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NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017

Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

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3 de ago. de 2016

Nota de Repúdio





O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor/MT) vem a público manifestar repúdio às agressões, por parte de policiais militares, aos jornalistas Rogério Florentino Pereira e Marcus Mesquita, repórteres-fotográficos do Olhar Direto e Mídia News, respectivamente. As ações de violência estão relacionadas ao exercício da profissão, durante a cobertura do assassinato de um policial no bairro CPA III, capital do estado.

Manifestamos nossa solidariedade aos colegas, que, infelizmente, são mais duas vítimas de desrespeito ao trabalhador.

Exigimos que a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp/MT) apure os fatos e divulgue o resultado das investigações, preferencialmente em entrevista coletiva.

O Sindjor solicita, ainda, que o governador Pedro Taques proporcione à Sesp/MT cursos de aprimoramento às polícias Militar e Judiciária Civil, para que o trato com os profissionais da Imprensa, bem como todos os cidadãos de Mato Grosso, seja sempre de respeito e cuidado. Esse é o papel do Estado.

Cuiabá, 03 de agosto de 2016.

Junta Administrativa

2 de fev. de 2015

NOTA DE REPÚDIO CONTRA A AGRESSÃO FÍSICA DE PROFISSIONAIS DE IMPRENSA

A Diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), gestão Vem Pra Luta, vem a público condenar a violência física contra o jornalista Disney de Paula, da TV Record de Cuiabá. O profissional foi agredido com socos durante o exercício profissional, no sábado (31/01) à noite. Na ocasião ele entrevistava cidadãos acusados de crimes, em uma delegacia de Cuiabá.

Da mesma forma, a Diretoria do Sindjor-MT é contrária e repudia noticiário jornalístico que incentiva a violência, a discriminação e o julgamento público como meio de obter audiência - o que ocorre atualmente de maneira deliberada, geralmente expondo cidadãos de baixa renda.

Entendemos que a violência não pode ser utilizada como meio de relação entre trabalhadores, muito menos por parte de advogados, que têm o dever profissional de defender a justiça e a aplicação da lei. 

Reafirmamos que a agressão entre profissionais em local de trabalho é inaceitável e jamais deve ser usada como forma de lidar com as diferenças de posição, opinião, políticas e/ou ideológicas. Mais que isso, a violência física, em nenhum âmbito, deve ser tolerada.

Diretoria do Sindjor-MT

11 de jun. de 2014

INFORME




Informamos que não haverá atendimento no Sindjor nos dias em que houver jogos da seleção brasileira ou em Cuiabá.

Diretoria Colegiada

23 de abr. de 2013

Folha do Estado e Diário de Cuiabá estão sujeitos a processo por dano moral por não pagar jornalistas


Infelizmente já tem se tornado rotina de alguns donos de veículos de comunicação, assim como tem ocorrido há décadas no Diário de Cuiabá e, seguindo sua escola, a Folha do Estado, o não pagamento de salários na data correta (todo quinto dia útil do mês), conforme manda a legislação trabalhista. Mas o que mais deixa os trabalhadores da comunicação enfurecidos é que, apesar de a classe aceitar passivamente receber com atraso e sem juros o pagamento atrasado - ao contrário de todas as contas desse mesmo trabalhador que são pagas com juros - há ainda o dissabor do descaso dos proprietários de jornais para com quem faz seu trabalho diariamente com dignidade e, na maioria das vezes, sem a estrutura necessária. Sendo assim, o Sindicato dos Jornalistas do Mato Grosso (Sindjor) informa que já existe precedente no Brasil com relação a dano moral por não recebimento do salário.

Portanto, o trabalhador que se sentir humilhado por ter a luz cortada e ter o nome inserido nos órgãos de proteção ao crédito ou ter sido constrangido por passar o cartão numa compra e ter o mesmo recusado por falta de fundos, pode sim entrar com ação de Dano Moral.

Isso porque, deixar de pagar o salário do empregado na data prevista, parcelá-lo e fazer com que haja incerteza quanto ao pagamento gera no trabalhador angústia e sofrimento, pois ele fica sem saber se conseguirá honrar os compromissos que assumiu. O precedente vem da conclusão da juíza substituta Luciana Kruse, da 2ª Vara do Trabalho de Taquara (RS), fez com que ela condenasse a Sociedade Hospitalar de Caridade de Taquara a pagar cinco vezes o valor da maior remuneração recebida pela trabalhadora que teve seus salários atrasados.

“Em regra, o trabalhador tem no salário a sua única fonte de renda, razão pela qual o salário detém caráter alimentar, sendo, inclusive, impenhorável por lei. Também o salário é a principal obrigação do devedor e o seu não-pagamento gera rescisão indireta do contrato de trabalho”, escreveu a juíza Luciana.

O Sindjor vai levar este fato a Delegacia Regional do Trabalho através de sua assessoria jurídica para ver a possibilidade de entrar com ação de dano moral coletivo. Urge que a classe trabalhadora não mais se veja com individualidade e sim como um coletivo o que nos dá mais força para melhorar cada vez mais a qualidade e oferta de trabalho em nossa área ao invés do contrário!

Sindjor MT

8 de out. de 2012

Atenção: Reunião ordinária desta semana será na quarta-feira


A diretoria do Sindjor/MT informa que a reunião ordinária desta semana será realizada na quarta-feira, dia 10 de outubro, às 19h, na sede do Sindicato. A mudança se deu porque muitos integrantes participam, nesta segunda-feira, de outra atividade política, de cunho pessoal e não partidário.

Atenciosamente. 

A diretoria.

4 de set. de 2012

SINDJOR-MT NA LUTA CONTRA SALÁRIOS ATRASADOS - Folha do Estado garante que vai pagar dia 17 de setembro


O superintendente do jornal Folha do Estado, Irã Girotto, entrou em contato por telefone com o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), na manhã dessa terça-feira, dia 4 de setembro de 2012, para informar que a empresa vai pagar o salário de agosto no dia 17 de setembro, ou seja, com sete dias de atraso.
 
Ao informar ao Sindjor-MT a data certa de pagamento este mês, Girotto cumpriu o que havia prometido em reunião realizada no Ministério Público do Trabalho (MPT), no dia 28 de agosto, à tarde, diante da procuradora do Trabalho Marcela Monteiro Dória. A procuradora convocou tal reunião para abrir canal de negociação entre a empresa e o sindicato.
 
Na audiência, a procuradora disse que havia ajuizado a Folha, por descumprir dois acordos, ambos no sentido de regularizar a folha de pagamento da empresa. A Justiça determinou que a Folha regularize os salários em 20 dias, sob pena de ser multada. Leia sobre isso nessa matéria.
 
O superintendente da Folha afirmou ainda, na mesma reunião no MPT, que, no dia 2 de outubro, também informará ao Sindjor a data de pagamento da folha salarial de setembro. E em novembro, a empresa irá pagar salário até o quinto dia útil.
 
O Sindjor-MT está em uma luta incessante contra os atrasos salariais e vai acompanhar a agenda dada pela empresa.

Ano passado, os trabalhadores da Folha fizeram várias greves, como esta narrada nesta matéria, também para pressionar a empresa a cumprir a lei, que garante o pagamento de salários até o quinto dia útil.
 
Sobre o Fundo de Garantia dos funcionários da Folha também cobrado na reunião no MPT, Girotto alegou que a empresa está tentando ainda tirar o certificado digital, através do qual poderá verificar a situação dos trabalhadores na Caixa Econômica Federal (CEF). Desde março, essa "chave" passou a ser exigida para movimentação de contras de FGTS.
 
A diretoria do Sindjor-MT parabeniza os trabalhadores da Folha pela luta, que continua.

14 de ago. de 2012

Inscreva-se sem custos no Banco de Empregos do Sindjor-MT

O Banco de Empregos do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) é um serviço prestado à categoria. Cada sindicalizado pode colocar o nome na lista de espera, caso queira ser avisado, quando a entidade receber pedido de indicação profissional. Não tem custo. Essa é só mais uma forma de apoiar os trabalhadores da área de jornalismo. O serviço é prestado apenas aos sindicalizados. Sindicalize-se! A cada pedido de indicação, o Sindjor-MT encaminha ao contratante o seguinte informe:

INFORME

O piso do jornalista de Mato Grosso, conforme campanha salarial de 2012, com validade de maio de 2012 a maio de 2013, é R$ 1.600,50.
Conforme a CLT, a jornada diária de trabalho do jornalista é de 5 horas.
Carteira assinada é direito do trabalhador.
A tabela de free poderá ser conferida em breve na página do Sindjor, caso o serviço contatado seja temporário.
Não contrate jornalistas irregulares. Exija o registro profissional.
Não ao assédio moral, e sim ao trabalho decente!
Valorize o profissional de comunicação.

A DIRETORIA

Como participar? Os interessados devem ligar para o Sindjor (3025-4723) e solicitar à Manuela inclusão do nome na lista do Banco de Empregos. 

13 de ago. de 2012

Hoje tem reunião ordinária do Sindjor/MT! Participem!!!


SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO - Sindjor-MT
Filiado à Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e à CUT
Gestão “O sindicato é você” 2011 - 2013
Av. Mato Grosso, Nº 167, Sala 02, Centro Norte, Cuiabá-MT - CEP 78005-030


O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) convoca para reunião ordinária hoje, 13 de agosto, às 19 horas, na sede da entidade (endereço acima. Telefone: 30254723).

Pauta:

- Informes
- Seminário
- Atrasos salariais
- Sede

25 de abr. de 2012

Nota de falecimento



É com muito pesar que o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) informa o falecimento do jornalista João Marinho. Aos 62 anos de idade, ele faleceu ontem (24), após passar mal por volta das 19h20. Ainda não há mais detalhes, mas a suspeita é de que ele tenha sofrido um infarto.

Marinho foi presidente do Sindjor e ocupou o cargo entre os anos 1987 e 1989. O Sindicato manifesta apoio irrestrito à família desse profissional, que atuou em rádio, TV e foi secretário municipal de Comunicação em Cuiabá e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

O velório está sendo na Loja Maçônica Acácia Cuiabana, na rua 13 de Junho, 593, centro de Cuiabá e o sepultamento será nesta quarta-feira (25) às 15h, no Cemitério da Piedade, que fica na rua Batista das Neves, 489 (perto do IFMT), também no Centro da capital.

A Diretoria

12 de abr. de 2012

Jornalistas da Folha do Estado mantêm greve

Em Assembleia Permanente realizada nesta quinta-feira (12) à noite, jornalistas do Jornal Folha do Estado decidiram manter greve até que a empresa pague os salários de fevereiro e março dos profissionais. Trabalhadores decidiram manter estado de greve e realizar nova rodada de discussão às 13 h desta sexta-feira (13), após se reunir com a direção do jornal.


Diretoria do Sindjor-MT

7 de abr. de 2012

DIA DO JORNALISTA: Lugar de jornalista é na luta!

Neste sábado, 7 de abril, comemoramos o Dia do Jornalista. É um momento de comemoração e reflexão. Comemorar é sempre bom, principalmente se nos referimos à essência verdadeira da palavra: lembrar em conjunto. Refletir também é essencial para o crescimento.

Digo isso porque o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) vem fazendo muitas ações nos últimos anos e isso não pode ser esquecido. Muito ainda precisa ser feito, é verdade, mas não podemos esquecer também que por 3 anos consecutivos conseguimos promover campanhas salariais e garantir aumento do piso, obtivemos terreno para nossa sede no Centro Político Administrativo, retomamos o prêmio estadual de jornalismo, as festas do bloco Imprensando o Bebum, festa junina, adotamos planejamentos anuais, aumentamos fiscalização das condições de trabalho nas empresas, criamos nosso site e a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), enfim, trabalhamos muito!

Muito mais precisa ser feito, como já disse, mas, para isso, o Sindjor depende de cada jornalista, diagramador, repórter, editor, repórter fotográfico, repórter cinematográfico e todos aqueles que integram a categoria. É por isso que aproveitamos esse momento para fazer também uma reflexão: as condições de trabalho em Mato Grosso estão cada vez piores, salários mais baixos e isso precisa mudar. Mas só mudará quando a nossa categoria entender que é ela que tem que dar um basta!

A situação que temos no Estado reflete diretamente a mobilização da categoria. Um sindicato não pode ser apenas o representante legal de determinado segmento, pelo contrário, tem que agir organicamente com a classe. O Sindjor não resolve nada sozinho e é por isso que aproveitamos esse momento para agradecer a todos os que contribuem com o grupo, convidar para um engajamento cada vez maior e também aqueles que não participam ainda podem comparecer às reuniões ordinárias de segundas-feiras, às 19h.

Para finalizar, gostaria de dizer ainda que no próximo dia 7 de junho o Sindjor completará 40 anos. Isso é um bom momento para promovermos novas medidas e participarmos cada vez mais. Temos que buscar um jornalismo e um sindicato que mudem as coisas e não apenas mantenham o que já está por aí.

Téo Meneses
Presidente do Sindjor/MT - Gestão "O Sindicato é Você" (2012-2014)

4 de abr. de 2012

Sindjor/MT e Fenaj emitem Nota de apoio à jornalista Danielly Tonin

NOTA DE APOIO
CONTRA QUALQUER TENTATIVA DE SILENCIAR A IMPRENSA

É com grande preocupação que o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) vêm a público manifestar apoio incondicional à jornalista Danielly Tonin, de 32 anos, que trabalha em Rondonópolis, terceira maior cidade de Mato Grosso, no site Gazeta MT. Por causa de uma matéria investigativa (veja aqui), postada dia 20 de março, que critica a gestão do prefeito José do Pátio (PMDB), ela vem recebendo ameaças por telefone e convites estranhos do secretário municipal de Governo em Rondonópolis Gérson de Oliveira. Na última ligação, o secretário compara a jornalista a um frango assado. “Não entendi claramente o que ele quis dizer, mas senti que, se continuar publicando denúncias, estarei frita”. Mediante as ameaças, Danielly registrou, na última sexta-feira, dia 30 de março, queixa crime junto à Polícia, contando tudo que apurou sobre irregularidades na divulgação de um panfleto publicitário que fere a lei municipal e registrou também Boletim de Ocorrência dia 02 de abril junto ao delegado Henrique Meneguelo, que é coordenador do Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Rondonópolis (Cisc). O Ministério Público Estadual (MPE) também já está no caso. Os envolvidos começam a ser intimados a depor. Para garantir a segurança da jornalista, o Sindjor-MT se compromete a levar o caso ao secretário de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado. A Central Única dos Trabalhadores (CUT), à qual o Sindjor-MT e a Fenaj são filiados, também se dispôs a informar à Organização Internacional do Trabalho (OIT). O Sindjor-MT se compromete ainda a marcar uma visitar a Rondonópolis, para um diálogo mais próximo com a sociedade sobre a complexidade da prática jornalística como um bem para a sociedade. Danielly é de Cascavel (PR), onde se formou, e mora em Rondonópolis, agora pela segunda vez, há pouco mais de um ano. PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CONTRA TODOS OS MÉTODOS USADOS PARA NOS SILENCIAR! 

SINDJOR/MT E FENAJ

2 de abr. de 2012

Atenção jornalistas: mudança no horário das reuniões e atendimento no Sindjor

Atenção jornalistas, informamos que a partir de hoje, segunda-feira, 02 de abril, as reuniões ordinárias do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor/MT) passam a ter início às 19h e não mais às 20h. Os encontros continuam sendo todas às segundas-feiras, na sede do Sindjor, que fica na Av. Mato Grosso, 167, Centro de Cuiabá.

Também informamos que o horário de atendimento aos jornalistas pela nova secretária, Manuela, passará a ser entre as 12h e 18h, a partir da presente data.

Atenciosamente.

A diretoria. 

13 de mar. de 2012

NOTA DE REPÚDIO: Liberdade de expressão com responsabilidade

A diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) repudia qualquer prática de restrição à liberdade de imprensa. Reforça que o caso recente de “censura” jurídica do governador Silval Barbosa à Rede TV Cuiabá é um péssimo hábito de governos de plantão em querer silenciar a mídia. Reiteramos também que fiscalizar o governo, os legisladores, o Judiciário e outras mazelas sociais são deveres da imprensa, em nome da garantia não só da liberdade da expressão, mas do dever moral de saber como impostos arrecadados pelos cidadãos são aplicados pelo poder público. E reforçamos que se opor ao governo com críticas deve ser feito com ética profissional, com limite de respeito. Qualquer ação da imprensa fora desses critérios é tudo, menos jornalismo.

Diretoria do Sindjor-MT 

Cuiabá, 13 de março de 2012

5 de mar. de 2012

#GrevenaFolhadoEstado: Movimento completa 12 dias

A greve dos jornalistas da Folha do Estado completa hoje 12 dias e três descumprimentos de anúncio de pagamento. A última data de possível pagamento da folha de janeiro, anunciada pela empresa, foi sexta-feira (02/03), que novamente adiou para hoje (05). A manutenção da greve foi decidida em assembleia geral realizada na sexta, em frente ao prédio do jornal.

Os grevistas decidiram, ainda, divulgar, às 10 horas de hoje, a triste situação a toda sociedade, por meio das redes sociais e por meio de veículos que apoiam a causa da categoria. Convidam todos para ‘inflarem’ um ‘tuitaço’ com a expressão #GrevenaFolhadoEstado, com a finalidade de mobilizar moralmente os empregadores pelo pagamento.

O movimento grevista iniciou em 06 de fevereiro, quando, em assembleia geral, os jornalistas da Folha decidiram por parar caso o calendário proposto pela empresa não fosse cumprido, que previa pagamento do salário de dezembro de 2011 até 10 de fevereiro e de janeiro, até 17, também de fevereiro. O primeiro prazo foi respeitado, mas o segundo, não.

Diante disso, os jornalistas deflagraram greve em 22 de fevereiro, ainda em vigor. Dos 28 jornalistas que atuam na redação da Folha do Estado, 50% aderiram à greve e a outra metade segue trabalhando.

A greve se dá não apenas pelo atraso do pagamento do salário de janeiro, mas pelo desrespeito aos acordos, por ferir direitos trabalhistas e porque a empresa mantém a cultura do atraso. O salário de dezembro dos editores foi pago em 24 de fevereiro e sabe-se que houve funcionário da gráfica que recebeu o salário de dezembro apenas na semana passada. Lembra-se que o salário de fevereiro deverá ser pago até a próxima quarta-feira (5º dia útil do mês subsequente). Vale ressaltar que a greve foi pensada como instrumento após longo período de negociação e acordos descumpridos.

É importante pontuar que a Folha do Estado não é o único veículo que atrasa salários em Mato Grosso. No entanto, é onde a categoria está mais organizada e, por isso, é a única empresa em que os jornalistas deliberaram pela greve. O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) reforça o compromisso de lutar pela categoria e apoiará mobilizações em todos os veículos que adotem essa prática cruel de atrasar os salários.

Ao longo da mobilização, que começou em novembro do ano passado, os jornalistas da Folha do Estado têm cobrado respeito com os trabalhadores, e o direito básico de receberem os salários conforme estabelecido por lei e pelo Acordo Coletivo assinado entre o Sindjor-MT e a empresa em questão, válido até maio de 2012, que prevê o pagamento no quinto dia útil do mês subsequente.

Os jornalistas não suportam mais viver a insegurança de não saber quando receberão seu próximo salário, pois o pagamento não tem sido feito de forma regular há mais de um ano e os  atrasos já chegaram a superar três meses. Além de se sentirem humilhados – por conviverem com cobranças – e prejudicados, ao arcar com juros, sendo que têm dinheiro a receber, por direito.

Essa situação precisa mudar! Não podemos permitir que trabalhadores sejam prejudicados, nem que as empresas banalizem os direitos trabalhistas e criem uma cultura imoral como essa – a do atraso salarial!

A Diretoria

28 de fev. de 2012

NOTA: Greve na Folha do Estado completa uma semana

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) lembra que, nesta terça-feira (28), os jornalistas da Folha do Estado completam sete dias em greve devido ao atraso salarial das folhas de pagamento dos meses de dezembro e janeiro de repórteres e editores. A greve foi iniciada na quarta-feira passada (22), após o não cumprimento do cronograma proposto pela própria empresa, que havia se comprometido a quitar os atrasados até o dia 17 de março. Desde então, os trabalhadores seguem em greve.


Dos 28 jornalistas que atuam na redação da Folha do Estado, 50% aderiram à greve e a outra metade segue trabalhando. Na assembleia realizada nesta segunda-feira (27), os profissionais discutiram o andamento da mobilização e decidiram continuar em greve, considerando que os salários atrasados dos editores e repórteres ainda não foram pagos. Uma nova assembleia geral está agendada para esta quarta-feira (29). 


É importante pontuar que a Folha do Estado não é o único veículo que atrasa salários em Mato Grosso. No entanto, é onde a categoria está mais organizada e, por isso, é a única empresa em que os jornalistas deliberaram pela greve. O Sindjor-MT reforça o compromisso de lutar pela categoria e apoiará mobilizações em todos os veículos que adotem essa prática cruel de atrasar os salários.

Ao longo da mobilização, que começou em novembro do ano passado, os jornalistas da Folha do Estado têm cobrado respeito com os trabalhadores, e o direito básico de receberem os salários conforme estabelecido por lei e pelo Acordo Coletivo assinado entre o Sindjor-MT e a empresa em questão, válido até maio de 2012, que prevê o pagamento no quinto dia útil do mês subsequente.

Os jornalistas não suportam mais viver a insegurança de não saber quando receberão seu próximo salário, pois o pagamento não tem sido feito de forma regular há mais de um ano e os atrasos já chegaram a superar três meses.

É preciso ressaltar, ainda, que esta greve é fruto dessa longa mobilização e não ocorre somente pelo atraso no pagamento do salário de janeiro dos repórteres e editores, mas sim pelos constantes descumprimentos da legislação trabalhista e dos compromissos firmados pela administração da empresa quanto a cronogramas de pagamento.

Essa situação precisa mudar, pois todo jornalista, assim como qualquer trabalhador, tem seus compromissos financeiros, família e contas para pagar. Afinal, ninguém trabalha apenas por amor.

23 de fev. de 2012

Sindjor-MT convoca jornalistas à luta por igualdade racial

Olá, companheiros colegas de trabalho. 

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso está organizando a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), comissão que já existe em outras capitais, tais como Brasília e São Paulo, dentro dos sindicatos pautando as relações raciais nos meios de comunicação. Aqui a comissão ainda está em formação, portanto, convidamos a todos os interessados no tema a participar desta nova empreitada do sindicato, um tema que não é tratado com a devida profundidade pela imprensa e também para refletir sobre as nossas relações raciais (sejamos negros ou não) em nosso ambiente de trabalho. 

As possibilidades do que fazer são infinitas, desde o lançamento de prêmios para estimular mais a discussão deste tema na imprensa, construção de um caderno de sugestões de pautas e fontes sobre o assunto para os veículos de comunicação, dar mais visibilidade às pesquisas científicas produzidas localmente sobre o tema, eventos culturais como exposição de fotografias, enfim... 

Deem uma olhada no blog da Cojira do DF http://cojiradf.wordpress.com/ para ter uma ideia do trabalho que já é feito. 

Lembrando que a comissão está aberta a qualquer interessado, este será um dos temas que serão discutidos na próxima reuniao do sindicato, na segunda feira. A participação de todos é muito importante. 

A DIRETORIA

17 de fev. de 2012

NOTA: GREVE DA FOLHA DO ESTADO

A Diretoria dos Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) comunica que, em Assembleia Geral Permanente, nesta sexta-feira (17), os jornalistas do Jornal Folha do Estado decidiram entrar em greve até que a empresa responsável pela publicação pague o salário de dezembro dos editores e de janeiro, de todos os profissionais da categoria. A greve inicia-se a partir de zero hora de quarta-feira (22/2).

Diretoria do Sindjor-MT

Cuiabá, 17 de fevereiro de 2012.

14 de fev. de 2012

Nota de pesar: Falecimento do jornalista Severo Crudo

Nota de pesar 
Falecimento do jornalista Severo Crudo 

É com pesar que a Diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) informa o falecimento do jornalista Severo Crudo, vítima de um câncer. Crudo foi presidente da Comissão Estadual de Ética e membro da Comissão de Qualidade de Ensino do sindicato. Ele é lembrado por colegas de trabalho como profissional de reconhecido talento e experiência jornalística. O jornalista deixa esposa, a jornalista e historiadora Matilde Crudo, professora adjunta do Departamento de História da Universidade Fedral de Mato Grosso (UFMT), e filhos. O velório já está em andamento na capela da Funerária D. Bosco e o sepultamento será às 16 horas no Cemitério Bom Jesus de Cuiabá, no Parque Cuiabá. A direção do Sindjor-MT estende o sentimento de luto à esposa, filhos e demais familiares.


Diretoria do Sindjor-MT 

Cuiabá, 14 de fevereiro de 2012

13 de fev. de 2012

NOTA DE REPÚDIO: Insegurança pública e o dever de informar

NOTA DE REPÚDIO 

Insegurança pública e o dever de informar 

A insegurança é geral para os que vivem em Mato Grosso, principalmente em Cuiabá. Diante desse quadro, a direção do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) manifesta repúdio à ameaça por arma de fogo sofrida no sábado de madrugada pelo jornalista Jorge Estevão, do site Hipernotícias, de Cuiabá. 

A direção do Sindjor-MT manifesta pela apuração do fato e de tantas outras violências que perturbam mato-grossenses indefesos, na maioria das vezes histórias da matéria-prima do trabalho jornalístico. 

Na análise preliminar das informações, a direção do Sindjor-MT não descarta atentado à liberdade de imprensa, um dos direitos fundamentais para a dignidade de todas as pessoas. Profissionais de imprensa não querem ser mais vítimas de perseguição, intimidação e práticas de calar a imprensa. 

Com este alerta, o Sindjor-MT quer informar aos responsáveis pela segurança pública, sejam técnicos, secretários e o governador, que crimes cometidos contra cidadãos indefesos em Cuiabá e Várzea Grande são gritos que devem sensibilizar autoridades para que a impunidade, o crime organizado e a prática de corrupção não superem o dever do Estado de zelar pela integridade física dos mato-grossenses. 

Estamos atentos e continuaremos a nos indignar e a nos posicionar diante de atitudes e indícios de violências como esses, que produzem estatísticas e lamentavelmente continuam a preencher espaço no meio noticiário da mídia sem resposta contundente de autoridades. 

Diretoria do Sindjor-MT 

Cuiabá, 13 de fevereiro de 2012