Está marcada para esta terça-feira, dia 26 de junho, a reunião do Fórum de Democratização das Comunicações (FEDC), convocada pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT). A reunião será às 19 horas na sede do Sindjor, que fica na Av. Mato Grosso, Nº 167, Sala 02, Centro Norte, Cuiabá.
O Sindicato participou da construção do Fórum de Democom no Estado, e também teve atuação na I Conferência Nacional de Comunicação – Confecom. A realização da Confecom foi uma vitória dos movimentos sociais organizados, que mobilizados realizaram conferências estaduais no Brasil todo. Esta mobilização resultou em mais de 700 propostas de ações e políticas públicas de comunicação, que foram aprovadas pelo Governo Federal.
Por isso, o Fórum de Democom é um espaço de articulação dos movimentos sociais e da sociedade civil. O Fórum começou suas reuniões para elaborar propostas e debater questões voltadas à comunicação. Defender a democratização da comunicação é muito mais do que criticar as grandes empresas de telecomunicação; é defender um direito humano. Os direitos à liberdade à segurança estão assegurados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, Carta Magna do país, que também assegura: o acesso à informação, e, o direito de receber dos órgãos públicos informações de interesse coletivo.
Mas o que acontece diariamente é um bombardeio de “recortes de informações” manipuladas e reproduzidas. Os profissionais da imprensa sofrem com as repressões e a falta de liberdade no trabalho; “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística (Art. 220)”. A exploração da imagem da mulher, a marginalização por raça e gêneros, o monopólio estabelecido no país - “§ 5º - Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio. (Art. 220)” – esses são fatos que todos os dias comprometem o direito a informação.
Logo a defesa pela Democratização da comunicação, é a defesa dos Direitos humanos da sociedade; por isso devemos discutir participar e fiscalizar as informações “reproduzidas” e as políticas públicas elaboradas pelo país.
Por Caio BOB, jornalista em Cuiabá
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