e plantam pequenas roças. É período de colheita de coco, onde as famílias tiram uma pequena renda.
Cinco dias depois da prisão, o barraco de pescador Juarez Santos foi o primeiro, sem autorização do dono, a ser totalmente destruído pelo fogo ateado por funcionários da construtora Norcon, segundo relato dos moradores. Três barracos foram consumidos pelo fogo junto com redes de pesca, outros instrumentos para pescaria, redes de dormir e roupas. Além disso, a Norcon colocou um trator dentro da comunidade e destruiu com violência 12 barracos que estavam desocupados porque seus moradores já tinham deixado Resina desde o inicio do conflito. Toda operação de guerra de um lado só foi acompanhada de perto por policiais militares e civis. Além de destruir e ameaçar que iriam destruir todos os demais barracos, eles também atearam fogo nos escombros, o que por muito pouco não provocou uma tragédia em função dos telhados de palha seca dos demais barracos.
O clima é tenso na região e pode ocorrer banho de sangue se providências imediatas não forem tomadas. A pescadora Iraneide Machado, uma das lideranças por lá, já foi ameaçada de morte, assim como o padre Isaias Nascimento, da Cáritas Diocesana de Propriá que acompanha a situação dos moradores. Com razão, as famílias de pescadores artesanais de Resina não aceitam sair da área. Nos últimos dias a Norcon, através de seus funcionários, ameaçam ampliar as cercas e colocar máquinas, homens e materiais de construção para iniciar obras de um hotel. Não se sabe até quando os pescadores vão suportar essas ações pacificamente e não reagir.
Nenhuma equipe de jornal, rádio ou TV esteve no local. O deputado federal Iran Barbosa fez um duro pronunciamento sobre os fatos na Câmara dos Deputados, em Brasília, mas quase sem nenhuma repercussão na mídia local. Justiça se faça. O Jornal da Cidade saiu com uma boa reportagem sobre o caso e o site NE Notícias registrou o pronunciamento do deputado Iran Brabosa. Só! Em quais meios de comunicação aqueles pescadores poderão ter suas vozes ouvidas livremente, clamar justiça, sem distorção? Onde está a mídia dos trabalhadores, das comunidades pobres e marginalizadas, alvo desse e de tantos outros terrorismos na cidade e no campo?
* José Cristian Góes é jornalista, da direção do Sindijor/SE e da CUT/SE, e integrante do Movimento Luta Fenaj!
10 de dez. de 2008
UNIC e Sindjor divulgam vencedores do Prêmio Jornalismo
Na ocasião, será servido um Chá da Tarde, com a presença do reitor da UNIC, Altamiro Belo Galindo, da diretoria do Sindicato dos Jornalistas, dos participantes e convidados. A premiação será um notebook por categoria e troféu.
O 1º Prêmio de Jornalismo UNIC/Sindjor foi uma das comemorações dos 20 anos da Universidade de Cuiabá realizado em parceria com o Sindjor.
O Prêmio teve como objetivo incentivar a produção jornalística de reportagens sobre o papel da educação superior no Estado, com vistas à inovação, tecnologia, responsabilidade social e inserção global, focando todas as áreas de conhecimento.
8 de dez. de 2008
Coral "Na Boca do Povo" encerra as atividades de 2008 com emoção e garra

O grupo se reúne desde fevereiro sob a regência da Ana Elizabeth, pianista formada pelo Conservatório Brasileiro de Música, professora de filosofia e psicóloga. No início poucas pessoas participavam dos ensaios que ocorriam na casa da regente. Agora o grupo já tem 15 coralistas e espaço reservado na sala da orquestra da UFMT.
Ontem o grupo fez uma confraternização de encerramento em que os coralistas cantaram para si mesmos, para o novo grupo e as novas amizades que surgiram e se fortaleceram com ele. Foi avaliado como uma atividade de muito aprendizado tanto pela questão musical, quanto pelas relações pessoais. Ao repassar o repertório, a regente se emocionou, diante do trabalho feito.
O coral "Na Boca do Povo" começa os ensaios do próximo ano dia 18 de janeiro e já se organiza para levar as mensagens de amor e luta para mais pessoas. E para o começo do ano já deve fazer apresentação no lançamento do projeto FAVELATIVA.
O coral do Sindjor-MT está aberto a receber novos integrantes em 2009. Jornalistas ou não. Ainda não foi decidido o horário dos ensaios, mas em janeiro isso será divulgado.
CONVOCAÇÃO
*** Gente, estamos precisando de ajuda para a construção da II Festa de ConfraternizAÇÃO, que será dia 20. Quem puder ajudar, venha à reunião, por favor. Bj Keka
SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “Não Abandone o Gilmar”-2007/2010
Rua Antônio Maria, 382. Sala 304. Bairro Centro/Cuiabá – MT
CEP 78045-008 Fone: (065) 3025-4723
E-mail:sindjormt@hotmail.com ou sindicatodosjornalistasdemt@gmail.com
CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO ORDINÁRIA
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca para reunião ordinária, hoje, dia 8, às 18h30, na nova sede do Sindicato, que fica na rua Antônio Maria, 382, sala 304, terceiro andar, Centro. Telefone 3023-5364.
Pautas:
- Descerramento da placa no terreno do Sindjor-MT
- Festa de final de ano
- Material de natal
- Preparação para Assembéia Geral de prestação de contas
- Prêmio Unic
- Livro Ouro
- Encerramento de campanha salarial
VEM PRA LUTA QUE É NOSSA!
Keka Werneck
Presidente
Gilmar Mendes evita se manifestar sobre o fim da exigência do diploma
A favor da obrigatoriedade
O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, procurador Paulo Prado, se posicionou contra a não-obrigatoriedade da formação universitária para a profissão de jornalista. A declaração foi feita na tarde de sexta-feira (05), durante o debate entre os candidatos ao cargo de procurador-geral.
"Acho que para ser médico precisar ser formado, para ser advogado precisa ser formado também. Tendo formação superior é sinônimo de qualidade do serviço", defendeu o chefe do Ministério Público Estadual.
5 de dez. de 2008
NOTA DE PESAR
Keka Werneck
Presidente
4 de dez. de 2008
DEBATE ONLINE
"O Brasil precisa de uma Lei de Imprensa?"
Data: 05 de dezembro de 2008 (sexta-feira)
Hora: 10h30 (horário de Brasília)
Comunique-se e a Associação Brasileira de Imprensa convidam você para participar do debate "O Brasil precisa de uma Lei de Imprensa?", que será realizado na próxima sexta-feira (05/12), às 10h30min. O evento terá transmissão online, mas os 60 primeiros que chegarem à ABI a partir das 9h30min poderão assistir ao debate no local.
A revogação da Lei de Imprensa, datada de 1967, tem sido debatida entre políticos, jornalistas e juristas. Enquanto o Supremo Tribunal Federal promete decidir ainda este semestre se a lei será totalmente revogada, pedido feito pelo deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ), a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça o PL 382/2008, que revoga a Lei de Imprensa.
Além da senadora Serys, que já confirmou presença, o evento contará com a participação de Miro Teixeira, do presidente da ABI, Maurício Azêdo, do advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira e do colunista do Comunique-se Milton Coelho da Graça, responsável pela mediação do debate.
Clique aqui para fazer seu credenciamento e assistir ao debate online: http://webcall.riweb.com.br/debate_imprensa/
O evento será realizado na sala Belisário de Souza, no 7º andar da ABI, que fica na Rua Araújo Porto Alegre, 71, no Centro do Rio de Janeiro (RJ).
3 de dez. de 2008
JUSTIÇA INATIVA
No último dia 25 iniciou-se no Brasil a campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”. Criada em 1991, a referida campanha propõe-se a mobilizar todos em busca da erradicação da violência contra a mulher. Em Mato Grosso, assim como em outros Estados, oficinas, palestras, gincanas, danças e atos públicos foram programados para este período.
Tudo muito belo, mas inócuo. Ótimo para o marketing de governantes empenhados na promoção pessoal em eventos como este. Inócuo porque não serão com palavras bonitas, poemas e danças que este grave problema nacional será resolvido. Não agüento mais ver “passeata pela paz”. Eu quero ver é a Segurança Pública funcionando. Nada disso seria necessário se o Poder Judiciário deste País simplesmente cumprisse seu papel. Se a justiça fosse ágil e funcionasse, a criminalidade poderia ser bem menor.
Sobre este assunto falo, infelizmente, com a dor de quem já perdeu uma pessoa querida de forma cruel, desumana. No dia 24 de novembro de 2003, minha irmã, 31 anos, foi barbaramente assassinada por seu companheiro, José Dangenaro, em São Simão/Goiás. Foi morta a pancadas, o que pode ter durado um dia inteiro. O corpo foi entregue no hospital de São Simão, pelo próprL, os órgãos internos foram descolados pelas pancadas. Minha irmã morreu aos poucos, sendo torturada.
Na época do assassinato, José Dangenaro cumpria pena de mais de 800 horas de serviços à comunidade no Lar Espírita Eurípedes Barsanulfo, mas há muito tempo não cumpria sua sentença e, apesar da polícia local saber disso, circulava livremente pela cidade. Após cometer o crime, o assassino fugiu. Só foi capturado quatro anos depois, em 2007, no interior de Mato Grosso e só aí seu mandado de prisão foi expedido em decorrência daquelas faltas na prestação de serviços.
Sem condições financeiras para contratar um advogado que acompanhe o caso, a família, há cinco anos, aguarda o socorro da Defensoria Pública. Mas a inoperância do nosso sistema judicial continua. José Dangenaro está preso em São Simão há um ano e até hoje, ainda não foi a júri pelo assassinato. E o que é pior, se ele não estivesse cumprindo pena por outro crime que cometera no passado, esse monstro estaria aguardando o julgamento em liberdade.
E ainda querem que eu me comova com danças e palavras soltas em “16 dias de ativismo”. É preciso, em primeiro lugar, ativar a Justiça deste País. Antes da sociedade se “comprometer” como pedem na campanha nacional para promover a Lei Maria da Penha, o Poder Judiciário deveria ser mais ágil para evitar que monstros como esse fiquem em liberdade e continuem a praticar crimes hediondos. Que a justiça mostre o seu real comprometimento.
TURISMO Cuiabá vai sediar o XXVI Congresso Nacional da Abrajet
“Será uma oportunidade para que o Estado possa mostrar à imprensa especializada as suas potencialidades turísticas, obtendo uma melhor divulgação dos seus roteiros para todo o país e também o exterior”, acrescenta Falcão.
Outra conquista comemorada foi a escolha da jornalista Laura Lucena, secretária da Abrajet-MT para ocupar um cargo no Conselho Nacional da entidade, como diretora para assuntos do Centro Oeste, pois, durante a programação, foi também realizada a Assembléia Geral da entidade, afim de adequar o Estatuto dessa ao novo Código Civil e de se reeleger a sua nova diretoria para o biênio 2008 a 2010.
Claudio Magnavita continua presidente da entidade e foi nomeada a jornalista Beti Sefrin, para ser diretora de Comunicação da entidade nacional. Os jornalistas abrajetianos também participaram de um city tour pela cidade e pelo Catetinho, primeiro palácio e residência do ex-presidente Juscelino Kubitsheck durante a construção de Brasília. Também participaram da delegação abrajetiana mato-grossense, os jornalistas Marcos Vergueira e Viviane Saggin. Momento histórico O XXV Congresso Nacional da Abrajet ocorreu no momento em que a mídia especializada em turismo celebra um momento histórico: as comemorações pelo aniversário de 51 anos da entidade.
Essa foi a primeira vez que um evento de turismo foi realizado no ambiente da mais alta corte política do país, uma vez que a abertura dos trabalhos, organizada pela Comissão de Turismo e Desportos da Câmara dos Deputados- CTD -, teve como palco o Salão Nobre da Câmara dos Deputados, espaço tombado como Patrimônio da Humanidade. No dia seguinte, as reuniões foram no auditório do Ministério do Turismo.
O jornalista Cláudio Magnavita, presidente do Congresso e da Abrajet, destacou que, no atual momento do turismo brasileiro é necessário criar um vínculo maior com o parlamento: "O Congresso Nacional é um exemplo de como trabalhar com turismo, tanto que o orçamento do Ministério do Turismo é multiplicado por emendas parlamentares. Isso mostra a sensibilidade e percepção dos deputados em relação à importância do turismo", lembrou. Para ele, a imprensa de turismo exerce papel diferenciado, com uma agenda positiva e com o objetivo de contribuir para com a atividade, divulgando informações sem comprometimento, sendo que, no dia 27 de novembro, na abertura do Congresso em pauta, nascia uma nova Abrajet “mais forte e de braços dados com o Poder Legislativo".
O deputado Otávio Leite, autor do requerimento que possibilitou o encontro e homenageou a entidade por mais de cinco décadas de intensa atuação na cobertura dos fatos e acontecimentos marcantes da atividade turística no Brasil, destacou a importância da Abrajet para o turismo, assegurando que o papel da mídia especializada é fundamental para o desenvolvimento do setor, já que a atividade ainda é vista com certo grau de preconceito: "O turismo é um vetor de desenvolvimento e a cada etapa e cada conquista do setor, a atividade recebe a dimensão que merece. O papal da mídia nesse contexto é fundamental". Além das homenagens à entidade, o encontro entre os deputados e jornalistas serviu também como encontro de trabalho, no qual as palestras e discussões sobre temas relevantes foram ministradas. Dentre elas, a palestra "Comissão de Turismo e Desportos como fonte de informação para a imprensa especializada e os projetos de interesse turístico em tramitação no Congresso", ministrada pelo secretário geral da CTD, James Lewis.
A diretora da Agência Câmara, Patrícia Roedel falou sobre o trabalho da equipe na divulgação dos acontecimentos da Casa e explicou como os jornalistas podem usar o material produzido pela agência no seu dia a dia, na apuração e busca de novas pautas. A programação também incluiu debate dos jornalistas com professoras do curso de turismo promovido pela Unb e Cet. Participaram do Congresso em Brasília, jornalistas de praticamente todas as Abrajets regionais e, também, representantes da imprensa boliviana, argentina e de Portugal.
Homenagens O colunista José Mário Pinto, de Viagem & Lazer, foi homenageado na abertura do Congresso da Abrajet. Um vídeo retratando a trajetória dos seus 50 anos de jornalismo foi mostrado aos presentes e ele recebeu troféu como Pioneiro da Imprensa de Turismo. Além disso, houve a entrega do prêmio da Imprensa, no salão do Naum Plaza Hotel, seguido de jantar. Na ocasião foi homenageados o diretor geral da TAP no Brasil, Mário Carvalho, com o prêmio Parceiro da Imprensa de Turismo. Recebeu o prêmio Assessoria de Imprensa do Ano a agencia de Comunicação AMIGO - Luiz Henrique Miranda e Marily Miranda. O prêmio Pioneiro de Imprensa de Turismo foi entregue ao colunista José Mário, do jornal O Povo do Ceará. O prêmio Personalidade da Aviação Comercial, ficou para o vice-presidente da TAM, Paulo Catello Branco. A Personalidade Imprensa de Turismo 2008, foi o prêmio recebido pelo presidente da Infraero, Paulo Gaudenzi.
Roda (Gilberto Gil e João Augusto)
Meu povo, preste atenção
Na roda que eu te fiz
Quero mostrar a quem vem
Aquilo que o povo diz
Posso falar, pois eu sei
Eu tiro os outros por mim
Quando almoço, não janto
E quando canto é assim
Agora vou divertir
Agora vou começar
Quero ver quem vai sair
Quero ver quem vai ficar
Não é obrigado a me ouvir
Quem não quiser escutar
Quem tem dinheiro no mundo
Quanto mais tem, quer ganhar
E a gente que não tem nada
Fica pior do que está
Seu moço, tenha vergonha
Acabe a descaração
Deixe o dinheiro do pobre
E roube outro ladrão
Agora vou divertir
Agora vou prosseguir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai sair
Não é obrigado a escutar
Quem não quiser me ouvir
Se morre o rico e o pobre
Enterre o rico e eu
Quero ver quem que separa
O pó do rico do meu
Se lá embaixo há igualdade
Aqui em cima há de haver
Quem quer ser mais do que é
Um dia há de sofrer
Agora vou divertir
Agora vou prosseguir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai sair
Não é obrigado a escutar
Quem não quiser me ouvir
Seu moço, tenha cuidado
Com sua exploração
Se não lhe dou de presente
A sua cova no chão
Quero ver quem vai dizer
Quero ver quem vai mentir
Quero ver quem vai negar
Aquilo que eu disse aqui
Agora vou divertir
Agora vou terminar
Quero ver quem vai sair
Quero ver quem vai ficar
Não é obrigado a me ouvir
Quem não quiser escutar
Agora vou terminar
Agora vou discorrer
Quem sabe tudo e diz logo
Fica sem nada a dizer
Quero ver quem vai voltar
Quero ver quem vai fugir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai trair
Por isso eu fecho essa roda
A roda que eu te fiz
A roda que é do povo
Onde se diz o que diz
2 de dez. de 2008
Ata da Reunião - 01/12
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão "Não Abandone o Gilmar" 2007 - 2010
Rua Antonio Maria, 382, Centro Sul, Sl.304, 3º.andar -Cuiabá-MT- 78.020-270
Alcione dos Anjos – secretária geral em exercício do Sindjor-MT






