DESTAQUE

NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017

Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

30 de jan. de 2009

Impressões sobre o Fórum Social Mundial


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

*** Por Juliana Ghisolfi

E começou a nona edição do Fórum Social Mundial 2009. Muita confusão da comissão (des) organizadora, estrutura precária na UFPA e na UFRA, mas está acontecendo.

Logo no primeiro dia, durante uma apresentação de uma atividade de Eco-Socialismo, estava em uma das salas de aulas do prédio básico da UFPA, o ar condicionado não funcionava, tentamos (o grupo) ligar os ventiladores para refrescar o calorão do inverno paraense, mas em um dos lados da sala um dos ventiladores estava sem uma das hélices, o que inviabilizava seu funcionamento. A apresentação ocorreu assim mesmo, com todo aquele calorão. Após cerca de uma hora de apresentação, o inevitável aconteceu: o ventilador e parte do forro caiu sobre as cabeças dos participantes. Poderia ter sido durante uma aula normal na UFPA, mas aconteceu durante um evento internacional, com a presença de gente do Canadá, da Suécia, da Espanha e, claro, do Brasil. Um auditório, que deveria ter sido entregue em junho de 2008, continua fechado, e o público se espreme em salas pequenas e caindo aos pedaços. Fica a pergunta: o que foi feito do dinheiro para preparar a universidade para o FSM?

Na UFRA a situação não é muito diferente – as pessoas no Acampamento da Juventude estão em uma área recentemente desmatada para a realização do acampamento (detalhe: o tema do FSM é a preservação da Amazônia...), acampam em cima de tocos e diversos já levaram picadas de animais peçonhentos, como cobras e escorpiões.

Pois é... Eu bem que tento abandonar o tema universidade pública, simplesmente por não aguentar mais a sensação de dar murro em ponta de faca, mas, literalmente, a universidade pública caiu sobre a minha cabeça na UFPA. A maquiagem feita pelos reitores da UFPA e da UFRA para a realização do FSM 2009 borrou, e feio.

Cabe ressaltar que o evento não é totalmente aberto 'a população de Belém – quem quiser amplo acesso tem que ter feito a inscrição, que custa R$ 30,00. Além disso, não há disponibilidade de água potável para os participantes do FSM, que se veem obrigados a comprar dezenas de garrafinhas plásticas com água, em mais uma atitude incompatível com a própria proposta do evento. O transporte entre ume universidade e outra, que ficam alguns quilômetros distantes em uma mesma avenida, é precário e o trânsito é caótico.

Na marcha de abertura, no dia 27/01, era flagrante a falta de apoio da prefeitura da cidade, que não cuidou de fechar as ruas ao redor da passeata – carros, motos e ônibus picavam a marcha em diversos pedacinhos, e atravessavam entre a multidão dividida.

Como se pode notar, o balanço até agora não é dos melhores... Mas, mesmo assim, é emocionante ver tanta gente de tantos estados e países diferentes se locomomoverem de seus locais originários e virem até aqui, mostrarem sua insatisfação com suas realidades locais e com a realidade do planeta. Foi forte ver a propaganda do Governo do Estado do Pará, que se diz uma Terra de Direitos, ser desmentida por cartazes de grevistas, desterrados, oprimidos, familiares de pessoas mortas ou desaparecidas, dos que morreram trabalhando por falta de condições seguras de trabalho.

Boa mesmo é a sensação de poder sonhar, junto com tanta gente diferente, que um outro mundo é possível.

*** Juliana Ghisolfi é professora da UFMT

29 de jan. de 2009

REFORMA ORTOGRÁFICA

Sindjor-MT informa e convida: CURSO SOBRE REFORMA ORTOGRÁFICA

Colegas,

a diretoria do Sindjor-MT havia encaminhado à categoria, semana passada, um e-mail, perguntando sobre qual o interesse na realização de um curso sobre a mudança ortográfica, conforme deliberado na reunião do Sindicato do dia 19 de janeiro. A resposta foi imediata e de mais de 40 jornalistas.

Na última segunda-feira, a Secom do Governo do Estado, sabendo da intenção do Sindjor em realizar tal curso, entrou em contato, convidando para uma parceria, já que também está articulando a mesma atividade e para o mesmo público. "Se o Sindicato tiver interesse em somar com a Secom neste evento, fazendo uma parceria, será muito bom para que não haja dois eventos concorrentes sobre o mesmo tema e público", diz e-mail da Secom.
Na reunião do dia 26 de janeiro, última segunda-feira, foi aprovada a parceria, entendendo que poderíamos aproveitar a oportunidade e aliar as duas intenções em uma só.

Ainda não há data definida, mas provavelmente o curso sobre a mudança ortográfica será realizado no dia 27 de fevereiro, às 19h30, e será aberto. No entanto, haverá a necessidade de confirmar presença. VAGAS LIMITADAS. A entrada será 1 quilo de alimento não perecível.

O convidado para palestrar sobre o assunto é o professor Sérgio Nogueira (do programa Soletrando, do Caldeirão do Huck, e consultor da Globo). Será uma palestra de 3 horas sobre o tema. SERÁ EXPEDIDO CERTIFICADO.
Informações mais precisas serão repassadas mais próximo do evento.

APROVEITE ESSA OPORTUNIDADE.

A DIRETORIA

CURSO DE FORMAÇÃO SINDICAL E POLÍTICA

SINDJOR-MT INFORMA E CONVIDA:
Colegas, o Sindjor-MT está realizando, pelo segundo ano consecutivo, um curso de formação política e sindical. É aberto a quem quiser participar, mesmo não sendo jornalista, só é necessário a confirmação de presença e pagar R$ 10, por dois almoços, de sábado e domingo. Veja a pré-programação abaixo, que está praticamente fechada. Estamos enviando com um pouco de antecedência, para que quem quiser participar possa se organizar.
*** Replique este e-mail, a quem interessar possa, por favor.
A DIRETORIA
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CURSO DE FORMAÇÃO SINDICAL E POLÍTICA
SINDJOR-MT QUALIFICANDO A LUTA

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“Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la”.

Bertold Brecht (dramaturgo e poeta alemão – 1898-1956)

Local: Adufmat/UFMT

Dias 7 e 8 de fevereiro de 2009

Horários: sábado das 8 às 18h e domingo das 8h ao meio-dia

Preço: R$ 10, para cobrir dois almoços (pode pagar no dia do evento)

CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA ATÉ SEXTA-FEIRA (6)
Ao final, os nomes dos jornalistas e estudantes de jornalismo que já confirmaram presença.
CONFIRMAÇÃO:
Pelos e-mails: keka.werneck@gmail.com ou sindicatodosjornalistasdemt@gmail.com
Pelos telefones: (65) 9922-9445 – Keka, ou (65)9982-5871 - Márcia Raquel, ou (65) 8403-7665 - Alcione.

Ou pelo telefone do Sindjor: (65) 3025-4723, de manhã, com Ednalva ou Gilmar.

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SÁBADO – DIA 7 DE FEVEREIRO

8 HORAS – Café da manhã, bate-papo.

8H30 – Linha histórica das comunicações humanas

Palestrante : João Negrão – jornalista

9H – As relações de poder na imprensa brasileira desde os primórdios

Palestrante: Martha Baptista – jornalista

9H30 – Debate

9H50 – Intervalo para o cafezinho

10H – A CRISE DO CAPITALISMO E ANÁLISE DE CONJUNTURA

Palestrante:

* Dorival Gonçalves Júnior, doutor em Energia pela USP, professor da UFMT

* Manoel Motta, cientista político, professor da UFMT (a confirmar)

11H - Debate

12H30 - ALMOÇO

1330 – Filme documentário: A Ilha das Flores ( a confirmar) – documentário, 20 minutos.

14H – O SINDICALISMO NO BRASIL E NO MUNDO – SINDICATO PRA QUÊ?

Palestrante: Robinson Ciréia, publicitário e professor

15H –Debate

15H30 – Pausa para um cafezinho ao som do Grupo Literomusical Na Boca do Povo (a confirmar)

15H50 – Movimentos Populares – a voz do povo.

Palestrante:

* Solange Serafim dos Santos (MST)

* DJ Taba (FavelAtiva)

16H30 - Debate

17H – A Democratização das Comunicações – A mídia além dos ‘Cidadãos Kane’

Palestrante:

*Jonas Valente (Intervozes – DF) – a confirmar

*Márcia Raquel, Sindjor-MT

* Marisa Helena (CRP)

17H30 – Debate

18 H - encerramento

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DOMINGO – DIA 8 DE FEVEREIRO

8 H – Como fazer projetos?

Palestrante: Keiko Okamura (a confirmar)

8H30 – Debate

9 horas – O papel dos sindicatos e dos movimentos sociais na sociedade
Palestra: Keka Werneck, presidente do Sindjor-MT, com participação de sindicatos e movimentos sociais convidados

10 horas – A interiorização do Sindjor-MT

Palestrantes:

* Eduardo Ramos, jornalista em Rondonópolis

* Daniela Melhorança, jornalista em Sinop

10h30 – Debate

11 horas – Os caminhos jurídicos para os trabalhadores

Palestrantes:

*Francisco Faiad, advogado do Sindjor e presidente da OAB-MT (a confirmar)

* Hélcio Corrêa Gomes, tesoureiro da OAB-MT (a confirmar)
OBS:
Possibilidade de inclusão do tema: O que ensinam as faculdades de jornalismo?
Professor Airton Segura ( a confirmar)

ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 26 DE JANEIRO DE 2009

No dia 26 do mês de janeiro do ano de dois mil e nove, reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) para reunião ordinária, às 19h00, membros da diretoria do sindicato e demais jornalistas para tratar das pautas: Informes; Tarefas não Cumpridas; Interior; Material do Sindjor; Curso de formação sindical; Curso de ortografia; Conferência de Comunicação e sede própria. 1- Informes - Carlos informou que conversou com o secretário de Comunicação do município de Várzea Grande, Dito Loro, e o presidente da Câmara de vereadores para marcar uma reunião com diretoria, com possibilidade da participação do prefeito, com objetivo de tratar do PCCS dos servidores de Várzea Grande votado ano passado. A reunião está pré-agendada para terça-feira (03) no inicio da manhã. Márcia informou que chegou de férias e que está grávida. Everaldo disse que está desempregado e que procura trabalho, estagiou em jornal impresso, mas aceita novos desafios. Keka informou que a Comissão de Ética oficiou o Sindjor sobre a decisão tomada por conta de um processo contra um jornalista de Cáceres. A decisão foi por advertir o jornalista citado sobre a função de um jornalista de manter-se fiel a verdade dos fatos. Disse também que os jornalistas funcionários das empresas Diário de Cuiabá e Diário Regional estão com dois meses de salários atrasados e que os do Correio Várzea-grandense estão há cinco meses sem receber salários. A reunião deliberou que o Sindjor deve encaminhar ofício ao MPT e a DRT para falar sobre esse tema. Keka disse que o Coral do Sindjor "na Boca do Povo" participará de uma oficina de expressão corporal, com custo de R$ 10,00 por pessoa. E o Sindjor deve pensar no coral como um projeto que deu certo e eventualmente ajudar inclusive financeiramente, mesmo sabendo que o Sindicato está sempre com pouco dinheiro. Keka informou que o FavelaAtiva retoma as atividades provavelmente no dia 15 de fevereiro e avisa que os jornalistas que estão atuando no projeto, por enquanto é ela, a Neuza Batista e a estudante Inara, aproveita para convocar interessados para a execução da proposta. Após os informes a presidente pediu inversão de pauta, devido a visita do arquiteto Fernando, que foi procurado pelo Sindjor no final de 2008 para fazer um orçamento da obra para construção da sede própria do Sindjor, no terreno concedido pelo Governo de Mato Grosso, pela terceira vez ao Sindjor. 1- Sede própria - Keka informou que o processo para recorrer ao Governo do Estado na busca do terreno para a construção da sede própria e a busca de emendas parlamentares, se deu de forma transparente com a participação de todos os jornalistas que compareceram a diversas reuniões que debateram o tema. O arquiteto mostrou a proposta financeira para a realização do projeto arquitetônico e assessoria técnica para a obra do Sindjor. Disse que há a necessidade de contratação de pelo menos quatro engenheiros (civil, eletricista, hidráulico e de segurança), para atender as demandas legais. A presidente disse que o Sindjor irá consultar um segundo profissional e com o orçamento em mãos chamará uma assembleia geral para avaliação da categoria. Tarefas não Cumpridas - Alcione permanece sem fazer o texto explicando o processo sobre a conquista do terreno e as emendas parlamentares para apresentar a categoria, conforme deliberado na 1ª reunião do ano. Keka não fez o oficio para tentar marcar reunião com o ministro Gilmar Mendes para tratar do processo que derruba a obrigatoriedade do diploma em jornalismo. Márcia e Keka ficaram de conversar com a empresa que fez os materiais do Sindjor para venda de final de ano, porém não conseguiram 2- Interior – Keka disse que a Daniela Melhorança (Sinop) pediu um documento aos funcionários do Sindjor e que eles demoraram para entregar, por isso ela foi pressionada no município e ainda se sentiu desprestigiada, já que faz parte da diretoria. Keka disse que vai conversar com os funcionários para que o problema não volte a ocorrer. Alcione questionou que se o documento solicitado fosse a carteira da Fenaj, a demora se deveu por falta de dinheiro, já que os valores precisaram ser usados para pagar o telefone e que agora será reposto. Márcia lembrou que até hoje a Daniela não acertou a venda das camisetas da campanha, e que a diretoria se sente desprestigiada com essa atitude. 3- Material do Sindjor – Keka disse que pediu a Edinalva para contar e separar as camisetas, bolsas e agendas apresentaram defeitos. O Objetivo e devolver o material defeituoso a Personalité, negociar dilatação de prazo e redução do valor do serviço. Elas marcarão nessa semana a ida a empresa. Keka lembrou que ficou definido que comissões de venda de material visitariam as faculdades de comunicação para vende-los para os futuros jornalistas, disse que no dia 02 de fevereiro começam as aulas nas faculdades privadas. A Comissão da Unic foi formada pela Maricelle e Gibran; Comissão do IVE: Keka e Alcione e Comissão do Unirondon foi composta pelo Jhonny e Everaldo. Keka informou os valores que estão nas contas destinadas ao Sindjor. 4- Curso de formação sindical - Keka informou que vários jornalistas já responderam e-mail positivamente sobre o curso. A data será nos dias 07 e 08 de fevereiro (sábado e domingo). Debateu-se os temas e pensou-se na seguinte programação: sábado começar as 8h com café da manhã, palestras: Linha histórica das comunicações humana (João Negrão); As relações de poder na imprensa brasileira desde os primórdios (Martha Batista) depois debate. Palestra: A crise do capitalismo e análise de conjuntura (Dorival Gonçalves Júnior, doutor em Energia pela Usp, professor da UFMT e algum outro palestrante), segue o debate. Para para o almoço e depois o Projeto do Sindjor Sessão Pipoca á Brasileira exibi um filme ou documentário. Na parte da tarde mais palestra seguida de debate: o sindicalismo no Brasil e no mundo – sindicato pra que? (Robinson Ciréia), apresentação do Coral Na Boca do Povo, do Sindjor. Depois a palestra Movimentos populares – a voz do povo (alguém do MST e o DJ Taba, do Favelativa) – debate; palestra Democratização das comunicações – A mídia além dos 'Cidadãos Kane' (possivelmente com alguém do Intervozes e a Márcia Raquel) – Debate. No domingo palestras: Como fazer projetos?; O papel dos sindicatos na sociedade; A interiorização dos sindicatos; Os caminhos jurídicos para os trabalhadores. Keka informou que enviará e-mail pra os que responderam positivamente a consulta do interesse em fazer o curso para arredondar a programação e depois dessa fase enviar a programação completa e convidar os demais jornalistas de Mato Grosso para participar da atividade. 5- Curso de ortografia – A presidente do Sindjor enviou e-mail para categoria para saber quem tem interesse em participar do curso de revisão ortográfica, mais de 20 jornalistas responderam positivamente. Disse ainda que o jornalista Fábio Monteiro, ao ter recebido do Sindjor, ligou para ela, para propor uma parceria entre Sindjor e a Secom do Estado, que promoverá curso com o mesmo tema e para o mesmo público. A proposta foi aceita. 6- Conferência de Comunicação – Alcione informou que conversou com os deputados Alexandre Cesar e Carlos Abicalil sobre o interesse do Sindjor em realizar uma audiência pública pró-conferência da Comunicação. Os dois mostraram interesse e pediram para que o Sindjor agende com o deputado Alexandre, que é deputado Estadual, uma conversa sobre o evento (data, debatedores e temas possíveis). Márcia ressaltou que como é um tema abrangente, outros deputados também podem se interessar pela audiência e pode ser convocada de forma conjunta. 7- Carnaval - Keka e Carlos ficaram de articular o carnaval no Chorinho, em parceria com o Sindjor. Não havendo mais nada a tratar, a presidente Keka Werneck encerrou a reunião e eu, Alcione dos Anjos, lavrei a presente ata.

Alcione dos Anjos – Tesoureira do Sindjor-MT



Alcione dos Anjos
(65) 8403-7665

28 de jan. de 2009

NOTA DE DESAGRAVO

O Movimento LutaFenaj! expressa sua integral solidariedade à repórter-fotográfica Fabiana Veloso e à repórter Paula Brito, vítimas de perseguição patronal e do descaso de quem deveria defendê-las: a direção do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba.
As duas jornalistas eram funcionárias do Jornal da Paraíba e disputaram, em setembro de 2008, a diretoria do Sindicato dos Jornalistas da Paraíba. Fabiana tinha mais de sete anos no jornal. Em 2004 ela ingressou pela primeira vez no Sindicato como diretora de imprensa e cultura, onde se revelou uma militante combativa e inovadora. Na eleição do ano passado, compôs a chapa de oposição articulada pelo movimento Novos Rumos. Como membro dessa chapa, Fabiana denunciou corajosamente os problemas vividos por nossa categoria profissional.

Nos últimos meses as práticas de assédio moral que Fabiana vinha sofrendo no Jornal da Paraíba se avolumaram. Finalmente, Fabiana e Paula foram demitidas, em clara retaliação ao seu envolvimento na luta sindical, sem que a direção do Sindicato tomasse providências em defesa das jornalistas.
A direção da Fenaj calou-se no episódio, o que é inaceitável.

Coordenação Nacional do Movimento LutaFenaj!
Janeiro de 2009

TAMBÉM ASSINAM A NOTA

Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT)
Sindicato dos Jornalistas de Brasília (SJPDF)
Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor-SE)

26 de jan. de 2009

VAGA: ASSESSORIA DE IMPRENSA

O prefeito de Cláudia está contratando assessor de imprensa.Em princípio o salário seria R$ 2,5 mil, mas pode ser conversado. O contato é Lucília, tel (66) 9634-2459.

24 de jan. de 2009

ACHO QUE TEMOS UM POBREMÃO...

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) pergunta:

Colegas,

como sabem, está ocorrendo uma mudança ortográfica em nossa língua o que tem causado preocupações em alguns de nós, jornalistas, já que a língua é nossa ferramenta de trabalho. (Nossa, se hoje já erramos bastante, com a mudança então...)

Nesse sentido, chegou à diretoria do Sindjor-MT um pedido de providências, quem sabe um curso, para estudarmos as mudanças.

Na reunião da segunda-feira, 19.01.2009, o assunto foi posto em pauta e o encaminhamento foi o seguinte: seria repassado um e-mail (este) para termos uma noção de quantos jornalistas se interessariam em fazer um estudo sobre as mudanças ortográficas.

Pedimos que responda a esse e-mail caso tenha interesse em fazer tal estudo.

Esse material será também colado no blog (www.sindicatodosjornalistasmt.blogspot.com) que também aceita comentários.

E pedimos que você replique este e-mail na sua lista de jornalistas, inclusive repassando o e-mail do Sindjor-MT que é: sindicatodosjornalistasdemt@gmail.com.

É BOM LEMBRAR QUE ESSA MUDANÇA ORTOGRÁFICA SÓ VALERÁ OFICIALMENTE EM 2012.


Para o momento, é isso.

Obrigada.

A diretoria

NÃO A NOVO AUMENTO NO TRANSPORTE ! - SÓ NOVO SECRETÁRIO IRÁ RECEBER ENTIDADES

População aguenta pagar R$ 2,40? Não aguenta nem R$ 2,05...


SMTU responde por meio de ofício ao Sindjor-MT que somente o próximo secretário dará esclarecimentos sobre os cálculos da tarifa do transporte urbano em Cuiabá.
A tarifa está na iminência de subir. O Sindjor-MT entrou na luta contra um novo aumento abusivo e para dar transparência aos cálculos que subsidiam o reajuste.
O Ministério Público Estadual, por meio do promotor Alexandre Guedes, já está retardando um novo aumento, por meio de uma ação que contesta a seriedade do processo de reajuste.
Assim que o novo secretário de trânsito e transporte tomar posse, novo ofício será protocolado na SMTU, na tentativa de abrir o diálogo entre a sociedade civil organizada e o Executivo.

21 de jan. de 2009

ENTIDADES QUEREM AUDIÊNCIA COM SECRETÁRIO

Além da dívida dos empresários e da inoperância do Conselho Municipal de Transporte


Entidades protocolaram hoje pela manhã(terça, 20) ofício na SMTU de Cuiabá em que reivindicam audiência com o secretário de Transporte para discutir a tarifa - ameaçada de aumento - e a falta de transparência do setor. O documento é assinado pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública (Sintep/MT), Movimento de Combate à Corrupção e União Nacional dos Estudantes (Une).

As entidades também querem cópia do cálculo tarifário feito pela SMTU que apontou necessidade de aumento para R$ 2,40 para verificar se os dados têm realmente consistência. "Queremos o cálculo da secretaria acompanhado das notas fiscais para podermos comprovar a veracidade das informações. Afinal, o Ministério Público descobriu que os dados colocados na planilha de custos pela perfeitura não correspondem à realidade e a própria justiça reconheceu isso, impedindo inclusive o aumento até o momento", disse o advogado Paulo Lemos, representante da Une.

Na audiência com o secretário de Transporte (ainda com Elismar Bezerra ou com o novo indicado) as entidades pedirão explicações à SMTU sobre a dívida dos empresários do setor com o municipio, que era de R$ 138 milhões em ultas, taxas de outorga e impostos, conforme levantou em dezembro de 2005 a CPI do Transporte da Câmara de Vereadores de Cuiabá. "Queremos saber o que a prefeitura está fazendo para cobrar essa dívida milionária com a administração municipal. Com esse dinheiro, com certeza, podemos ter um transporte coletivo bem melhor", falou Lemos.

Além disso, as entidades pretendem discutir com o secretário o funcionamento do Conselho Municipal do Transporte, que deveria se reunir uma vez por mês para avaliar o serviço prestado à população e propor políticas públicas para o setor segundo o artigo quinto da lei 3.214, de 1993. Contudo, a entidade é convocada historicamente pelo secretário de plantão, o presidente da conselho, apenas uma vez por ano, e para aprovar aumento de tarifa.

Mais informações: 9928-0177 (Paulo Lemos), Gibran lachowski (9601-6232), Robinson Ciréia (8429-4993)

PALESTA HOJE SOBRE CONFLITO NA FAIXA DE GAZA

O SINTEP-Sub Sede Cuiabá, convida toda a sociedade para debater o conflito na faixa de Gaza. Representantes da comunidade palestina de Mato Grosso vão discutir os elementos do conflito.
Participe

Data: 21 de janeiro de 2009
Local: Auditorio do SINTEP-MT
Horário: 18:30h

VAGA PARA JORNALISTA

Vaga para jornalista na Prefeitura de Nova Mutum, pagando R$ 1.500,00, a princípio. Contato é o Diego Fernandes, fone: 65 3308-5400.

19 de jan. de 2009

REUNIÃO ORDINÁRIA HOJE - 19.01

CONVITE



O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca a diretoria da entidade e convida todos os jornalistas e estudantes de jornalismo para reunião ordinária, hoje (segunda-feira - 19), às 18h30 horas, na sede do Sindicato.



Pautas:

1. Interior

2. Tarefas não Cumpridas

3. Vendas de agendas, camisetas e bolsas

4. Finanças

6. Curso de formação do Sindjor

7. Articulações pré-conferência de comunicação

8. Foto e imagem

9. Outras
OBS> A sede do Sindicato fica na Rua Antônio Maria, 382, 3º andar, sala 304, Cuiabá-MT. Referência: Prédio do Restaurante Chão Goiano, ao lado do Bazar do Livro.



VEM PRA LUTA, QUE É NOSSA !!!

17 de jan. de 2009

CONVITE

Sintep - Sub-sede de cuiabá convida as entidades da soiedade civil organizada para participarem do debate que será promovido pelos representantes da Comunidade Palestina em Mato Grosso.

Tema: Genocídio em Gaza

Local: Auditório do Sintep - Rua João Monges Guimarães - 102 - Bairro Bandeirantes

Data: 21/01 (quarta Feira)

Horario: 18:30


Invasão de Gaza - Criminosa e abjecta

"Quando se define como "entidade terrorista" uma zona povoada por um milhão e meio de seres humanos, entra-se na lógica do genocídio".

Por:

Michel Warschawski - jornalista israelita e dirigente do Centro Alternativo de InformaçãoTraduzido e publicado originalmente por
Comité Palestina .

Artigo republicado por:
http://www.antoniocavalcantefilho.blogspot.com/


Veja tambem outras matérias clicando abaixo:

Invasão de Gaza - Criminosa e abjecta
A arte de desmascarar
CAPITALISMO = EXPLORAÇÃO
'Veja' justifica genocídio em Gaza
O martírio de Gaza

Visite tambem:
www.mcce-mt.org
16 /01 / 2009 - 06:35
15 /01 / 2009 - 07:59
14 /01 / 2009 - 06:37
Carta aberta à amiga Urda
12 /01 / 2009 - 11:47
12 /01 / 2009 - 07:19
09 /01 / 2009 - 09:41
09 /01 / 2009 - 09:05

16 de jan. de 2009

O Fórum Social Mundial está de volta... em Belém

15 de Janeiro é a data proposta para a organização de coletivas de imprensa simultâneas em todo o mundo

De 27 de Janeiro a 1 de Fevereiro, no coração da Amazônia, milhares de delegados de movimentos sociais, povos indígenas, sindicatos, organizações, ONGs e grupos religiosos se encontrarão mais uma vez para confirmar que outro mundo é possível. O Fórum Social Mundial 2009 será realizado na cidade de Belém, Pará (Brasil/Pan-Amazônia) nas Universidades Federal do Pará (UFPA) e Federal Rural da Amazônia. (UFRA)

Mais de 4.000 organizações sociais e indígenas vindas de mais de 150 países se encontrarão de 27 de janeiro a 1 de fevereiro de 2009 em Belém, na Amazônia brasileira, para celebrar a nona edição do Fórum Social Mundial, com assembléias, seminários, oficinas, cerimonias e atividades culturais. Até o dia 9 de janeiro, mais de 80 mil pessoas já estavam inscritas para participar do FSM Amazônia.

O Fórum Social Mundial (FSM) é um espaço aberto, plural, horizontal e não governamental, nascido para estimular o debate descentralizado, a reflexão, a construção de propostas, a troca de experiencias e as alianças entre movimentos e organizações interessadas no desenvolvimento de ações concretas rumo a um mundo justo e democrático. Milhões de mulheres e homens, organizações, redes, movimentos e sindicatos de todo o mundo lutam cotidianamente com toda a riqueza de sua pluralidade e diversidade, apresentando suas alternativas e propostas contra o neoliberalismo, a guerra, o colonialismo, o racismo e o patriarcado.

Em Belém, estarão presentes movimentos e organizações vindas da Africa do Sul, Alemanha, Argentina, Bangladesh, Bélgica, Bolivia, Brasil, Burkina Faso, Canadá, Chile, China, Colômbia, Costa do Marfim, Cuba, Dinamarca, Egito, Equador, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Inglaterra, Filipinas, Finlândia, França, Japão, Jordânia, Guiana Francesa, Guiné, Haiti, Índia, Israel, Itália, Líbia, Mali, Marrocos, México, Nepal, Nicarágua, Nigéria, Noruega, Paquistão, Palestina, Paraguai, Peru, Quênia, República Democrática do Congo, República Dominicana, Rússia, Senegal, Suécia, Quiça, Tanzânia, Turquia, Uruguai, Venezuela, Zâmbia, Zimbábue e muitos outros...


Da Africa à Amazônia

As três primeiras edições do FSM, assim como a quinta, aconteceram em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, respectivamente em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em 2004, o evento se deslocou, pela primeira vez, até a Índia, enquanto em 2006, sempre em expansão, foi descentralizado em três países de diferentes continentes: Mali (Africa), Paquistão (Asia) e Venezuela (América). Em 2007 voltou a acontecer de forma centralizada no Quênia (Africa). Em 2008, com o objetivo de aumentar a visibilidade deste processo, em vez de um evento em um local, decidiu-se pela celebração de um Dia de Ação de Mobilização Global, realizado em 26 de Janeiro em mais de 80 países, com cerca de 800 atividades e manifestações auto-gestionadas.

Agora é hora de voltar ao Brasil para colocar no centro do debate as respostas à crise global - econômica, financeira, ambiental e alimentar –, com particular atenção à perspectiva dos povos indígenas. O Conselho Internacional do FSM escolheu celebrar esta 9a edição do FSM na cidade de Belém, no coração da selva Amazônica, região que se estende por nove países do continente: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, já que se trata muito mais do que um território: a Amazônia será ela mesma protagonista do acontecimento.


O Dia da Pan-Amazônia

O segundo dia do FSM, 28 de janeiro, será dedicado completamente aos 500 anos de resistência, conquistas e perspectivas das populações indígenas, afrodescendentes e populares. Durante o "Dia da Pan-Amazônia", organizado pelo 5o Fórum Social Pan-Amazônico, os movimentos e os povos da região irão falar ao mundo, estreitando laços e criando novas alianças a partir das metodologias de discussão usadas pelo Fórum Social Pan-Amazônico (assembléias, plenárias, caravanas viárias e fluviais). Esta decisão reflete a expressa intenção de devolver ao FSM 2009 um lugar em que os povos Pan-Amazônicos tenham sua visibilidade e voz.
Informações sobre o programa do Dia da Pan-Amazônia:
http://www.fsm2009amazonia.org.br/programacao/28-01-pan-amazonia


Participação Indígena

Em 2009 a mobilização indígena será a maior da história do Fórum Social Mundial. Belém será o destino de cerca de 3 mil índios e índias de todo o mundo, que irão debater sobre a sua realidade no mundo e pedir apoio de toda humanidade para lançar uma campanha em defesa do planeta.

Cerca de 27% do território amazônico, formado pelos nove países da Pan Amazônia, é ocupado por terras indígenas e 10% de toda a população da América Latina, o equivalente a 44 milhões de pessoas, é composta por 522 povos tradicionais de diferentes etnias. São crianças e adultos protagonistas de uma luta de resistência e que sofrem perdas irreversíveis provocadas pelo capitalismo neoliberal predatório, impulsionado pela expansão das atividades de empresas multinacionais - mineradoras, petrolíferas, hidrelétricas, madeireiras, sojeiras, entre outras - , sobre as reservas indígenas. Saiba Mais:
http://www.fsm2009amazonia.org.br/

Encontros Sem-Fronteiras

Os Encontros Sem Fronteiras surgiram a partir da 1ª edição do Fórum Social Pan-Amazônico, em 2002 (Belem/Pa), com o objetivo de garantir melhor participação política e promover convergências e alianças entre os movimentos sociais, redes e entidades da sociedade civil organizada, frente às dificuldades de acesso e comunicação entre os países da Pan-Amazônia. Em 2009, com a realização do Fórum Social Mundial na cidade de Belém, estado do Pará, na ocasião, representando todos os países da Pan-Amazônia, os Encontros Sem-Fronteira voltam a ser articulados, mas, desta vez, com uma missão ainda mais importante - garantir o protagonismo e participação massiva de representações dos povos, movimentos sociais, organizações e entidades representativas da sociedade civil e o diálogo e convergências de suas lutas com os demais movimentos e experiências de todo mundo.

Por meio destes encontros as caravanas fluviais e terrestres se organizam e se fortalecem garantindo a participação efetiva de representantes de toda a Pan-Amazônia no maior evento altermundista da atualidade. Centenas de pessoas vão se deslocar até Belém do Pará em grandes embarcações, onde acontecerão, em pleno rio amazônico e a caminho do FSM 2009, atividades de alguns encontros sem-fronteiras.

Cinco encontros Sem Fronteiras estão articulados: 1 - Encontro Sem Fronteiras do Alto Solimões (Brasil/Colombia e Peru)2 - Selva Central – (Brasil, Bolívia, Peru)3 – Do Amapá – (Suriname/Guiana Francesa/Brasil)4 – Grande Savana (Bolivia/Peru/Brasil)5 – Rio Madeira

Belém Expandida

As organizações de todo o mundo também poderão participar do FSM 2009 a partir da sua própria cidade, através de iniciativas descentralizadas e auto-gestionadas com conexões via internet, TV e radio. De Bogotá à Kinshasa, de Malmo à Palestina, de Paris à Faluja, mais de 100 atividades paralelas acontecerão nos dias do FSM em dezenas de países.

No México, na seguindo uma chamada nacional de mobilização, dois dias de atividades descentralizadas estão sendo organizadas na capital e em outras quatro grandes cidades. A Uniperiferia, de Pelotas (região Sul do Brasil), organizará um Fórum Online das periferias para reunir mais de 1000 pessoas em três dias de debates e atividades culturais, conectando grupos de todo o mundo. Na França e na Alemanha acontecerão fóruns locais para discutir os efeitos da crise financeira e as alternativas construídas dentro do processo do FSM.

Belém Expandida será um território virtual para garantir a conexão das iniciativas descentralizadas com o território Amazônico. A idéia é tornar possível a participação no Fórum de organizações e entidades que não possam estar presentes em Belém, promovendo assim a troca de experiencias, a construção de convergências e de alianças internacionais entre os participantes.

Os momentos de conexão acontecerão com o uso de instrumentos de internet, como chats de texto ou áudio, videoconferências e outras tecnologias de comunicação. Os participantes de Belém Expandida estão convidados a utilizar o site OpenFSM (
http://www.openfsm.net/) para buscar parceiros para suas atividades, localizar organizações similares em outros países e coordenar iniciativas, construindo convergências antes, durante e depois do FSM 2009. Sugerimos uma visita à pagina 'Club Belem Expanded' no site OpenFSM, através do endereço http://openfsm.net/projects/club-belemexpanded. A pagina reúne organizações que propõem atividades descentralizadas e que coordenam os momentos de interconexão.

Coletivas de Imprensa

No dia 15 de janeiro, coletivas de imprensa simultâneas acontecerão em várias partes do mundo para chamar a atenção dos meios de comunicação para o FSM e para as iniciativas organizadas pelas delegações de cada país. A equipe de comunicação do FSM está coordenando os esforços para a realização das diversas coletivas.

Os jornalistas e assessores de imprensa interessados em participar deste dia de informação e dos processos estão convidados a participar dos encontros virtuais da Comissão de Comunicação, que acontece todas as quartas-feiras via Skype, as 16h, horário de Brasília. Para participar do chat, envie sua identidade Skype para Monica De Sisto
monica.disisto@faircoop.it ou para Thiago Benicchio, do Escritório do FSM em São Paulo: thiago.wsf@gmail.com. Você também pode participar das seguintes listas de discussão por email: - http://openfsm.net/projects/wsfcomrespondents/lists/wsfcomrespondents-discussionLista da Comissão de Comunicação do FSM, da qual participam todos os grupos de trabalho:- http://openfsm.net/projects/communication-commission/lists/communication-commission-discussion O site http://www.fsm2009amazonia.org.br/ está online e, será o principal instrumento de comunicação encontrar informações sobre o FSM 2009. Jornalistas de dezenas de países dos 5 continentes estão aguardando o FSM 2009. O credenciamento de imprensa deve ser efetuado até o dia 17 de janeiro através do endereço http://inscricoes.fsm2009amazonia.org.br/Para entrar em contato com a equipe de Comunicação do FSM 2009, escreva para: Geral: comunicacao@fsm2009amazonia.org.br Equipe de Comunicação Internacional: Monica Di Sisto - monica.disisto@faircoop.it

Mídia Alternativa

O FSM 2009 será, como sempre, um espaço de coordenação das atividades dos meios de comunicação alternativos.

A CIRANDA é um espaço de intercâmbio de comunicações, através do qual comunicadores poderão produzir, enviar e receber materiais e noticias sobre o FSM. Inscreva-se e contribua com este espaço aberto:
http://www.ciranda.net/ .

A WSF-TV é um espaço aberto para a publicação de vídeos relativos ao FSM, desenvolvidos com base no respeito aos princípios do FSM e licenciados via Creative Commons:
http://www.wsftv.net/
O FORUM DE RÁDIOS mobilizará, como sempre, emissoras e redes de rádio para garantir a comunicação entre as pessoas e os movimentos durante o FSM: openfsm.net/projects/fsm2009radio/summary

O site Open FSM é uma ferramenta para coordenar as mobilizações. Será usado para preparar ações e iniciativas, difundir detalhes dos vários momentos de mobilização e os pontos de encontro para as organizações e atividades em todo o mundo:
http://www.openfsm.net/

COMUNICAR PARA MOBILIZAR, MOBILIZAR PARA COMUNICAR

O Acampamento da Juventude

O Acampamento da Juventude será instalado no campus da UFRA, a Universidade Federal Rural do Amazonas. O acampamento dispõe de banheiros, chuveiros, áreas para atividades auto-gestionadas, um ambulatório médico, um centro de informação e serviço de segurança. Nos espaços da UFRA também acontecerão algumas das atividades do Dia Pan-Amazônico em 28 de janeiro.

Mais informações:
http://acampamentodajuventude.wordpress.com/ E-mail: acampamento@fsm2009amazonia.org.br Para outras informações sobre o FSM 2009: http://www.fsm2009amazonia.org.br/

Fóruns paralelos ao FSM 2009

Desde a primeira edição do FSM em 2001, nas mesmas datas que este ou em datas próximas, acontecem de forma paralela fóruns temáticos, que compartilham com o FSM a idéia de que construir um outro mundo é possível. Tais acontecimentos, além disso, tem dinâmicas, organizações e metodologias autônomas em relação ao FSM 2009. Para 2009, em Belém, vários desses encontros já estão previstos. Conheça um pouco sobre cada evento.

III Fórum Mundial de Teologia e Libertação

De 21 a 25 de janeiro de 2009 acontecerá em Belém, o III Fórum Mundial de Teologia e Libertação. Na programação, a cada dia um continente fará celebrações religiosas seguidas de conferencias, debates e oficinas, abordando diversos temas como: água, terra e teologia, raça, etnia, gênero, economia solidária.

A primeira e a segunda edição do Fórum Mundial de Teologia e Libertação aconteceram em Porto Alegre, Brasil e Nairóbi, Quênia.

O evento tem o objetivo da formação de uma rede internacional de teologias contextuais herdeiras e/ou identificadas com a Teologia da Libertação, proporcionar um espaço aberto de encontro para uma interação vívida e refletida da teologia com a sociedade contemporânea.Informações:
http://www.wftl.org/

V Fórum Mundial de Juízes

O V Fórum Mundial de Juízes acontecerá em Belém, de 23 a 25 de janeiro de 2009, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O evento traz como tema central "Judiciário, Meio Ambiente e Direitos Humanos", e tem o objetivo de promover a união dos países por um judiciário democrático e preocupado com a inclusão social.O Fórum Mundial de Juízes acontece desde 2002 e teve três de suas edições em Porto Alegre e uma em Buenos Aires (2004). Tem sido prestigiado por nomes de destaque do cenário jurídico mundial.

Mais informações:
http://www.forumjuizes.org/

Pré-Forum Fé na AmazôniaDe 24 a 27 de janeiro. Local: Centro Cultural de Formação Cristã, BR 316, KM 6, Ananindeua – PA. Informações:
secpreforum@gmail.com

III Fórum Social Mundial da SaúdeO III Fórum Social Mundial da Saúde acontece de 25 a 27 de janeiro de 2009, na UEPA em Belém do Pará. Este evento se constituiu em um espaço de intercambio de conhecimentos e práticas em torno a luta social pelo direito universal, integral e igualitário a saúde.O FMS se constituiu a partir da organização de um espaço de discussões em saúde dentro do Fórum Social Mundial. Ganhou expressão um evento paralelo ao FSM em 2005 em Porto Alegre e em 2007 em Nairóbi.Informações:
fsms@fsms.org.br, armandodenegri@yahoo.com, fsms@fsms.org.br

Fórum de Ciência e DemocraciaO Fórum de Ciência e Democracia é uma iniciativa criada por ONGs, Organizações da Sociedade Civil (OSC), sindicatos e representantes da comunidade científica mundial. O fórum está sendo criado como um espaço com o objetivo de estender os princípios democráticos para os campos da ciência e da tecnologia, e para apoiar novas iniciativas e novas formas de parcerias entre os movimentos sociais, dos cidadãos, e o mundo da pesquisa científica e tecnológica.

O Fórum de Ciência e Democracia é um espaço aberto para um diversificado grupo de interessados em realizar reuniões sobre ciência e democratização da tecnologia de forma não governamental e não partidária. Estes reuniões descentralizadas vão estimular o compartilhamento de experiências e a articulação entre as organizações e movimentos engajados em ações concretas objetivando construir um outro mundo, um mundo que respeite a democracia e a justiça em prol da constante modificação do cenário científico e tecnológico, tanto no âmbito local quanto global.Informações:
http://fsm-sciences.org/

VI Fórum Mundial de Educação - O Fórum Mundial de Educação (FME) será realizado em Belém, nos dias 26 e 27 de janeiro e visa possibilitar a construção de redes que incorporam pessoas, organizações e movimentos sociais e culturais locais, regionais, nacionais e mundiais para confirmar a educação pública para todos e todas como direito social inalienável, garantida e financiada pelo Estado, nunca reduzida à condição de mercadoria e serviço, na perspectiva de uma sociedade solidária, radicalmente democrática, igualitária e justa. O local do evento ainda está em aberto. Informações:
http://www.forummundialeducacao.org/

Fórum Mundial de Mídia Livre - O I Fórum Mundial de Mídia Livre acontece em Belém, no Hangar-Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, nos dias 26 e 27 de janeiro de 2009.
Midialivristas de todo planeta se reúnem para somar forças e discutir a criação de novas formas de comunicação.

As conclusões do FMML terão importante incidência política nas deliberações do Fórum Social Mundial, que acontece nessa mesma cidade, a partir do dia 27 de janeiro de 2009
Fórum Parlamentar Mundial

O VI Fórum Parlamentar Mundial (FPM) está previsto para ocorrer nos dias 28 e 30 de janeiro de 2009 na capital paraense, com as temáticas: Presente e futuro da Amazônia (projetos de desenvolvimento, integração regional, comunicação, paz e política de segurança, mudanças climáticas e biodiversidade, populações tradicionais); Processo de integração regional, institucionalidade democrática da integração, parlamentos regionais; Migrações.

O Fórum foi realizado pela primeira vez na cidade Porto Alegre, com a presença de parlamentares de diferentes partidos de todos os continentes, identificados com o processo do FSM. Os eventos seguintes, em Porto Alegre (2002 e 2003), Mumbai (2004) e Porto Alegre (2005), foram um importante espaço de discussão de uma agenda social para o mundo atual.Contatos e mais informações:
secretaria@forosaopaulo.org.br

Fórum de Autoridades Locais (FAL) e Fórum de Autoridades Locais da Amazônia (FALA)A I Assembléia do Fórum de Autoridades Locais da Amazônia (FALA) e a VIII Assembléia do Fórum de Autoridades Locais (FAL), ocorrem em Belém, nos dias 30 e 31 de janeiro de 2009.
Os eventos serão realizados no Hangar-Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, paralelamente à programação do Fórum Social Mundial (FSM), em Belém do Pará e é promovido pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Coordenadoria de Cooperação Internacional, e pelo Grupo Promotor da Red FAL.

Desde 2001, quando foi realizada a primeira edição do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, é realizado o Fórum de Autoridades Locais, espaço de articulação entre representantes de governos de todo o mundo com os movimentos sociais.

O FALA pretende ser uma ferramenta para a integração, reunindo governantes amazônicos em busca de soluções aos problemas de pobreza e destruição dos recursos naturais da região.Mais informações:
http://www.falfala.org/ http://www.redfal.org/

15 de jan. de 2009

ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 12 DE JANEIRO DE 2009

Aos 12 dias do mês de janeiro do ano de dois mil e nove, reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) para primeira reunião ordinária da diretoria de 2009, aberta aos jornalistas e estudantes de jornalismo, às 19h00 membros da diretoria do sindicato e demais jornalistas. Nessa reunião a tesoureira do Sindjor, Alcione dos Anjos, que exercia temporariamente a função de secretária geral, e a secretaria geral Márcia Raquel, que estava na tesouraria, voltaram a seus respectivos cargos. O grupo tratou das pautas: Informes; Tarefas não Cumpridas; Interior; Vendas agendas, camisetas e bolsas, Curso de Formação, Carnaval, Campanha Salarial, Liberdade de Imprensa, Projetos Sindjor (Coral, Sessão Pipoca à Brasileira, FDC, MJF), Acordo Oliveira, Terreno Sindjor, Estágio, Manifestação pela Palestina e curso de meio ambiente, sendo estas duas últimas inclusas na pauta a pedidos dos presentes. 1 - Informes – Gibran informou que quarta-feira (14) haverá manifestação e panfletagem na porta as SMTU às 11h00 e aproveitou para convidar os jornalistas para a atividade e para o Sindjor se envolver mais com a luta pelo transporte coletivo de qualidade e acessível a maioria da população, disse que a tarifa está para ser reajustada e que há boatos de que o valor ficaria em torno de R$ 2,40. A decisão, em consenso, foi de o Sindjor participar de alguma forma das articulações para impedir o aumento da passagem. Sendo que o Gibran ficaria, a princípio, sendo o representante do Sindjor no fórum de debates sobre o assunto que está sendo formado. - 2 Interior - Keka informou que o Sindjor vem tentando articular mais sub-sedes no interior, mas que apesar disso as ações estão sendo muito devagar. Disse ainda que enviará produtos do Sindjor (agendas, camisetas e bolsas) para o interior para que as sub-sedes vendam por lá. 3 – Tarefas Não cumpridas – como o Sindjor está começando as atividades não há essa pauta. 4 - Vendas agendas, camisetas e bolsas – Keka informou que o Sindjor preparou material para venda de final de ano, informou os valores dos produtos. Alcione explicou todo o processo até chegar a idéia de vender os produtos e o tipo de produto que seria feito. Sugeriu que cada um presente se comprometesse a pegar uma determinada quantidade de produtos e tentasse vender, com o único compromisso de prestar conta ao Sindjor ao final. Ana Paula sugeriu a formação de uma comissão para oferecê-los nas faculdades. Depois do assunto ser acatado e debatido formou-se a Comissão UNIC (Maricelle e Gibran), Comissão IVE (Alcione e Keka) e a comissão do Unirondon (Johnny). A Comissão da UFMT será formada depois, porque as aulas vão começar só em março. Aline se propôs a oferecer as agendas na Ascom da UFMT. 5 – Curso de Formação – 5.1 - Keka informou que no ano passado houve o curso de formação, sem custo para os participantes, e avaliou como positivo, por isso o Sindjor deseja repetir o curso em 2009, disse que pensa nos dias 07 e 08 de fevereiro para essa finalidade. João Negrão informou que a presidente do Sintrae conversou com ele e disse estar pensando em trazer palestrantes para um curso de formação sindical e propôs verificar a possibilidade das datas coincidirem e ser feito um único curso com a participação do Sindjor e Sintrae. 5.2 – A presidente do Sindjor disse ainda que este ano o sindicato planeja realizar um outro curso de formação (que não sindical) mesmo que demande algum investimento por parte da categoria, já que é uma demanda recolhida durante as visitas às redações realizadas em 2008. Alcione disse que fica preocupada em realizar eventos para trazer recursos para o Sindjor, principalmente cursos e palestras, porém considera importante fazer os eventos sem custos. Após um intensa debate, João e André sugeriram a formação de uma comissão especifica para estudar maneiras de captar patrocínios para projetos idealizados pelo Sindjor ou recursos para a realização de eventos. A comissão proposta foi com os seguintes jornalistas: João Negrão, André Alves e Enock Cavalcante, que disseram que irão convidar outros jornalistas para se juntar a eles. 5.3 – A Gisele disse que o Núcleo de Comunicadores do Mato (que congrega profissionais de MT e MS que trabalham ou se interessam pelo tema ambiental) irá sediar o 3º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental em Mato Grosso em 2009. A data já pré-definida é dia 12 de outubro, Gisele disse ainda que ela e o André Alves estão na coordenação do evento e já contam com o apoio de várias ONGs. Eles planejaram organizar um curso de formação sobre Meio Ambiente, dividido em quatro encontros ou módulos com temas relevantes para o Estado e a cobertura jornalística (Jornalismo Ambiental; Mercado Ecológico; Legislação Ambiental e Povos Indígenas e Conservação Ambiental). Os encontros contariam com especialistas e seriam de forma gratuita para os participantes. Eles pedem o apoio do Sindjor. Gisele informa ainda, que a princípio o custo dos organizadores previsto é apenas com gasto de gráfica para divulgar o evento. Keka avaliou como interessante a realização desse tipo de evento e o Sindjor deve apoiá-lo. Enock disse que o esforço para fazer esse tema entrar na pauta dos jornais é louvável, já que vivemos no Estado do agronegócio e sugeriu que o evento fosse ampliado para não-jornalistas, como lideranças sociais, propôs ainda que os encontros não fossem feitos de formas espaçadas até outubro, fechando com o congresso dos Jornalistas do Mato. Alcione lembrou que isso pode desarticular a mobilização dos encontros, devido a experiências do Fórum de Democratização da Comunicação, que começou bem e depois foi ficando esvaziado e para dar continuidade o Fórum teve que se transformar em itinerante. André avaliou que o problema não é grave, pois com a aproximação do congresso, a tendência é o público aumentar e que esses encontros periódicos, inclusive possibilitam crescer o número de participantes no congresso, devido a maior divulgação. Gisele lembrou que já participou de eventos que ocorriam toda terça-feira (Terças Ecológicas), no Rio Grande do Sul, quando um grupo se encontrava para debater o tema, e que a idéia poderia ser repetida agora. A sugestão acatada foi de que se faça um primeiro encontro e sinta a necessidade de ser semanal, mensal ou em um período próximo. 6 - Estágio – Laís, acompanhada de alunos de jornalismo da UFMT, relatou que está havendo problemas da renovação de estágios em jornalismo na universidade. O grupo reclamou que não há diálogo com a coordenação do curso, que o C.A não é informado sobre os acontecimentos e que no final de 2008 foram surpreendidos com a determinação de não se renovar os pedidos de estágios, entretanto sempre que alunos buscavam informações sempre era repassadas de forma confusa por professores ou funcionários do departamento e nunca pela coordenação do curso. Após debate sobre o tema foi sugerido que os alunos façam um Ato para informar os calouros sobre o problema e protestar contra a atitude da coordenação do departamento. O Ato deve ser planejado pelo Cacos e ocorrer na volta as aulas da UFMT. O Sindjor também se dispôs a participar de uma reunião com a reitora da Universidade, Maria Lúcia, com o coordenador do departamento, professor Afrânio e o Cacos, para encontrar uma saída para o problema. 7 – Carnaval Impressando o Bebum – Keka disse que conversou com a proprietária do Chorinho e que um acordo para que o carnaval do Sindjor 2009 seja realizado lá está adiantado, perguntou se havia algum impedimento para a realização do carnaval no Chorinho, não havendo, disse que avançando a conversa com a proprietária os jornalistas serão informados. 8 - Campanha Salarial - Keka informou que o Faiad disse a ela que não foi possível entrar com o Dissídio em 2008, porque, segundo ele, a Justiça iria arquivar o processo, já que não há acordo prévio. Mas que avalia como um esforço preparatório para a Campanha 2009, quando a categoria precisará de mais mobilização ainda porque precisa fazer um acordo. 9 – Liberdade de imprensa – Keka informou que esse tema foi pautado devido ao episódio da blogueira Adriana Vandoni e o diretor geral do DNIT, Luis Antonio Pagot, que ameaçou processar a Vandoni devido a textos dela publicados no blog prosa e política. Com a ameaça Vandoni procurou o Sindjor para pedir apoio já que ela se sentiu ameaçada no seu direito de expressar sua opinião. Keka disse a ela, por telefone que o Sindjor estava em recesso e voltaria as atividades no dia 12 de janeiro, convidando-a para debater o assunto na reunião, porém dias depois surgiu um texto no blog prosa e política com criticas ao Sindjor e insinuações de que a resposta da Keka seria uma negativa ao pedido da blogueira e supondo que o Sindjor tinha recebido o terreno do governo e promessas de emendas parlamentares para a construção da sede própria do Sindicato para se calar. Houve um grande debate sobre o assunto e deliberou-se por esclarecer a categoria com texto explicando como o processo da doação do terreno e a busca por emendas se deram e a realização, se preciso for, de uma reunião específica sobre a questão do terreno e das emendas parlamentares. 10 – Apoio aos Palestinos – Keka informou sobre a manifestação em favor da Palestina, que irá ocorrer em Cuiabá quarta-feira (14), a partir das 11 horas na Praça Alencastro, em Cuiabá, articulado pela Sociedade Beneficente Mulçumana de Cuiabá (SBMC). O Sindjor delibertou que deve participar do ato, enquanto entidade. 11-Projetos Sindjor – Keka disse que o Coral do Sindjor começa a ensaiar no dia 18, às 16 horas, na sala de orquestra da UFMT, e interessados podem participar. A Dafne disse que discutiu com o Grupo Parafernália, que ela participa, sobre o Projeto Sessão Pipoca à Brasileira do Sindjor e que houve interesse do grupo em participar do projeto, avisou que não há dinheiro, mas que o grupo pode ajudar com pessoas, a participação de mais pessoas foi aceita, porém Alcione e o grupo devem se reunir para planejar as atividades em 2009. keka disse que haverá esse ano a Conferencia da Democratização dos Meios de Comunicação, que é inédito no país e que o FDC deve aumentar as articulações para qualificar o debate e participar desse evento tão importante para a população brasileira, excluída do acesso aos meios de comunicação que são dominados por determinados grupos econômicos. Keka ainda disse que o Movimento Jornalistas na Favela em parceria com a FaveAtiva realizou no final do ano a Gincana do Saber que mobiliza alunos do Jardim Vitoria, periferia de Cuiabá. Disse que a experiência foi valorosa e que em 2009 espera mais adesões ao projeto. Não havendo mais nada a tratar, a presidente Keka Werneck encerrou a reunião e eu, Alcione dos Anjos, lavrei a presente ata.

Alcione dos Anjos – Tesoureira do Sindjor-MT

14 de jan. de 2009

PANFLETAFEM INICIA LUTA CONTRA O AUMENTO DA TARIFA


Cidadãos e representantes de entidades sociais fizeram panfletagem hoje pela manhã (quarta, 14) em frente à MTU (Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos) para informar a sociedade sobre o aumento da tarifa do ônibus para R$ 2,40, já defendido pela prefeitura da capital.


A atividade foi marcada pela irreverência: "Esse aumento é uma palhaçada. Por isso estamos usando esses narizes de palhaço, para mostrar o absurdo que é aumentar mais uma vez a tarifa", disse Dafne Spolti, estudante de jornalismo da UFMT e usuária do transporte coletivo em Cuiabá.


Também foram pregados cartazes na fachada da MTU dizendo: "Aumento, não! R$ 2,05 já tá caro!!!"; "MTU e Prefeitura querem aumentar a tarifa". A panflatagem ocorreu, ainda, dentro da entidade, surpreendendo a maior parte das pessoas nas filas, que ainda não sabiam da iminência do novo aumento.


Situação atual

A prefeitura está impossibilidade de aumentar a tarifa até o momento porque a justiça concedeu liminar ao Ministério Público Estadual. O promotor de Defesa da Cidadania, Alexandre Guedes, mostrou, com base em perícia feita pelo MPE, que os cálculos feitos pela prefeitura omitem informações, como o número de passageiros que usam micro-ônibus e o valor ganho pelos empresários do transporte com a venda de publicidade nos ônibus e nos pontos de embarque e desembarque.


A perícia também apontou que a prefeitura não tem controle nenhum sobre os valores dos itens, serviços e insumos lançados na planilha de custos, pois não faz pesquisa de mercado para saber se os dados repassados pelos empresários são vardadeiros ou falsos.


"Queremos que a SMTU (Superintendência Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos) nos repasse o tal cálculo de R$ 2,40 para analisarmos se os dados são realmente verdadeiros porque até o momento a instituição mantém isto a portas fechadas", disse Gibran Lachowski, professor universitário e usuário do transporte coletivo.


Nova ação

O Instituto de Defesa da Cidadania de Mato Grosso (IDC) entrou com ação na justiça para que o aumento da tarifa do ônibus ocorra somente mediante elevação dos salários dos servidores públicos, conforme estabelece a Lei Orgânica do Município de Cuiabá. Participe Participaram da movimentação representantes do Sindjor, da Une (União Nacional dos Estudantes), IDC, PT Cuiabá, cidadãos e cidadãs que usam ônibus e micro-ônibus. A participação é abarta. A próxima reunião do grupo que luta contra o aumento do transporte e por uma política pública decente para o setor é hoje (quarta, 14), às 19 horas, no Instituto de Linguagens da UFMT.


Telefones para contato: Ana Paula Carnahiba (9952-4767), Paulo Lemos (9928-0177).

ATO PÚBLICO - Cuiabá pede cessar fogo na Faixa de Gaza

Fotos: Dafne Spolti e João Negrão
Cerca de 100 pessoas e uma lista enorme de sindicatos e outras entidades de classe, movimentos sociais e outras organizações, inclusive partidos, de Cuiabá, prestaram apoio hoje (14) de manhã, das 11h às 14 horas, ao povo da palestina e contra o massacre promovido por Israel, na Faixa de Gaza, onde homens, mulheres e crianças têm sido alvos de todo tipo de arma condenada pela humanidade.

O ato, na praça Alencastro, centro da capital, articulado pela comunidade muçulmana de Cuiabá, é mais uma reação entre as milhares que estão ocorrendo no Brasil e no mundo rechaçando os desmandos do Exército de Israel, treinado e insuflado pela política bélica estadunidense.
Gaza é a faixa de maior densidade habitacional do mundo. O povo palestino, desde 1948, no pós-guerra, vive nesse gueto, pressionado pela força política e bélica de Israel. É para esse local que estão apontadas as armas de Israel, indiscriminadamente, matando civis, no ritmo de um relógio desenfreado que não para.
Homens de descendência árabe, mulheres de burca e crianças, brasileiros herdeiros da palestina, marcaram o ato, dando as características culturais do povo do Oriente Médio. Gente que vive aqui e que garante que em Cuiabá e no Brasil não há desavenças entre judeus e palestinos. A relação harmoniosa mantida aqui é um sinal de que é sim possível a paz entre esses povos na verdade irmãos.
As crianças que estavam no ato, correndo daqui e dali, faziam lembrar as mais de 250 que já foram mortas por Israel no conflito em Gaza.
A palestina chora "lágrimas de sangue" e o mundo assiste consternado a esse massacre, repudiando em atos e outras ações.
No ato de ontem, mais um pedido ao presidente Lula, para que corte relações comerciais com Israel. Nos moldes de Hugo Chaves que expulsou o embaixador de Israel da Venezuela.
Wanderly Scarabely, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), disse que a conduta do Hamas, acusado de terrorismo, é não mais que uma reação ao violento Exército de Israel.
Em panfleto divulgado na praça Alencastro pela comunidade muçulmana, um lembrete: o Hamas é um governo eleito pelo voto e a eleição foi monitorada e reconhecida internacionalmente.
A democratização das comunicações, forte tendência mundial, fomentada principalmente pelo advento da internet, favoreceu à disseminação de imagens do massacre e informações políticas sobre o que está acontecendo na Faixa de Gaza. Isso está ajudando a mobilizar o mundo.

A presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), Keka Werneck, destacou que a luta do povo palestino também é nossa, porque precisamos levar nossa mão solidária onde houver injustiça no mundo.

13 de jan. de 2009

CONTRA O MASSACRE NA FAIXA DE GAZA


O Sindicato dos Jornalistas (Sindjor-MT) deliberou ontem, em reunião ordinária da diretoria executiva, aberta a demais jornalistas e estudantes de jornalismo, que irá participar do ato público articulado pela comunidade muçulmana de Cuiabá contra o massacre de Israel aos palestinos civis, amanhã, quarta-feira, dia 14, das 11 às 14 horas, na praça Alencastro, Centro da capital. E convida todos e todas que esteja sensibilizados com a barbárie na Faixa de Gaza a participarem também do ato.

A Diretoria

Cidadãos fazem panfletagem contra aumento da tarifa de ônibus

Cidadãos e representantes de entidades realizam panfletagem nesta quarta, dia 14, às 11h, em frente à MTU (Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos) contra o aumento da passagem de ônibus, já anunciado publicamente pela prefeitura de Cuiabá.

A movimentação pretende informar a sociedade sobre a intenção da SMTU (Superintendência Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos) em parceria com os empresários em elevar a tarifa de R$ 2,05 para R$ 2,40.

"Essa panfletagem tem o objetivo de informar o povo sobre a possibilidade de mais um aumento, o que é um desrespeito. Eu utilizo o ônibus todos os dias e posso afirmar, com certeza, que o nosso transporte é ruim, tem muitos ônibus velhos, falta ar-condicionado em muitos deles, superlotação sempre e o sistema de recarga do cartão sempre está fora do ar. É um absurdo falar em aumento diante de tudo isso", disse a usuária do transporte coletivo e jornalista Ana Paula Carnahiba.

"A prefeitura faz isso em janeiro porque sabe que os estudantes secundaristas e universitários estão de férias e assim há menos possibilidade de manifestações nas ruas. É um golpe contra a população", afirmou Robinson Ciréia, usuário do transporte coletivo e professor de História.

Apóiam a panfletagem entidades como o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor) e a União Nacional dos Estudantes (Une). "A tarifa atual já é um absurdo, imagine um novo aumento", disse Keka Werneck, presidente do Sindjor. "Apoiamos o ato contra o aumento e vamos fazer de tudo pra saber se a tentativa de uma nova elevação está fundamentado em bases legais e contábeis", observou Paulo Lemos, da assessoria jurídica da Une.

Telefones para contato: Ana Paula Carnahiba (9952-4767), Robinson Ciréia (8429-4993) e Paulo Lemos (9228-0177).

12 de jan. de 2009

VIOLÊNCIA

Valmireide Zoromará, quando participou do 1º Seminário de Mobilização e Mapeamento Social, realizado em outubro do ano passado, em Cuiabá Crédito da foto: Regina Silva

Líder indígena Paresi é assassinada
e seu marido ferido gravemente

Por Mário Hashimoto

Nem bem começou o ano e a perseguição e morte aos povos indígenas parece não ter fim. Na
noite de sexta-feira (9), por volta das 22 horas, a líder indígena Valmireide Zoromará, 42
anos, foi assassinada a tiros perto de Nova Marilândia, região de Diamantino, enquanto
pescava junto a outras 13 pessoas, todas da família. Seu marido, Valdenir Xavier de Amorim
está em estado grave, na UTI de num hospital de Tangará da Serra.

Segundo seus filhos Kleberson e Kelly Zoromará, eles estavam pescando em uma represa
particular do córrego Cágado, pertencente a Sebastião de Assis, quando foram alvejados por um funcionário da fazenda que gritava: 'Seus ladrões de peixes'. Todos sairam correndo e se
esconderam mas Valdenir e Valmireide foram atingidos. "Quando retornamos ao local nossa mãe
estava morta e meu pai suspirando", disseram os filhos.

INQUÉRITO FEDERAL

Para Martins Toledo de Melo, técnico de indigenismo da Funai em Tangará, não há vestígios na
área de criação de peixes e a polícia civil já iniciou o inquérito, mas por se tratar de
questão federal, a Funai, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deverão assumir o
caso. O fazendeiro Sebastião de Assis, junto a outras pessoas, ficaram reféns na aldeia em
janeiro de 1992 por invasão, mas segundo Martins este fato não deve ter correlação com o
crime. Perguntado sobre o clima na aldeia, o técnico disse que 'normalmente, quando um
Paresi sofre morte natural, isso por si só gera comoção na comunidade. Agora, imagine quando
um irmão é assassinado por um não índio".

DEMARCAÇÃO DA RESERVA

A área em que se encontram as famílias, foi doada ao grupo Zoromará na época por Marechal
Cândido Rondon e a demarcação da reserva está em fase estudos, devendo ser homologada ainda este ano segundo indigenistas. Os Paresi têm no seu mito de origem a representação da sua identidade e da sua territorialidade.

MORTE ANUNCIADA

Na audiência pública do Zoneamento Socioecônomico e Ecológico de Mato Grosso, a filha de
Valmireide, Kelly Cristina Zoromará disse que sua mãe retirou-os da aldeia, levando para
Nova Marilândia porque eram ameaçados de morte, mas que agora iriam lutar pela terra e só
sairiam de lá mortos. As palavras de Kelly anteviu a noite fatídica de 9 de janeiro de 2009.
Um exame preliminar de necrópsia foram encontrados chumbos de calibre 16. A guerreira
Valmireide, que atuava principalmente na defesa de sua terra se foi. Que não seja em vão.

1ª REUNIÃO SINDJOR-MT - 2009

CONVITE
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca a diretoria da entidade e convida todos os jornalistas assim como estudantes para reunião ordinária, hoje (segunda-feira - 12), às 18h30 horas, na sede do Sindicato.
Pautas:
1. Interior
2. Tarefas não Cumpridas
3. Vendas de agendas e camisetas
4. Curso de formação
5. Carnaval
6. Campanha salarial
7. ‘Liberdade’ de imprensa
8. Projetos do Sindjor (coral, Sessão pipoca a brasileira, FDC, MJF, entre outros)
9. Últimas parcelas Acordo Oliveira (Advogado da parte que ganhou a causa)
10. Terreno Sindjor
11. Estágio
12. Outras

OBS> A sede do Sindicato fica na Rua Antônio Maria, 382, 3º andar, sala 304, Cuiabá-MT. Referência: Prédio do Restaurante Chão Goiano, ao lado do Bazar do Livro.

VEM PRA LUTA, QUE É NOSSA !!!

9 de jan. de 2009

O massacre de Israel sobre o povo palestino: entenda o conflito no Oriente Médio

ENTENDA O CONFLITO NA FAIXA DE GAZA

Aliados do governo de Israel insistem em declarar que os ataques são defensivos e não ofensivos, recusando-se a reconhecer o óbvio: está em curso o holocausto palestino

O responsável pela crise no Oriente Médio é o imperialismo estadunidense e todos os que se calam e se omitem, diante dessa barbárie. Imagine se suas famílias fossem expulsas das suas casas e terras, do lugar onde seus antepassados viviam há séculos, para que um novo país se erguesse? Imagine, então, o seu povo, vivendo em campos de refugiados, submetido a humilhações e torturas. Essa é a realidade do povo palestino, sobretudo desde a criação do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948. Data que ficou conhecida como "Nakba", o dia do horror. Os palestinos acreditam que o governo de Israel quer promover uma "limpeza étnica", eliminando da face da Terra todo o seu povo.
A criação do Estado de Israel acontece logo depois da 2ª Guerra Mundial, quando o mundo ainda estava sob a comoção do massacre aos judeus, promovido pelo nazismo. Então, duas promessas foram feitas: a de erguer o estado sionista de Israel e a de delimitar o território palestino. Mas só a primeira parte se cumpriu. A outra parte, a criação do Estado Palestino, até hoje não se materializou.
Os palestinos perseguidos se refugiaram, sobretudo, na Faixa de Gaza, um estreito pedaço de terra, com cerca de 45 quilômetros de comprimento e 10 de largura, limitada por Israel e pelo Egito. Gaza, nome da principal cidade da região, absorveu um quarto das centenas de milhares dos refugiados palestinos expulsos das áreas que hoje fazem parte de Israel.
Há 60 anos, a região tem vivido em estado permanente de guerra, alimentada pelos interesses do imperialismo estadunidense no Oriente Médio. Os aliados do governo de Israel insistem em declarar que os ataques são defensivos e não ofensivos, recusando-se a reconhecer o óbvio: está em curso o holocausto palestino.
Mesmo entre os judeus, há quem acuse Israel de promover um genocídio na região, como é o caso do historiador israelense e ex-chefe do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Haifa, Ilan Pappé. O historiador confirma que, no dia 23 de dezembro de 2008, o Hamas havia se comprometido com a trégua, desde que o bloqueio econômico a Gaza fosse suspenso. No dia 26 de dezembro, o governo de Israel autorizou, temporariamente, a entrada de suprimentos em Gaza. Traiçoeiramente, no dia seguinte, 27 de dezembro, iniciou o bombardeio.
Conta-se que em um intervalo de quatro minutos, mais de cem bombas foram disparadas contra mais de cem alvos do Hamas. Os ataques começaram às 11h30, com as ruas cheias, o que evidencia a intenção de matar o maior número possível de pessoas. Ao final daquele primeiro dia de bombardeios contavam-se 200 mortos e 700 feridos. A força aérea israelita havia destruído casas, hospitais, universidades, escolas, prédios públicos, mesquitas, redes de água e os túneis por onde passavam a comida e os remédios. No dia 3 de janeiro, Israel inicia o ataque por terra, para completar o holocausto. É a chamada "Operação Chumbo Grosso".

Compreendendo o conflito: um pouco da história recente
Em 2005, o então primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, executou um plano de retirada dos oito mil colonos israelenses da Faixa de Gaza, bem como das tropas que os protegiam. Em setembro, a retirada israelense foi concluída. Mas o plano também previa que Israel continuaria a controlar o espaço aéreo de Gaza, seu mar territorial e todos as passagens de fronteira. Dessa forma, o governo de Israel passou a impedir a entrada de alimentos, combustíveis, água e medicamentos, colocando em risco a vida de toda a população palestina na Faixa de Gaza.
Os territórios povoados por palestinos foram "cercados" pelas colônias judias e os governos israelenses, tanto trabalhistas quanto likudistas, só fizeram aumentar o número dessas colônias, inviabilizando de fato a possibilidade de constituição de um Estado palestino. Isto levou ao fracasso nas negociações para determinar um status definitivo para os territórios palestinos.
Em 2006, o Hamas vence as eleições legislativas na Palestina. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pertence ao Fatah. Divergências políticas entre as duas facções geram violentos confrontos que se estendem até o início de 2007, quando os líderes dos grupos rivais concordam, em março daquele ano, em formar um governo de coalizão. Mas o Hamas acaba por assumir o controle da Faixa de Gaza, expulsando o Fatah (que mantém o domínio sobre a Cisjordânia). As regiões controladas pelo Hamas sofrem boicote econômico, sob a alegação de que não reconhecerem o Estado de Israel.
Em junho de 2008, representantes do Hamas e do governo israelense chegam a um acordo de cessar-fogo na região, mediado pelo Egito, com duração de seis meses, e que expirou no dia 19 de dezembro. O grupo palestino decidiu não renová-lo, por entender que Israel não havia cumprido a sua parte no acordo, que era suspender o bloqueio econômico imposto à Faixa de Gaza.

Todos ao ato de quinta, 8, na Cinelândia, às 15h
Diante dos ataques israelenses, que não cessam, desde o final do ano passado, provocando milhares de mortes e incalculáveis perdas, o Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino no Rio de Janeiro conclama: "Todo apoio à Resistência Palestina; Integração à Campanha Internacional de Boicote aos produtos e corporações sionistas; Campanha contra o cancelamento do Tratado Comercial entre o Brasil e Israel; E que o Brasil rompa diplomaticamente com o Estado terrorista de Israel". Centenas de entidades, movimento sociais e sindicais prometem aderir ao ato público.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias


Mais de mil participam de ato de solidariedade à Palestina no Rio
Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Cerca de mil pessoas participaram de um comovente ato público nesta quinta, 8, na Cinelândia, no centro do Rio, em solidariedade à luta do povo palestino. Da Cinelândia, os manifestantes saíram em passeata até a porta do Consulado dos Estados Unidos. Em protesto, jogaram sapatos sobre as paredes do consulado, num gesto simbólico de repúdio ao imperialismo estadunidense, que lembrou a sapatada atirada contra o presidente George W. Bush. As bandeiras dos Estados Unidos e de Estado terrorista de Israel foram queimadas.
Ao mesmo tempo em que a população do Rio se manifestava em apoio à causa palestina, os bombardeios israelenses à Faixa de Gaza se intensificavam. Um telefonema direto da Palestina, a um familiar residente no Brasil, informava que pessoas estavam soterradas sobre os escombros, sem receber ajuda, ambulâncias serviam de alvo "e quem escapava dos bombardeios era atingido por metralhadores, por terra". A maioria das vítimas era formada por mulheres e crianças.
O ato em apoio aos palestinos reuniu um grande número de sindicatos, entidades humanitárias, movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais. Dentre os sindicatos, havia dirigentes e militantes dos Correios, Bancários, SEPE, Sintuff, Sindipetro-RJ. Os partidos políticos PT, PC do B, PSTU, PCB, P-SOL. As centrais sindicais CUT, Intersindical, Conlutas e CTB. O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro esteve à frente da organização, que também contou com a presença da Sociedade Brasileira Muçulmana, dentre inúmeras outras entidades.
Desde a retomada dos ataques de Israel sobre a Faixa de Gaza, em 27 de dezembro, os brasileiros já realizaram manifestações em várias capitais, em favor dos palestinos. Florianópolis, Manaus, São Paulo e Salvador foram as primeiras. No Rio, as organizações que integram o Comitê reuniram-se após o ato desta quinta, para discutir os novos passos da luta contra o holocausto palestino.
Os manifestantes reivindicam que o Brasil rompa diplomaticamente com o Estado terrorista de Israel, propõem o cancelamento do Tratado Comercial entre Brasil e Israel e estão dispostos a mover uma campanha internacional de boicote aos produtos e corporações sionistas.
http://www.apn.org.br/

8 de jan. de 2009

ENQUETE - Maioria dos jornalistas indica salários baixos como maior problema - ENQUETE

Já era de se esperar. A maioria dos 142 votantes na enquete feita pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) acredita que o achatamento dos salários é o maior problema que atinge hoje os trabalhadores da imprensa de Mato Grosso. Foram 101 votos para 'Salários Baixos', 71% do total. Embora a enquete seja apenas um indicativo, e não tenha caráter científico, ela reflete de fato um problema real, contra o qual a categoria precisa se articular melhor para lutar.

A presidente do Sindjor-MT, Keka Werneck, lembra que a primeira reunião da diretoria neste ano está marcada para o dia 12, às 18h30, na sede nova do Sindicato, ainda alugada, que fica na rua Antônio Maria, 382, Edifício Virgilio Alves Correa Neto, Sala 304, 3º andar, Centro Sul, Cuiabá-MT. Telefone: 3025-4723 (horário de atendimento: 7h30 às 12h30). Os problemas levantados na enquete estarão na pauta este ano, DURANTE A CAMPANHA SALARIAL.

'Salários atrasados' também é um drama para 57 dos votantes (40%). O 'Assédio Moral' preocupa 56 deles (39%). Sentem a 'Pressão' do dia-a-dia do jornalismo 55 (38%). E a 'Falta de Estrutura' dificulta a vida dos trabalhadores da imprensa na opinião de 68 votantes (47%). E são sacrificantes na visão de 67 votantes (47%) a rotina de suor ('Jornada Excessiva'). Também acham que a 'Censura' é um problema (47 - 33%). E o 'Acúmulo de função' prejudica o povo do jornalismo, na visão de 59 votantes (41%). Também foram bem votados a 'Falta de Formação' (47 - 33%), 'Contrato Precário (39 - 27%), 'Desproteção Jurídica' (40 - 28%), 'Desproteção na Saúde' (40 - 28%).

6 de jan. de 2009

Achaque empresarial e político - Fonte: DC

Depois da tempestade da eleição a bonança dos eleitos e as catástrofes na realidade da população. Liberados do compromisso com o voto e o interesse geral, os políticos colocam-se, pela observação em sua maioria, suscetíveis ao interesse fragmentário cuja escala de valor advém do poder econômico. Um exemplo acabado do que estou afirmando é a aprovação do projeto de lei de autoria do vereador Edivá Alves (PSDB), que libera a abertura do comércio nos feriados em Cuiabá. Feriado é um item importante na construção da representação nacional.

A tautológica dinâmica de sua reposição vai incutindo na sociedade a costura institucional dos valores a serem preservados. A utilidade aí é simbólica. Na sociedade heterogênea, essa operação vai acolher os signos de cada um dos segmentos, setores, classes, etc. É o jogo pretensamente democrático. Cada vez mais, com o sistema capitalista e a mercantilização, o interesse econômico vai sobrepujando o resto. A globalização e a pós-modernidade atuam induzindo a padronização mais conveniente ao acúmulo do capital, fazendo sucumbir, nesse movimento, memórias, heranças, toda a sorte de tradições. É fato que tal hipertrofia econômica vai produzindo piora de qualidade da vida das sociedades, principalmente periféricas como o Brasil, e o incremento do consumo contido na dinâmica coloca em risco o próprio domicílio planetário. Neste ponto, a reflexão de toda ordem pode ajudar a arrumar a casa. A capitulação ao econômico, ao contrário, é nociva ao interesse mais geral. O discurso demagogo da produção de empregos induz à errônea, porque tecnicamente descartável, percepção altruística do capitalista, mas aprofundando a análise o que resta é a superlativa aferição do lucro, contaminando o social.

Os momentos de reflexão têm nos feriados insubstituível ocasião para aferir a eficácia das proposições: um exemplo, um fato, um feito, um gesto, todo o amálgama de realizações que merecem a atenção tanto edificadora quanto condenatória. Tudo precedido pelas narrativas diversas que os interesses articulam mais ou menos, a depender das condições dadas.

O feriado do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, dia da morte de Zumbi dos Palmares é emblemático. Resulta da luta emancipatória dos negros que busca sua inclusão no panteão que consubstancia a qualidade nacional. Tal providência corresponde à aglutinação de ganhos correspondentes no contexto econômico, político e social. Nesse caso, uma verdadeira revolução em face da marginalização sofrida pelo segmento no âmbito real e simbólico. Mas, no jogo de interesses, isso, esquematicamente, contraria quem sempre se beneficiou com a exclusão negra. Mas isso não é tudo, a exclusão foi engendrada no âmbito mental da democracia racial, que patrocinou todo o quadro excludente registrado pela totalidade das pesquisas.

Chamada branquitude, pela Psicologia Social, tal situação só foi possível pela instituição do Sistema Mundial que, desde o século XV racializou a expansão européia, hierarquizando as populações. A racialização, assentada em bases fenotípicas, determinou a dita Geografia Social da Raça e escalonou as pertinências, o resto sendo conseqüência. Daí, a representação acolheu a paisagem, cenário, manto, agora questionado. Na queda de braço da representação a CDL ganhou uma rodada significativa no oportuno espaço aberto entre a irresponsabilidade política e o descompromisso.

Cabe aos prejudicados a reversão do achaque. Tal feito está imbricado com a maior ou menor dificuldade de interlocução social. No caso do segmento negro, é mais uma batalha árdua, como todas. Mas um tecido que cubra a sensibilidade de todos acaba economicamente mais compatível e eficaz, soterrando de vez a pertinência fragmentária e a visão curta do cometimento edílico.

* TADEU SILVA é analista político

4 de jan. de 2009

Termina recesso do Sindjor-MT

O Sindjor-MT volta amanhã, segunda-feira, dia 5, às atividades normais, após recesso que começou dia 24 de dezembro.

Porém, a próxima reunião da diretoria, aberta a toda a classe e a estudantes de jornalismo, está marcada para o dia 12, às 18h30, na sede do Sindicato.

A Diretoria

1 de jan. de 2009

RITOS DE PASSAGEM

"As Mudanças de muitos invernos marcam o ciclo da roda da vida. As rugas do meu rosto antigo mostram tudo que posso sentir. A natureza deminha passagem é um mistério assim como o tempo. Pois no íntimo soudona do meu destino. Quando no começo eu era uma menina, me espantavacom as descobertas que fazia. Agora que sou uma anciã, descubro maisuma vez que o peso de todo inverno traz descobertas como um amigo."

Feliz vivência do ano vindouro.

Um grande abraço carinhoso

Vitória Basaia

AOS AMIGOS UM FELIZ 2009

Por João Bosquo, ex-presidente do Sindjor-MT

Feliz com os amigos,
Com os vizinhos,
As mulheres seus maridos,
Esposos com as suas mulheres,
Namorados e namoradas felizes…

Feliz com os inimigos,
amigos travessos,
amigos de amigos
como comigo

Feliz dois mil e nove…
Até que se prove o contrário
será o ano: meu, seu, de todos nós
desatar todos os nós.