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NOVO PISO: Jornalistas e patrões firmam acordo coletivo de 2017

Da assessoria Após seis rodadas de negociação, mediadas pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Mato Grosso, o Sindic...

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17 de fev. de 2017

Síntese da reunião ordinária do dia 16 de fevereiro de 2017



SÍNTESE DOS ENCAMINHAMENTOS E DELIBERAÇÕES

Data da Reunião Ordinária: 16 de fevereiro de 2017 
Horário de Início: 19h29 Horário de Término: 21h
Local: Sede do Sindjor/MT sito à Av. Mato Grosso, 167 – Sala 2, bairro Centro Norte, Cuiabá/MT 

Diretores presentes: Jaqueline Nunes de Siqueira, Luana Souza Santos, Marcela Cristiane Ribeiro Brito, Mylena Petrucelli Brun, Priscila Mendes Pedroso, Robson Henrique Ramos Fraga, Silvia Marques Calicchio e Thalyta Marianne Amaral Barbosa.


Reunião conduzida pela diretora: Luana Souza Santos
Secretariada pela diretora: Jaqueline Nunes de Siqueira.


1. Mudança de Endereço

Encaminha-se por consulta ao proprietário do atual imóvel em que o Sindicato está situado quanto ao aluguel e por buscas de novos imóveis com acessibilidade.


2. Visita às redações


Delibera-se que nas visitas às redações sejam feita a apresentação da nova diretoria, venda dos abadás e convite para Assembleia Geral da Campanha Salarial. A diretora Thalyta irá rever os trechos de visitas encaminhando os locais para que os diretores se comprometam.

Encaminha-se pelo envio do cronograma de visitas por e-mail para análise dos trechos por cada diretor.


3. Abertura da Campanha Salarial

Delibera-se pela realização da Assembleia Geral no dia 16 de março.


4. Informes

Diretor Robson: Leitura da resposta quanto a cobrança da Cobrança de Taxa de Homologação. (Inserção do referido ponto de pauta para próxima reunião – 23.02.17).

Diretora Luana: Exposição sobre as entrevistas concedidas na Rádio Nazareno e Programa Classe A. Alteração do link do MTE no site.

Diretora Mylena: Passa os informes das contas pagas no mês de fevereiro.

Diretora Marcela: sexta-feira (17.02) para retirada dos móveis doados pelo SENAC.

- Conversar (oficiar) a AMM, UCEMAT, Governo e AL sobre a importância da transferência dos recursos do Imposto Sindical ao Sindjor/MT.

3 de fev. de 2017

Síntese da reunião ordinária do dia 23 de janeiro de 2017



SÍNTESE DOS ENCAMINHAMENTOS E DELIBERAÇÕES

Data da Reunião Ordinária: 23 de janeiro de 2017 
Horário de Início: 19:45h Horário de Término: 20:40h 
Local: Sede do Sindjor/MT sito à Av. Mato Grosso, 167 – Sala 2, bairro Centro Norte, Cuiabá/MT 

Diretores presentes: Luci Mary Dias Rosal, Mylena Petrucelli Brun, Priscila Mendes Pedroso e Robson Henrique Ramos Fraga. 


Reunião conduzida pela diretora: Priscila Mendes Pedroso 
Secretariada pela diretora: Mylena Petrucelli Brun 

Observação: Reunião sem quórum mínimo de 5 membros da diretoria, mantida para dar encaminhamento às questões pautadas. 


1. Carnaval 

Informes repassados pela diretora Priscila Mendes. 


2. Caso de jornalista recebendo salário abaixo do piso 

Encaminha-se que o Sindjor realize notificação geral das empresas de comunicação para cumprimento de piso salarial, jornada de trabalho de cinco, com informes sobre jornada estendida de 2 horas prevista em lei; e pagamento até o 5º dia útil do mês subsequente. A campanha será feita nas visitas às redações, a partir de fevereiro de 2017, planejada juntamente com os demais itens previstos no planejamento estratégico da diretoria. 


3. Demissões no Grupo Gazeta 

Encaminha-se que o conteúdo detalhado da nota será discutido na próxima reunião ordinária (27.01). 


4. Cobrança de homologações

Encaminha-se para análise e deliberação na próxima reunião ordinária prevista para o dia 27 de janeiro, diante do consenso dos membros presentes com a sugestão. 


5. Orientação sobre acesso ao site e Facebook do Sindjor/MT 

Informes e Orientações de acesso aos espaços coletivos na web repassados pela diretora Priscila Mendes aos diretores presentes. 


6. Impressora do Sindjor/MT

Encaminha-se pela aquisição do novo equipamento, utilizando recursos próprios em caixa, ficando responsável pela aquisição a diretora Priscila Mendes.

24 de jan. de 2017

Síntese da reunião ordinária realizada no dia 16 de janeiro de 2017



SÍNTESE DOS ENCAMINHAMENTOS E DELIBERAÇÕES

Data da Reunião Ordinária: 16 de janeiro de 2017
Horário de Início: 19:39h Horário de Término: 21:05h
Local: Sede do Sindjor/MT sito à Av. Mato Grosso, 167 – Sala 2, bairro Centro Norte, Cuiabá/MT

Diretores presentes: Jaqueline Nunes de Siqueira, Thalyta Marianne Amaral Barbosa, Marcela Cristiane Ribeiro Brito, Mylena Petrucelli Brun, Priscila Mendes Pedroso e Silvia Marques Calicchio.


Reunião conduzida pela diretora: Mylena Petrucelli Brun
Secretariada pela diretora: Jaqueline Nunes de Siqueira



1. Forma de elaboração das atas das reuniões ordinárias do Sindjor

Aprovada proposta de confecção e publicação de ata resumida, contendo pontos do debate e a deliberação.


2. Carnaval – Bloco Imprensando o Bebum

Aprovado o planejamento para retomada do bloco, bem como o cronograma de visitas a ser realizado no período de 30 de janeiro a 11 de fevereiro.


3. Data de conclusão do Planejamento Estratégico 

Aprovada a data de 21 de janeiro de 2017, sábado, no período matutino (8 ao 12h), na sede do Sindjor para conclusão do Planejamento estratégico.


4. Aluguel da nova sede

Aprovado teto máximo da locação do imóvel de R$ R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reais), estão responsáveis por esta busca de novos imóveis. Duas duplas formadas por diretoras se dispuseram a realizar a visitação em busca de novos imóveis participando da tarefa, as diretoras: Priscilla e Mylena, e Silvia e Marcella. Todas as informações dos imóveis visitados serão repassadas na próxima reunião ordinária que ocorre na próxima segunda-feira (23.01).


5. Documentação para registro da diretoria 

A diretora Priscilla se prontificou em encaminhar a listagem da documentação, bem como o passo a ser seguido para registro. Ficando encaminhado para a próxima reunião ordinária que será no dia 23 de janeiro.

14 de ago. de 2012

Ata da reunião ordinária do Sindjor, realizada no dia 13 de agosto de 2012


Aos treze dias do mês de agosto de 2012, a presidenta interina do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, Ana Angélica Werneck (Keka Werneck), a delegada do Sindjor-MT junto à Fenaj, Adriana Nascimento, a diretora de Fiscalização e Registro, Luana Soutos e demais filiados se reuniram na sede do referido Sindicato para discutir, em reunião ordinária da categoria, a seguinte pauta:  1. Informes; 2. Seminário; 3. Atrasos salariais; 4. Congresso Nacional dos Jornalistas; 5. Sede.  Quando aos Informes, Keka falou da visita que fez a TV Centro América, que demonstra interesse em assinar o acordo coletivo de 2012. Segundo ela, a empresa ficou de incluir as duas cláusulas acordadas ano passado e devem ser inclusas este ano também e chamar o Sindicato para assinar ainda essa semana. A presidenta também avisou que já escreveu a matéria sobre o Banco de Emprego do Sindjor, e que podemos disponibilizá-la no site. Vamos acrescentar, apenas, como os sindicalizados poderão fazer a inclusão no banco, por telefone ou por e-mail. Caio Bruno informou que, devido a greve na UFMT, o espaço da Adufmat não poderá ser utilizado para sediar o Curso de Formação Política em parceria com o pessoal do 13 de março, nos dias 7 e 8 de setembro. Então tem se pensado no Centro Burnier ou no Olga Benário, que agora está ligado a Escola Nacional Florestan Fernandes, lembrou ele.  Keka informou que um jornalista de Várzea Grande, que havia conseguido de sindicalizar por meio de liminar, perdeu o processo na decisão do mérito. Adriana Nascimento ficou de fazer matéria sobre o caso. Keka também lembrou que o Senado aprovou a exigência de formação específica na semana passada, e ressaltou que seria interessante pesquisar qual o voto dos senadores mato-grossenses, já que o Blairo Maggi fez questão de dizer ao Téo que fez a defesa no plenário. Luana se dispôs a procurar essa informação. Keka também falou que o Sindjor é signatário do Fórum dos Direitos Humanos de MT, e que recebeu uma nota que o Sindjor tem que decidir se assina ou não, a respeito do corte de gastos da Defensoria Pública de Mato Grosso, retirando serviços prestados no interior do estado. Ela explicou que foi constatado uma série de irregularidades financeiras na entidade, desvios e tudo mais, e o que eles pretendem fazer agora é retirar os direitos dos cidadãos. O objetivo da nota é se posicionar contra isso, porque o cidadão não pode ser prejudicado pela corrupção dos que detém o poder. A Keka vai passar a nota na lista de e-mail do Sindicato, e esperar o aval de quem responder até as 12h desta terça-feira, 14 de agosto. N reunião de sábado sobre o Cinejor, participaram a Keka, o Márcio Camilo, o Yuri Kopcak e o Nicélio. Ficou decidido, segundo a Keka, que o projeto será pauta da próxima reunião ordinária do Sindjor, pois surgiram várias ideias legais. Keka lembrou que é preciso incluir no site a tabela de freelas, porque os jornalistas têm cobrado. O Caio informou que o Lahu convidou quem possa se interessar para uma reunião, que será na próxima quarta, 15 de agosto, às 19h, na sede do Sindmed, para discutir ações para a Audiência Pública que será realizada no dia 17 de agosto, na Assembléia Legislativa, que pretende defender a administração das OSS (parceria público privada) num hospital infantil que será construído em Cuiabá. O Gilmar vai tirar férias no período de  15 a 25 de agosto e ficou de passar, até quarta-feira (15/08) os dados certinhos, das empresas que já assinaram o acordo e das que não estão querendo assinar para a diretoria assumir. Das 26 empresas listadas, apenas 8 haviam assinado até a data da reunião. Luana disse que não está conseguindo marcar horário com o Dr. Marcos Dantas para conversar sobre vários problemas da categoria, por isso as deliberações anteriores, de visitar as faculdades para falar sobre estágio e algumas visitas a redações estão atrasadas. Keka lembrou que o trabalho dele é voluntário, é uma parceria, e por isso talvez eles não tenha priorizado as questões do Sindjor. Foi encaminhado que nós teremos uma conversa com ele nesse sentido, porque nós temos algumas demandas que estão prejudicadas e que nós mesmos devemos pesquisar e pensar em ações independentes disso – quanto as visitas as faculdades e redações. O Caio disse que foi procurado por uma acadêmica de Jornalismo da Unic, que quer orientações de como organizar o Centro Acadêmico do curso, entre outras coisas. Luana ficou de entrar em contato com ela, até para convidá-la para o Seminário e para o Curso de Formação Política. Seminário. Keka disse que está tudo ok com o Seminário, que será realizado nos dias 31 de agosto e 01 de setembro. Temos 117 inscrições até o momento, 10 de Alto Araguaia, 10 de Sinop, 06 de Barra do Garças e 01 de Rondonópolis, que já estão com o translado garantido. As passagens dos 03 convidados de fora (Elaine Tavares, João Brant e Leonardo Sakamoto) também já estão ok. Só  que falta mesmo é um mediador para uma mesa do segundo dia e, como a Unic não confirma se poderá emitir os certificados, verificar se a UniRondon pode fazer isso, ou outra instituição de ensino. Atrasos salariais. Sobre isso, foram discutidas possibilidades de pressionar as empresas a cumprirem o acordo, a CLT, e também o Ministério Público do Trabalho a fiscalizar as empresas. Luana e Adriana Nascimento ficaram de fazer release sobre as dificuldades do MPT para a fiscalização. O Sindicato também organizará matérias para divulgar os atrasos e outros problemas das empresas como Diário de Cuiabá e Folha do Estado. Faremos uma lista das 10 EMPRESAS ou 3 EMPRESAS que estão no topo dos atrasos, descumprimento das leis trabalhistas, assédio, processos e tudo mais. Sobre a Folha, especificamente, a Keka ficou de pedir para a Manuela (Manu) marcar a reunião com o advogado na quarta-feira, 15 de agosto, às 11h. Ele já disse que está disponível, é só a gente marcar. Congresso Nacional dos Jornalistas. Caio ressaltou que o Sindjor precisa entrar em contato com a Fenaj para saber a quantas anda a organização do Congresso, que será no Acre, de 7 a 10 de novembro. A Adriana disse que fará o contato. Como o Sindjor quer mandar delegados – que serão eleitos no Seminário -, o Caio ficou de fazer ofícios solicitando parceria para a compra das passagens. Ficou decidido, também, que a Keka vai fazer matéria sobre o Congresso. Sede. O professor Segura apresentou a todos a proposta de happening, que será realizado no domingo após o Seminário – dia 02 de setembro. Ele esclareceu que a madeira que o Sindjor conseguiu, como doação, para fechar o terreno, ainda não chegou, mas, para marcar o momento, que terá a participação de jornalistas de Cuiabá e do interior, estudantes e demais interessados, é preciso organizar uma atividade. A princípio será um almoço (os bois doados para o Sindjor serão utilizados em outro momento), com culto ecumênico, oficina de grafite e shows no decorrer do dia. Tudo será no terreno onde deve ser construída a sede do Sindjor. Ficou marcada uma outra reunião para discutir o assunto na quarta-feira, 15 de agosto, às 19h, no Sindjor. Por não ter mais nada acrescentar, encerrou-se a reunião e eu, Luana Soutos, diretora de fiscalização do Sindjor/MT, lavro a presente ata.

Cuiabá, 14 de agosto de 2012.

9 de fev. de 2012

Ata da Assembleia Geral de 06/02/2012

SINDICATO DOS JORNALISTAS DE MATO GROSSO
Gestão “O Sindicato é você” 2011-2013
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ATA DA ASSEMBLEIA GERAL DO DIA 06/02/2012

No dia 06 de fevereiro de 2012, na Sede do dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), reuniram-se em Assembleia Geral da categoria o presidente do Sindjor-MT, Téo Meneses, os diretores da entidade, Jonas Silva (diretor junto à FENAJ) e Keka Werneck (Mobilização) e demais profissionais da imprensa para debaterem a Pauta Única: Atrasos salariais nos jornais impressos Folha do Estado e Diário de Cuiabá. Caso Folha do Estado: Os jornalistas empregados da Folha presentes informaram que ainda não receberam o salário de dezembro e que o de janeiro estava prestes a atrasar, mas que o representante da empresa, Saulo, propôs verbalmente à redação o seguinte calendário de pagamento: Salário de dezembro é para ser pago até dia 10/02/12; o de janeiro, até 17/02/12; o de fevereiro entre 05 e 20/02/12 e os demais salários até o dia 20 do mês subsequente. Após amplo debate, foram retirados os seguintes encaminhamentos: Os trabalhadores optaram por tirar indicativo de greve. Eles exigem que a empresa Folha do Estado cumpra com a primeira parte do acordo: pagamento do salário de dezembro até as 18h do dia 10 de fevereiro. Caso isso não aconteça, os jornalistas entrarão em greve a partir das 00h do dia 11 de fevereiro. As outras etapas deveriam ser cumpridas e, nesse período de acordo, a categoria se manteria em estado de greve. Caso algum prazo seja descumprido, será avaliada uma nova paralisação. Os empregados da Folha exigem, ainda, que após a regularização dos atrasos, os salários sejam pagos conforme previsto em lei e em Acordo Coletivo de Trabalho assinado pela empresa, ou seja, até o 5º dia útil do mês subsequente. Fica ainda agendada previamente reunião entre os paredistas e o Sindicato da categoria na próxima sexta-feira (10/02), às 19h, caso o salário não tenha sido pago até o horário limite. Ficou acordado que os jornalistas que estiveram na reunião farão o diálogo com os demais colegas para explicar as causas da greve, assim também estendendo o diálogo com a categoria dos gráficos. Caso Diário de Cuiabá: Não houve a participação na Assembleia de nenhum funcionário da empresa. Os presentes na reunião decidiram: Continuar na mobilização e no diálogo permanente com a categoria; Remarcar a reunião com o dono da empresa Gustavo de Oliveira, para apresentar quadro trabalhista. Ao final, decidiu-se por instaurar o estado de assembleia permanente da categoria. Não tendo mais nada acrescentar, eu, Caio Bruno de Oliveira Barbosa, lavro está ata.

29 de nov. de 2011

ATA DA ASSEMBLEIA DO DIA 28.11.11

No dia 28 de novembro de 2011, a Assembleia Geral promovida pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) reuniu os diretores da entidade, Keka Werneck e Jonas Silva, e demais trabalhadores para debater as seguintes pautas: a volta ao trabalho dos jornalistas da Folha do Estado, depois do pagamento dos salários atrasados; reivindicação de outros direitos trabalhistas não cumpridos pele periódico; possíveis retaliações aos grevistas na volta ao trabalho; data da próxima assembleia em frente a Folha; e discussão para organizar um ato em frente ao Jornal Diário de Cuiabá e demais veículos de comunicação que atrasam  salários. Volta ao trabalho dos jornalistas da Folha. Ficou decido que a continuação da greve na Folha, depois do pagamento dos salários atrasados, não faria sentido. Os trabalhadores entenderam que a ideia de paralisação é para cobrar por direitos e não para desgastar a empresa frente aos demais profissionais do Estado e a opinião pública. Dessa forma, os trabalhadores voltam com as atividades a partir de terça-feira (29.11.11). A Folha resolveu quitar duas folhas salariais de uma vez: a de setembro e a de outubro.Reivindicação de outros direitos trabalhistas. Os jornalistas da Folha destacaram a importância de continuar lutando pelos direitos ainda não cumpridos pela empresa, como o pagamento do FGTS e o décimo terceiro. Sobre a questão, a KEKA sugeriu que na próxima reunião do sindicato com a Folha, que ocorrerá em 15 de dezembro, seja marcado um prazo X para o periódico pagar o FGTS dos funcionários. A principal pauta da reunião do dia 15 vai ser para a discussão dos juros dos salários atrasados dos jornalistas e dos gráficos da Folha.  Possíveis retaliações aos grevistas na volta ao trabalho. Os trabalhadores também ficaram preocupados com possíveis retaliações aos jornalistas grevistas da Folha na volta ao trabalho. Jonas buscou tranqüilizar os profissionais lembrando que todo o movimento está devidamente respaldado em lei, com publicação no Diário Oficial do Governo de Mato Grosso, informando sobre a assembléia geral da categoria e indicativo de greve. “A Folha não cortar o ponto dos funcionários ou fazer qualquer ameaça do gênero, pois tudo foi feito de forma legal”, frisou o diretor do Sindjor-MT.  Próxima assembleia em frente à Folha. Os jornalistas também deliberaram que a próxima assembléia da categoria será novamente em frente à Folha no dia 20 de dezembro, e caso a empresa não cumprir com o resto do calendário de regularização salarial, a greve será novamente deflagrada. O entendimento de parar com as atividades cada vez que a empresa não cumprir com o calendário foi acertado na assembléia geral do dia 21.11.11 e reforçado na última assembléia em 28.11.11.  Ato em frente ao Jornal Diário de Cuiabá e demais veiculos de comunicação que atrasam os salários. Também ficou resolvido que na próxima reunião ordinária da categoria, na sede do Sindjor – MT (avenida Mato Grosso, nº 167, centro - em frente a um orelhão), será discutido a organização de uma ato em frente ao Jornal Diário de Cuiabá, que também atrasa salários constantemente. A prática é feita por lá há mais de 10 anos.  O sindicato pediu apoio maciço dos Jornalistas da Folha para o ato no Diário de Cuiabá, por entender que só com a união da categoria, os quatro meses de salários atrasados no periódico serão quitados. Os jornalistas da Folha por sua vez, garantiram apoio aos colegas do Diário. Também ficou decidido que depois do ato no Diário, as próximas manifestações serão em outros veículos que também atrasam salários. Resultados das votações. De 11 jornalistas da Folha presentes na assembléia, 10 votaram a favor da volta ao trabalho na terça-feira (29.11.11). Houve 1 abstenção. Quanto à decisão de parar novamente no próximo dia 20, caso a Folha volte a descumprir o calendário dos atrasados, 10 votaram a favor da deliberação e houve 1 abstenção. Sem mais a declarar, Keka Werneck, diretora de mobilização, encerrou a assembleia e eu, Marcio Camilo, lavrei esta ata.

23 de nov. de 2011

Ata da Assembleia Geral de 21/11/2011

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ATA DA ASSEMBLEIA GERAL DO DIA 21 DE NOVEMBRO DE 2011


Aos vinte e um dias do mês de novembro de 2011, jornalistas do jornal Folha do Estado se reuniram, na frente da empresa (Rua Tereza Lobo, Concil), às 18h30 em primeira convocação e 19h em segunda, para assembleia geral, convocada formalmente pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), a pedido da categoria, para tratar da seguinte pauta única: atrasos salariais. A intenção dos jornalistas, indignados com a persistência dessa prática, é também fazer dessa assembleia um ato público, daí a decisão de realizá-la em frente à Folha, que, no momento, está com dois meses de salário atrasado. O presidente do Sindjor-MT Téo Meneses abriu a assembleia destacando que o motivo não é afrontar a empresa, mas sim demonstrar a indignação da categoria que já não sabe mais o que fazer para resolver esse problema histórico. O presidente conclamou todos os trabalhadores da Folha a saírem da redação para participar da assembleia e ato. Foi registrada a presença da diretoria do Sindicato dos Gráficos e da base. Registrada a presença de movimentos sociais que apoiam a causa em questão: Central Única dos Trabalhadores (CUT), Intersindical, Sintep-MT, Sindicato dos Bancários e outros movimentos. O presidente do Sindjor-MT explicou que, antes mesmo de começar a assembleia, a diretoria da empresa queria fazer uma proposta aos trabalhadores. Ele colocou em votação e a plenária decidiu que um grupo entraria para negociar, mas antes haveria uma conversa entre a categoria. Em seguida, um grupo entrou para negociar com a Folha: Sílvio, pelos gráficos; Téo, pelos jornalistas; e Nelson, pela redação. Enquanto isso, a mobilização se manteve em frente à folha. Os jornalistas demonstraram muita insatisfação com essa situação de atrasos salariais que já perdura há anos. Alguns expressaram que não adianta mais tentar acordo e nem mesmo na justiça a empresa cumpre com o pagamento dos salários. O grupo de diálogo voltou com a seguinte proposta que seria acordada com a empresa caso a plenária entendesse que é uma boa saída para a crise atual: A empresa propôs quatro agendas: próxima sexta-feira (25) efetuar o pagamento do salário de setembro; dia 5 de dezembro, o salário de outubro; dia 15 de dezembro, negociar juros devido aos atrasos salariais; e 20 de dezembro, quitar novembro e 13º salário. A princípio a categoria queria dar apenas 48 horas à empresa para que ela quitasse as folhas de setembro e outubro. Mas acabou aceitando a proposta. Porém aprovou estado de greve e, se alguma dessas agendas não for cumprida, vai cruzar os braços a partir das 18 horas de cada data proposta, fazendo no dia uma assembleia geral nesse mesmo horário. A decisão foi compartilhada entre gráficos e jornalistas. Próxima assembleia geral foi marcada para sexta, 25, às 18 horas em frente à Folha do Estado. Sem mais nada a decidir naquele momento, o presidente do Sindjor-MT Téo Meneses encerrou a assembleia – a com maior quórum dos últimos anos - e eu, Ana Angélica de Araújo Werneck (Keka Werneck), diretora de Mobilização do Sindjor-MT, lavrei esta ata. As assinaturas dos presentes na assembleia seguem abaixo.

Ata da Reunião Ordinária de 26/09/2011

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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO DIA 26 DE SETEMBRO DE 2011

Aos vinte e seis dias do mês de setembro de dois mil e onze, reuniram-se na sede do Sindjor-MT o presidente da entidade,Teonas Meneses, a diretora de Mobilização, Keka Werneck, o diretor de Registroe Fiscalização Profissional, Everaldo Galdino, o diretor regional de Várzea Grande, Carlos Montandon, a diretora regional de Barra do Garças, Lairce Campos e outros jornalistas, para tratar dos seguintes assuntos: INFORMES E PAUTAS (Ações definidas em AG; Campanha de Fiscalização, Eventos, Cargo de comunicador do concurso de Vázea Grande; Fórum de Democratização das Comunicações e outras). INFORMES: Carlos destacou que os jornalistas que trabalham na Secretaria de Comunicação de Várzea Grande estão recebendo abaixo do piso e que eles estão preocupados com isso. Everaldo informou que esteve na última reunião (21/09/2011) do MPE, onde discutiu com outros representantes de entidades, segmentos e sociedade civil, sobre o manifesto no Dia Internacional de Combate à Corrupção (9 de dezembro). Ele disse que o MPE convida o Sindjor para participar em um dos eventos que será realizado na segunda semana de dezembro deste ano, para comemorar à data e chamar toda sociedade mato-grossense para participar. Ele comunicou também que a próxima reunião na sede do MPE será no dia 3 de outubro. Lairce informou que vai participar da Semana de Comunicação dos acadêmicos de jornalismo de Barra do Garças. Téo destacou que a Justiça do Trabalho decidiu dar o registro de profissão de jornalista para Dejair de Souza Soares, que trabalha no site No Poder e salientou que o Sindjor recebeu um comunicado da Justiça do Trabalho para enviar um representante na audiência do caso de Dejair, mas não foi possível devido a falhas de comunicação interna no Sindicato, que impediram os diretores em participar. Ele explicou que nesse caso, o Sindjor irá recorrer na Justiça (após o dia 8 de outubro) e também vai informar o problema para a Fenaj. Téo informou que o Sindicato recebeu uma denúncia da Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento que pede averiguação sobre a atuação de Fernando Caldas, que assina como jornalista no jornal impresso “Prefeitura em Foco”. O jornalista Caio se prontificou em cuidar do assunto e elaborar um ofício para responder à Prefeitura. Keka comunicou aos participantes da reunião que terá um encontro no final de novembro na cidade do Rio de Janeiro (RJ) , que vai ser organizado pelo NPC, sobre jornalismo sindical e política, e convida um dos representantes do Sindjor em participar. Caio sugeriu que as reuniões dos membros do Sindicato sejam feitas através da internet, especificamente pelo msn. Jonas informou que foi convidado para ministrar uma palestra no Simpósio de Jornalismo em Barra do Garças. PAUTAS: Concurso de VG – O Sindjor vai entrar em contato com a representação de outras categorias que também se sentiram lesadas pelos salários colocados em edital para convidá-las a entrar como uma ação conjunta. Serão chamada entidades de classe como Crea-MT, CRM e OAB-MT, que também manifestaram que houve falha na divulgação de salários inferiores e horas de trabalho das profissões que atendem essas entidades, pelo Edital do concurso de Várzea Grande. Fórum Estadual de Democratização das Comunicações: Keka informou que haverá uma reunião do Fórum na sede do Sindjor, na próxima quinta-feira (29), a partir das 19h. Ela convidou todos os jornalistas e representantes do Grucon, CUT, dentre outros, para participar. Caio informou que participou do 1º Seminário de Rádio, promovido pelo Abraços em Cuiabá, dizendo que houve vários debates importantes de grupos, Ongs e entidades que discutiram vários temas e apresentaram fontes que apoiam à Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ele sugeriu que os membros do Sindjor participem mais desse tipo de evento. Eventos:Téo salientou que o Sindjor vai promover um torneio de futebol de campo que terá feijoada e música, com a participação também dos membros dos sindicatos de Rádio e Gráficas que atuam em Mato Grosso, sendo um evento para arrecadar fundos ao Sindicato. Teve discussão sobre uma data para realização do evento e decidiram agendar no dia 30 de outubro, em um local a ser definido na próxima reunião. Priscila sugeriu que o evento fosse no IFMT, localizado no centro de Cuiabá, e que o valor da inscrição aos participantes do torneio seja de R$ 10,00. Os participantes concordaram que o evento seja realizado entre 8h às 16h. No debate, Everaldo sugeriu que está disposto pedir patrocínio para o evento deste que tenha um ofício do Sindicato informando o objetivo. Priscila se prontificou a cuidar do orçamento dos materiais e outras despesas necessárias para  realização o evento. Téo disse que vai cuidar da organização das regras do Torneio, convidando os profissionais para formação dos times e etc. Campanha de Fiscalização:  Caio, Téo, Priscila, Evealdo, Luana, Márcio Camilo, combinaram fazer uma visita nas redações do jornal Diário de Cuiabá e Folha do Estado, a partir das 14h, para conscientizar os profissionais que atuam nesses locais sobre às ações do Sindjor à respeito dos direitos trabalhistas e entregar o informativo Imprensa que Pensa. O presidente Teonas encerrou a sessão e eu, Everaldo Galdino, lavrei esta ata.

Everaldo Galdino
Diretor de Registro e Fiscalização do Sindjor-MT

Ata da Reunião Ordinária de 19/09/2011

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ATA DE REUNIÃO ORDIÁRIA DO DIA 19 DE SETEMBRO DE 2011
Aos 19 dias do mês de setembro de 2011 reuniram-se na Sede do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB-MT), o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), Téo Meneses, e demais jornalistas (lista de presença anexa) às 20h para discutir a seguinte pauta: 1) – Condições de Trabalho; 2) – Atrasos de salários; 3) – Outras. O presidente começou a reunião informando que o blog foi transformado em um site com a colaboração de vários jornalistas presentes. Disse que o Sindjor renovou o contrato da doação do terreno firmado com o governo do Estado de Mato Grosso em regime de comodato, ele lembrou que a construção de sede própria do sindicato está prevista no prazo de dois anos. O presidente lembrou que a diretoria está planejando uma festa para o dia 12 de outubro em parceria com o Sindicato dos Gráficos com finalidade de arrecadar fundos para a construção do prédio. Téo ainda disse que a partir de hoje vários jornalistas estarão fazendo uma ação entre amigos para angariar fundos em favor da família do jornalista falecido Auro Ida. Cada rifa está sendo vendida no valor de R$ 10,00 e o prêmio é um ar condicionado Split. O presidente destacou que o Sindjor está firmando convênios com lojas de vestuário e escolas de línguas, e aos poucos as informações serão atualizados no site da categoria. A retomada do Imprensando o Bebum deve ser efetivada no carnaval 2012, uma comissão foi formada tendo a frente os jornalistas Carlos, Caio e Márcio Camilo. Téo informou que a partir deste mês de setembro está sendo providenciado o desconto em folha para trabalhadores sindicalizados que preferirem essa forma de pagamento das mensalidades. Téo lembrou que as reuniões ordinárias do Sindicato ocorrem sempre às 19h30 das segundas-feiras, na sede do sindicato, na avenida Mato Grosso. Disse que o Prêmio Estadual de Jornalismo do Sindjor está sendo planejando para dezembro. Os jornalistas Caio e Camilo irão elaborar do edital. O jornalista Everaldo informou sobre o Curso de Especialização em Jornalismo Digital, que está sendo oferecido pelo Centro Universitário Unirondon, com duração de um ano e meio (420 horas), mas para ser viabilizado é preciso fechar turma de no mínimo 35 pessoas, cada pessoa que levar quatro novos alunos terá desconto. Carlos informou que mediante o Acordo Coletivo assinado pelo Sindjor-MT conseguiu fazer com que a prefeitura de Várzea Grande incluísse os profissionais da comunicação nesse acerto e que o próximo concurso para jornalistas será embasado nesse acordo, que prevê o piso de R$ 1500,00. Keka reforçou a importância do site do Sindjor. Disse que o espaço foi reestruturado e todos podem colaborar, disse que o sindicato tem recebido poucas colaborações, e que o site vem sendo atualizado principalmente pela Priscila. Ela lembrou que as questões da categoria não são publicadas em outros espaços por isso temos que valorizar o site do Sindjor. Ela destacou que duas equipes fizeram visitas às redações na quinta e sexta da semana passada para convidar os jornalistas para a Assembleia Geral e reforçou o convite para as reuniões das segundas-feiras, às 19h30, e lembrou que como sempre, a TVCA barrou a entrada. Téo lembrou que o Sindjor produziu mais uma edição do informativo Imprensa que Pensa e que havia cópias do Acordo Coletivo para repassar para jornalistas que trabalhassem em empresas diferentes e que quem quisesse poderiam levar para as redações. O presidente lembrou que em conversa com a presidência da Câmara de Vereadores de Cuiabá foi garantido, a partir da provocação do Sindjor, que no próximo concurso haverá vagas para a categoria. Disse que a mesma conversa foi feita na prefeitura de Várzea grande e que o edital está prevista para ser publicado dia 21 desse mês, prevendo 10 vagas para jornalista. Marta aproveitou o momento para fazer convite de lançamento do livro de poesia do jornalista Lorenzo Falcão, às 19h30, no Jardim do Sesc Arsenal. Caio disse que o Fórum Estadual da Comunicação se reunirá dia 22 no Sindicato dos Jornalista, na avenida Mato Grosso. O Sindjor está tentando reativar o fórum, lembrou que já teve a primeira Conferencia Nacional de Comunicação (Confecom) e que depois dessa fase o Sindjor-MT quer voltar a debater temas como liberdade de expressão, disse que o Fórum é aberto e que o Sindjor só esta cedendo o local. Disse que o prêmio de jornalismo vem com intuito de valorizar a categoria. Após essa assembléia haverá a campanha de fiscalização do trabalho já que é inadmissível o Sindjor tentar entrar em redação de uma TV e não conseguir. Anderson reforçou o convite para fazer as inscrições do prêmio Senai-MT, já que o prêmio que a instituição fornece para valorizar a categoria, caso o número de inscrição for baixo não haverá interesse da entidade continuar fazendo o prêmio. Ele lembrou que as inscrições até o dia 30. Alexandra disse que trabalha na revista Integração Brasil Policial e que estava acompanhada pelo Narciso Honório, voluntário junto com a delegada Maria Antônia, que tem a preocupação de que o jornalista esteja a par do jurídico, por isso estão planejando fazer um curso de investigação defensiva para jornalista. Disse que uma cooperativa está sendo formatada, tendo como referencia a Cooperativa Habitacional de Brasília (DF), e ainda este mês estará sendo criada uma desse porte aqui. Há previsão de uma reunião dia 30 e eles pedem apoio já que a cooperativa abrange jornalista, Segurança publica justiça e educação. Caio lembrou que no final de novembro o Sindjor vai propor um Seminário de Formação Sindical para mostrar a importância do sindicalismo no Brasil e para que todos fiquem atentos. Entrando na pauta. Piso – O presidente Téo informou que a categoria acabou de finalizar um Acordo Coletivo de Trabalho e fechou piso único de R$ 1500,00 para cinco horas, reajuste salarial de 6,3%, e cláusulas sociais como o do combate ao assedio moral nas redações. Téo destacou que o advogado Marcos Dantas, assessor jurídico do Sindjor e parceiro da categoria estava presente na assembleia. Keka disse que quem geralmente discute com os empresários ou representantes dos empresários sofre muita pressão e as vezes a base considera o acordo insatisfatório, o que é compreensível pois a maioria trabalha em redação muitas horas, porém é muito difícil fechar um acordo. Ela lembra que as empresas que são mais forte geralmente conduzem a negociação e que entrava muitas cláusulas, comentou ainda que esse piso de R$ 1500,00 foi muito bom, avaliando a conjuntura atual. Téo afirmou que foram 41 clausulas acordadas e que a categoria tem direito de expor o Acordo nas empresas. O Dr. Marcos pediu intervenção e disse que a questão das negociações só entende isso e sabe como é o jogo de forças. Ele lembrou que pessoas novas enriquecem o debate. Disse que tecnicamente existe o dissídio coletivo, o acordo coletivo e a convenção. O acordo coletivo, que o Sindjor fechou, ocorre entre sindicato e empresas e convenção entre sindicato dos patrões e sindicato dos trabalhadores. Em Mato Grosso, como não tem sindicato patronal, para fechar o acordo ficamos expostos a 25 empresas, não havendo acordo parte-se para a Justiça do Trabalho, o que aconteceu com a TVCA e alguns outros no ano passado e esse ano entramos contra todos. Já o reajuste salarial é obrigatório. Está previsto em lei, no mínimo a reposição do ano corrente, a lei sugere ganho real, procuramos repor essa perda e dentro dessa negociação acordamos cláusulas que venham a melhor as relações de trabalho.  Jamais um julgamento irá repor 15 anos de perda, a Justiça só concede de um ano para outro. Em 2010 foi uma vitória sairmos do piso de R$ 1050,00 para R$ 1380,00. Dantas destacou que os salários devem ser pagos no 5º dia útil do mês subseqüente ao trabalhado, no acordo há uma cláusula e com a assinatura das empresas o Sindjor já tem poderes para entrar com ação contra cada empresa que estiver atrasando salários. É importante que cada um leia atentamente o Acordo e denunciem ao Sindjor para o sindicato entrar com a demanda na justiça, infelizmente em momento algum conseguimos emplacar a clausula que prevê multa em caso de descumprimento do acordo. Um dos jornalistas que participou da AG disse que na empresa que trabalha, o Diário de Cuiabá, tem trabalhador que está com o pagamento em dia, tem outros com atraso de 30 dias, outros 60 e até 120 dias de atraso. Ele disse que a situação está insuportável e só resta aos trabalhadores do jornal pedir socorro. Outro trabalhador afirmou que esta em Cuiabá desde 1994 e já atuou no DC e desde dessa época o problema vem se arrastando. O Dr. Marcos disse que com a ação que está sendo proposta a empresa tem que pagar até o dia da audiência, com previsão de multa se não pagar. Na ação de execução, a égide do direito coletivo o que você alega tem que provar, no caso de salário é ao contrário. Se alguém afirma que não recebeu a empresa tem que provar que pagou.  Um dos diretores do Sindjor afirmou que um dos problemas mais graves na luta em Mato Grosso é a questão de atraso salarial. Ela conta que trabalhou oito meses lá, mas demorou dois anos para colocar as contas em dia e que hoje ela percebe uma tolerância com essa pratica e que a categoria está com muita dificuldade para reagir, ela lembra que o Diário de Cuiabá tem mais de 10 anos nessa situação e assim que se expandiu para o interior levou a cultura de atraso salarial para os municípios, avaliou a situação como problemática. Ela lembrou que existe vários Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) no Ministério Público o Trabalho (MPT), e quando o Diário perde ações judiciais é muita dificuldade achar os bens para pagar a divida com o trabalhador. O Sindjor já procurou várias vezes a Superintendência para fiscalização nas empresas, mas a alegação é que são poucos fiscais e a prioridade é fiscalização de denuncias de trabalho escravo ou trabalho infantil. Dr. Marcos afirmou que se o salário ou qualquer outro beneficio previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) deixar de ser respeitado há previsão de multas. O Art. 467 da CLT diz que em caso de rescisão de contrato de trabalho, havendo controvérsia sobre o montante das verbas rescisórias, o empregador é obrigado a pagar ao trabalhador, à data do comparecimento à Justiça do Trabalho, a parte incontroversa dessas verbas, sob pena de pagá-las acrescidas de 50%. Uma jornalista disse que é preciso pressionar as empresas que não pagam salário em dia, pois essa cultura acaba prejudicando o mercado como um todo, que as outras empresas que pagam abusam do trabalhador chegando a cometer assédio moral. O presidente aproveitou para lembrar da importância de se manter o sindicato forte, caso contrário o patrão se acha no direito de desrespeitar as medidas do Acordo Coletivo, se não há respaldo da base o acordo será só um papel. Uma outra jornalista disse que trabalha há anos no DC e acompanhou todas as situações do jornal inclusive uma greve de três meses e nem assim conseguiram receber. Ela denunciou que houve uma ação judicial e que só foi possível receber porque os comprovantes de pagamento foram entregues pelo próprio Diário e assim comprovou os atrasos. Mas, ela acredita que não será possível isso, pois, existe uma prática de pular holerites, não teria como provar que há atrasos. Uma outra jornalista disse que a categoria está precarizada, não decide nem mais pauta, pois naturalizou-se que jornalista trabalha muito, faz tudo que patrão manda e que só recebe quando Jesus quiser, mas concorda que greve não é solução. Uma outra trabalhadora do Diário de Cuiabá disse que está vivendo uma situação que tem vergonha de dizer que é jornalista, que vive sempre em vermelho, pois o mercado que a gente tem está difícil, ela como outros colegas vivem uma angustia diária. Não dá para tolerar essa situação de empresa. Mas também diz que greve não é solução, se já era difícil há 10 anos fazer uma greve hoje seria muito mais complicado, com internet quatro pessoas fecham um jornal. Téo questionou sobre a intervenção judicial. E o Dr. Marcos esclareceu que é uma medida radical, pois se é feito esse pedido alega-se que a empresa está mal, que não tem lastro financeiro e que é preciso tomar tudo que ela ainda tem, antecipadamente, para garantir os direitos de cada obreiro da empresa. Mas, corre-se o risco, pois hoje tem a figura da recuperação judicial. Uma jornalista da Folha do Estado disse que desde janeiro de 2011 a empresa começou a atrasar salários. No ano passado havia regularizado a situação, mas agora a situação desregularizou-se.Ela diz que os trabalhadores da Folha receberam o salário de julho, mas o de agosto está atrasado e a expectativa e que a empresa pagará só em setembro e a todo tempo vivem sob pressão, se os trabalhadores não aceitarem podem sair que tem uma fila de jornalistas querendo.  Dr. Marcos agradeceu pelo convite para participar da AG e pediu que os jornalistas refletissem bem sobre os assuntos discutidos e que contassem ao maior número de pessoas da categoria sobre a AG, pois é muito importante. O presidente Téo disse que conforme a discussão foi sendo feita ele anotou encaminhamentos: 1) Ação coletiva em nome do sindicato contra Diário de Cuiabá, Folha do Estado e Diários Regionais, aprovada por unanimidade. Mas, lembrando que a discussão deve ser estendida aos grupos de cada empresa, sem dispensar a ferramenta greve; 2) Pedido de intervenção – Por maioria negaram, mas podem voltar a discutir a proposta, pois será uma bandeira do Sindjor (13 votos favoráveis, 4 contrários e 2 abstenções); 3) Ação Judicial, com pedido de penhora – aprovada por unanimidade; 4) Pedido de Fiscalização a SRTE-MT, também aceita por unanimidade. Com os encaminhamentos aprovados, o presidente Téo Meneses encerrou Assembleia Geral e eu, Alcione dos Anjos, secretaria geral do Sindjor-MT, lavrei a presente ata.  

Alcione dos Anjos
Secretária-geral do Sindjor- MT

18 de out. de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 12/09/2011

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Ata da Reunião Ordinária do dia 12 de setembro de 2011

Aos doze dias do mês de setembro de dois mil e onze, reuniram-se na sede do Sindjor-MT o presidente da entidade, Teonas Meneses, a diretora de Mobilização, Keka Werneck, o diretor de Registro e Fiscalização Profissional, Everaldo Galdino, e outros jornalistas, para tratar dos seguintes assuntos: INFORMES E PAUTAS (Informativo, sede e Prêmio de Jornalismo). INFORMES: Everaldo destacou que o Unirondon estará oferecendo curso de pós-graduação em jornalismo digital, que será realizado por um ano, às terças-feiras à noite, a cada 15 dias, que a turma ainda não fechou e que o Sindjor poderia fazer uma campanha junto à instituição, para conseguir algum desconto, em contrapartida o Sindjor faria uma divulgação do curso junto à categoria. Caio lembrou que vai ter atividades no dia 21, dia da árvore,  das 8h30h às 19h, na Praça Alencastro (no centro de Cuiabá) com apresentações culturais, palestras e atividades educativas. Keka informou que os professores da rede estadual fizeram um protesto vigília em frente à Seduc durante todo o dia e que, na sexta-feira, os professores de VG fizeram o mesmo. Keka também informou que vai elaborar o ofício a ser encaminhado ao MPE para cobrar uma reunião no sentido de avançar com a proposta de seminário sobre liberdade de expressão ou direito à comunicação, em parceria entre Sindicato e MP. Everaldo lembrou que para competir no prêmio Jornalismo em Destaque a matéria deve ser publicada até o dia 27 deste mês. PAUTAS: Sede - Teo informou que no sida seguinte, 13.09.2011, seria entregue a concessão do terreno no Centro Político Administrativo. Ele quis saber quem poderia ir com ele e a princípio Everaldo se colocou a disposição. Informativo -  Teo informou que todo o material foi repassado à Alcione e que agora só falta concluir a diagramação e rodar o jornal Imprensa que Pensa, segunda edição. Provavelmente não será possível levar o jornal às visitas às redações, mas a intenção é então entrega-lo na assembleia geral de segunda, 19.09.2011.  Prêmio de Jornalismo – Marcio Camilo explicou que ele e Caio conversaram sobre o Prêmio, tendo algumas ideias.  O nome seria “I Prêmio Mato-Grossense de Jornalismo Pedro Rocha Jucá – Mato Grosso em Foco”. As matérias devem ser abordagens sobre Mato Grosso. O Prêmio teria oito categorias e cada uma delas teria o nome de um jornalista homenageado: 1) Impresso (Lúcio Tadeu ou outro); 2) Internet (...); 3) TV (Malik Didier, Antonio Carlos Silva); 4) Rádio (David de Paula ou outro); 5) Estudante (Segura ou outro); 6) Midias Livres (...); 7) Fotojornalismo (Délcio ou outro); e o Prêmio Pedro Rocha Jucá, que seria o maior deles. O prêmio a princípio seria R$ 5 mil para o primeiro lugar e outros prêmios, para os outros, que podem ser um notebook. Tudo isso, antes de publicar em edital, tem que ser garantido. Teo vai ver como funciona no Banco do Brasil e todos os outros colegas serão chamados a ajudar a pensar a premiação até 3 de outubro. Edital deve ser lançado dia 17 de outubro e a premiação será na festa de encerramento do ano, em dezembro, em algum lugar bacana. O presidente Teonas encerrou a sessão e eu, Keka Werneck, lavrei esta ata.

Ata da Reunião Ordinária de 05/09/2011

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Ata da Reunião Ordinária do dia 05 de setembro de 2011

Aos 05 dias do mês de setembro de 2011, às 19h30, compareceram na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, localizada na avenida Mato Grosso, o presidente do Sindjor-MT, Teonas Meneses; a diretora de Mobilização, Keka Wernek e demais jornalistas, em reunião ordinária, para debater a seguinte pauta: 1. Informes; 2. Sede; 3. Campanha Salarial; 4. Informativo. Informes: Carol Lanhi informou que alguns jornalistas da Folha do Estado estão dispostos a participar da Assembléia Geral - previamente marcada para o dia 19 de setembro -, em que a categoria deve discutir questões trabalhistas. Carol também falou que ainda não conseguiu entrar em contato com os responsáveis pelo Studio Press, Pau e prosa e Só Notícias sobre a questão do dissídio, e ficou que tentar outra vez essa semana. Téo entrou em contato com o presidente do Sindicato dos Bancários, Arilson da Silva, para saber da possibilidade de eles cederem o espaço para o Sindjor fazer a Assembléia Geral. segundo o Teo, o Arilson falou que não há problema nenhum e que, se o auditório estiver ocupado, há uma outra sala com espaço para umas sessenta pessoas. Com relação ao e-mail enviado pela Fenaj solicitando que os sindicatos estaduais peçam apoio dos deputados federais para aprovação da PEC do Diploma, os presentes acordaram que esse trabalho pode ser mais viável para o Jonas, que está morando em Brasília. A Keka participou de uma reunião entre entidades de representação social e o Ministério Público Estadual, e sugeriu, em nome do Sindicato, que haja uma parceria para a realização de um seminário sobre "liberdade de imprensa". Mariana acrescentou que seria mais interessante que o seminário tratasse de "direito à comunicação", pois liberdade de imprensa soa como uma reivindicação empresarial. Caio avisou que não consegiu falar com a revista Ótima sobre as negociações do dissídio, mas vai tentar novamente essa semana, e convidou os jornalistas para participar de um protesto em frente a Prefeitura de Cuiabá, no dia 21 de setembro, dia da árvore. Nesse dia, os manifestantes entregarão uma carta aberta ao Executivo e distribuirão mudas de árvores. Sobre o dissídio, Márcio Camilo ficou de entrar em contato com a Edna, do VG Notícias, já que mora em Várzea Grande. Carol lembrou que havia sugerido ao sindicato que fizesse uma carteirinha para facilitar o controle de uso dos convênios que o sindicato conseguir fechar. Segundo o Teo, a Dafne ficou de ver como isso funciona e quanto custaria para o Sindjor fazer as carteirinhas. Carol também lembrou que a Unemat está organizando um simpósio de jornalismo (com inscrições até o dia 23 de setembro) e ficou de entrar em contato com eles para incluir a participação do Sindjor no evento e pegar mais informações. Teo falou que a primeira esposa do jornalista Auro Ida procurou os jornalistas em seu trabalho para pedir ajuda na venda ou compra de uma rifa, que vai sortear um ar condicionado split. O valor de cada número será R$ 10,00. Sobre o torneio de futebol previsto para o dia 12 de outubro, em parceria com o sindicato dos gráficos, Teo ainda não obteve a confirmação do pessoal quanto a data e disse que eles devem responder essa semana. É preciso pensar nos possíveis prêmios para os vencedores do torneio. Presentes na reunião dois jornalista do Jornal Integração Policial, Rosane e Narciso Honório. O sr. Narciso sugeriu que o sindicato apóie a realização do 1º curso de invetigação criminal defensiva, com foco na nova legislação penal. Ele ficou de encaminhar a proposta detalhada para o e-mail do Sindjor. Honório também afirmou que vai disponibilizar cartas de crédito para o curso de Pós Graduação em Direito Penal, promovido pelo grupo Atami. Assim, os interessados terão desconto nas mensalidades. Por fim, Honório indicou que os jornalistas de Cuiabá procurem se informar sobre um condomínio que jornalistas de Brasília construíram com profissionais de outras categorias, a Cooperativa Habitacional de Jornalistas do DF. Para ele, essa experiência tem fortalecido a luta trabalhista no DF. Sede: Teo falou que o novo contrato do terreno no CPA já foi assinado e que até quinta-feira ele voltará a ser do Sindicato. Com isso, já é possível colocar a estrutura para cercar o terreno. De acordo com os presentes, a Márcia Raquel enviou por e-mail os orçamentos de muros e ficou decidido que o mais viável, no momento, seria o muro japonês. É preciso discutir ainda a dívida que o sindicato tem com o arquiteto que desenhou o projeto. Ficou decidido que haverá uma reunião extra do sindicato para discutir esse assunto (orçamento) antes da reunião com o arquiteto. A concessão do terreno é de dez anos, prorrogável pelo mesmo período. Depois da construção do prédio, o governo deve pagar indenização, caso queira retirar a concessão. Campanha Salarial: Como o material de acordo entre o sindicato e as empresas deve ser entregue na segunda feira para o advogado do Sindjor, as últimas tentativas de negociação serão feita até sexta-feira. Informativo: Segundo o Teo está tudo pronto, só falta diagramar e aprovar o layout do jornal. Por fim, por se tratar de verdade, eu, Luana Santos, assino e lavro a seguinte ata. 

6 de out. de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 22/08/2011

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Ata da Reunião Ordinária do dia 22 de agosto de 2011

Aos 22 dias de agosto de 2011, às 19h30, compareceram, na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, localizada na avenida Mato Grosso, o presidente do Sindjor-MT, Téo Meneses, a diretora de Mobilização,  Keka Wernek, o  diretor de Registro e Fiscalização, Everaldo Galdino e demais jornalistas para debater as seguintes pautas: dissídio coletivo; condições de trabalho dos repórteres cinematográficos; sede; viagens ao interior; convênios e parcerias; jornal do Sindjor. Durante os informes, Téo relatou sobre a última rodada de negociação acerca do acordo salarial, ocorrida no dia 18 de agosto, no TRT-MT, dizendo  que faltam assinaturas  das empresas  sobre as  cláusulas sociais e econômicas para fechar a negociação na Justiça. Durante seu informe, citou os sites 24 horas News, Hipernotícias, Só Notícias, Studio Press, Primeira Hora, Diário da Serra, Repórter MT, Mato Grosso Notícias e RD News. Além disso, ele comunicou que haverá nova rodada de negociação no TRT, no dia 29/09/2011. Keka ficou  responsável  de falar com os representantes dos sites Hipernotícias e 24 horas News e levar  uma  cópia do acordo  sobre o piso.  Carol também se  prontificou em ajudá-la   na conversa  com  as empresas citadas anteriormente e enviar tal documento (minuta)  para o site Só Notícias. Téo sugeriu que Márcia Raquel (tesoureira do Sindor-MT) relata  as empresas que faltam assinar o acordo e disse que vai cobrá-la. Keka informou que vai participar de um evento no município de Alto Araguaia ( a  426 km de Cuiabá) nos dias 26 e 27, que será organizado pelos  estudantes de jornalismo  da Unemat. Convidou os demais participantes e comunicou que vai reforçar o convite para o Jonas. Um jornalista relatou como foi demitido, mas disse que já conseguiu outro emprego. Marcelo Parragas (diretor de Imagens do Sindjor) comunicou que a diretoria do Sindjor precisa organizar e mobilizar visitas no interior. Ele ressaltou que repórteres fotográficos e cinegrafistas que atuam em Cáceres e Juara (exemplos), têm passado dificuldades porque os profissionais vêm recebendo baixos salários que variam entre R$ 500,00 a R$ 800,00. Os participantes destacaram que as visitas no interior poderiam   priorizar as bases  nas cidades de Sinop, Cáceres e Barra do Garça. Sobre o Jornal do Sindjor-MT,  Téo informou que os textos estão quase prontos e que precisam ser finalisados até o próximo final de semana. Durante o diálago entre os participantes, foi citado que Jonas precisa entregar uma matéria. Ficou definido que a diagramação do jornal será feito pelo Marcelo. Keka sugeriu que alguém faça uma matéria (ou pelo menos um box ) sobre as funções  chargistas, repórter fotográficos e cinegrafistas, quanto à  legalidade, para esclarecer à categoria.Entre os assuntos, destacaram os participantes que um seminário de formação sindical deverá  ser feito em outubro, em Cuiabá, para fortalecer a classe. Everaldo disse que vai enviar as fotos que tem sobre os eventos do Sindjor, para edição do Jornal do Sindjor-MT. Sobre a morte de Auro Ida, foi lembrada pelos  participantes que no dia 23 completou  um mês de falecimento. Todos os presentes sugeriram a produção de uma nota para pedir mais esclarecimentos sobre o crime e cobrar investigações para pasta da Segurança Pública do Estado, mas sem exceder o debate sobre o caso.  Téo assumiu a tarefa de elaborar a nota.  Caroline propos  que o Sindicato promova uma assembleia para  convocar  os  funcionários da Folha do Estado, Diário de Cuiabá e outros,  que têm sofrido com  os atrasos  de salários. Sobre Sanecap, Camilo informou que o Sindjor-MT poderia se manifestar para Câmara de Cuiabá  pedindo esclarecimentos  sobre o caso do vereador Lúdio Cabral que foi impedido  de  falar em plenário em uma sessão do legislativo para se defender de acusações  dos parlamentares,  cobertura jornalísticas, etc. Sobre convênios, Téo disse que, a partir do dia 5 de setembro, as lojas Terno & Cia Homem, Terno & Cia Mulher e Íntimus dará 5% de para os jornalistas sindicalizados. Sobre a coleta de abaixo assinado para descontar as mensalidades  na folha de pagamento,  Téo sugeriu que todos devem colaborar na coleta  de assinaturas nos locais de trabalho, para garantir o recebimentos das mensalidades para o Sindicato. Um ofício será feito pela Alcione  para comunicar as empresas. A Edinalva deverá entrar em contato com os órgãos públicos para informar sobre os descontos. A Dafne se prontificou em ajudar na elaboração da arte do jornal se for necessário. O presidente do Sindjor-MT, Téo Meneses, encerrou a reunião e eu, Eu, Everaldo Galdino, lavrei esta Ata.

Ata da Reunião Ordinária de 15/08/2011

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Ata da reunião ordinária do dia 15 de agosto de 2011

Ata da Reunião Ordinária do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso. No dia 15-08-2011, as 19h30, compareceram, na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, localizada na avenida Mato Grosso, os diretores (a) Marcia Raquel, Keka Werneck , Carlos Montaldon e demais jornalistas para debater as seguintes pautas: informes, dissídio, sede, viagens ao interior, jornal Sindjor  e convênio com a Unimed. Sobre os informes, o Carlos relatou aos presentes a viagem dele, juntamente com o Jonas, à quarta Bienal do Agronegócio do Centro Oeste. No encontro foi sugerida a criação de uma associação de jornalistas especializada em agronegócio. Na oportunidade, como representante do Sindjor no evento, o Carlos disse que emitiu uma opinião contrária à criação da associação. Mas também ponderou que os organizadores da bienal estavam confundindo jornalismo com propaganda. O segundo informe do Carlos foi sobre a lei da prefeitura de Várzea Grande. Ela determina que os jornalistas assessores de imprensa da prefeitura não podem ganhar salário abaixo do novo piso estipulado pela categoria. O Carlos disse que o projeto de lei ainda está parado na câmara de vereadores por conta do troca-troca de prefeitos que a cidade sofre. O Carlos se comprometeu a conversar com o secretário de Comunicação do município, Wilson Pires, ou marcar uma audiência com o atual prefeito Tião da Zaeli, para conseguir agilizar a sanção do projeto de lei.  A Keka também informou sobre as empresas que estão atrasando os salários dos funcionários. Ela sugeriu mandar um ofício, no sentido de autuar essas empresas que não honram com os compromissos trabalhistas. A Marcia explicou que essa medida será feita a partir do dia 18 deste mês, principalmente com o objetivo de informar sobre o novo piso da categoria. O Sindjor recebeu uma denúncia de que a TV Rondon está registrando os repórteres cinematográficos como cinegrafistas, com o salário de R$ 800. O Sindjor defendeu que alguma medida seja tomada no sentido de garantir que os profissionais sejam regularizados e que ganhem o mesmo piso dos jornalistas, no valor de R$ 1.500. O último informe foi sobre a produção da nota do Sindjor contra a falta de liberdade de expressão na câmara.  A nota acabou não sendo encaminhada. Os presentes na reunião chegaram ao consenso de que a nota havia “caducada”. Sendo assim foi decidido que o assunto “morreu”. Mas a proposta de reportagem retratando a falta de liberdade na câmara de Cuiabá continua. Quanto às pautas, a Marcia disse que está marcada, na quarta-feira (18), no Tribunal Regional de Trabalho, uma nova audiência sobre o dissídio coletivo. Ela informou que nesta segunda feira (15) era o prazo para as empresas que foram arroladas aderirem ao novo piso. As mais recentes que aderiram ao novo acordo foram às empresas: Ícone e o Jornal Correio Várzeagrandense. Ficou combinado que haverá um mutirão para tentar falar com o maior número de empresas até a próxima quarta-feira de manhã. A ideia é avisar sobre o acordo coletivo que estabeleceu o novo piso da categoria, e que no dia 18 uma notificação chegará às empresas explicando a situação. A audiência no TRE acontecerá provavelmente de manhã. Além do presidente Téo, o Carlos e o Jonas se comprometeram a participar do encontro. Quanto à viagem ao interior, no município de Alto Araguaia, o Carlos se dispôs a ir e o Anderson também se comprometeu em participar de alguns eventos. Keka não confirmou se vai no dia 26 deste mês, pois tem um compromisso no dia 27. Ela também informou que o Gibran solicitou a presença do sindicato nos municípios de Barra do Garças e Rondonópolis. A definição de uma agenda, e das pessoas que vão fazer a viagem, ficou pra ser discutida, na terça-feira (16), pelo email do grupo. A ideia é resolver a questão até a segunda-feira (22). Com relação às matérias para o jornal, o “dead line” para quem ainda não escreveu os textos ficou para o dia 17, nesta quarta-feira.  O jornal vai ser em formato A4, com tiragem de mil a dois mil exemplares. Ainda não há uma data especifica para a publicação, que por enquanto terá apenas uma edição. Sobre a sede, a Marcia disse que o engenheiro ligou cobrando o projeto estrutural que ele fez da futura sede do Sindjor. Ela explicou que o combinado era pagar o engenheiro de forma parcelada, mas até agora, nenhuma parcela foi paga. A Marcia ficou de ir ao banco para ver a situação financeira do Sindjor e desse modo pagar o profissional. Quanto ao convênio com Unimed, a Marcia disse que o sindicato não pode se comprometer com os moldes do novo contrato que está sendo proposto pela Unimed. O contrato responsabiliza o Sindjor caso o jornalista não pague o convenio. Ela disse que a ideia é fazer uma reunião com a Unimed para discutir a questão. A Edinalva mandou um email para empresa para marcar uma reunião, mas não obteve resposta. A proposta continua sendo a mesma da reunião passada: pedir para o doutor Marcos entrar com uma liminar, que estipule a cobrança como é feita hoje, de forma pessoal. A tesoureira do Sindjor-MT, Marcia Raquel, encerrou a reunião e eu, Márcio Camilo, lavro a presente ata.

5 de out. de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 08/08/2011

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Ata da reunião ordinária do dia 08 de agosto de 2011

Aos oito dias do mês de agosto de 2011, compareceram na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, localizada na Avenida Mato Grosso, em Cuiabá, o presidente Teo Meneses, os diretores Marcia Raquel e Keka Werneck , e demais jornalistas para debater as seguintes pautas: informes, dissídio, convênios e parcerias, nota de repúdio, salários atrasados e seminário. INFORMES: Márcia Raquel disse que o sindicado ainda possui muitos produtos da festa junina de 2011, como torrones e outros doces, os quais podem ser vendidos para arrecadação de dinheiro. Destacou ainda as pessoas que ficaram responsáveis por conversar com as empresas de comunicação - para acrescentá-las no acordo coletivo - devem checar se tais empresas vão assinar a minuta e apresentar uma cópia do contrato social. Márcia informou também que fez alguns orçamentos com gráficas para a impressão do informativo do sindicato e vai encaminhar por e-mail. Caio comunicou que o seminário, organizado pelo Formad e pelo Sintep, vai acontecer dos dias 15 e 16 de agosto e que no dia 22/08 será realizado I Simpósio Popular sobre as alterações do código florestal, na Adufmat, às 9h. Também informou que o seminário do agrotóxico aconteceu no dia 5 de agosto, no SINTEP, o dia inteiro. Teo informou que a ida do Carlos a Brasília foi confirmada para a quinta-feira (11). Keka disse que os professores Eduardo e Yuri, da Unemat, convidaram membros do sindicato para participar de uma “palestra”, na qual os jornalistas convidados fariam atividades com os alunos, como: reunião de pauta, produção e edição de material jornalístico, e ainda falariam sobre temáticas que permeiam a profissão. Nesse sentido, Teo lembrou que a professora Sônia Zaramela, da Unirondon, convidou um representante do sindicato para participar de uma mesa redonda, no dia 18 de agosto, às 19h30. O presidente também disse que vai ligar para Cláudio Stábile para saber mais a respeito do caso Auro Ida. NOTA DE REPÚDIO: Keka afirmou que elaborou uma nota sobre o que aconteceu na Câmara de Vereadores de Cuiabá (caso Sanecap), pois achou a situação absurda, censura. Márcio Camilo também considerou que a situação extrapola a questão partidária e defende a publicação da nota. Caio afirmou que é preciso defender a liberdade de expressão e por isso acha importante a publicação da nota. Teo lembrou que como o Sindjor faz parte do Fórum contra a privatização da Sanecap deveria publicar a nota em parceria com o fórum. Márcia Raquel vai ao encontro da fala do presidente, pois o Sindjor é signatário do fórum. Keka sugeriu que a ideia fosse levada ao fórum o quanto antes. Márcio Camilo fez a proposta de escrever uma reportagem sobre a falta de liberdade de expressão na Câmara de Vereadores da Capital e todos concordam com a sugestão. Como a matéria é mais demorada, Márcia Raquel diz que é possível entrar em contato com o Fórum para que a nota seja feita em caráter emergencial e assim, seja publicada antes da próxima audiência sobre a privatização. Keka propõe que o Sindjor apresente uma sugestão de nota ao Fórum, para dar agilidade, mas não descarta a reportagem do Márcio Camilo, e todos concordam proposta da Keka. DISSÍDIO: Márcia Raquel disse que todas as empresas com as quais conversou aceitaram assinar a minuta do acordo coletivo. Também pediu ao presidente que confirme a data e o horário da audiência. Teo sugeriu que seja entregue às empresas participantes do acordo um ofício informando sobre a importância do cumprimento do acordo e lembrando que o Sindjor vai iniciar a fiscalização das empresas. Caio ressaltou que há informações de que na TVCA e no Hiper Notícias os estagiários estão trabalhando nos finais de semana. O presidente completou dizendo que é preciso entrar em contato com os jornalistas para realizar as fiscalizações em Cuiabá e no interior do estado. ATRASO SALARIAL: Márcia Raquel lembrou que é preciso buscar informações sobre o pagamento ou não das parcelas de INSS atrasadas dos funcionários do Diário de Cuiabá, já que a empresa havia feito um acordo com a Justiça do Trabalho. Teo afirmou que é preciso ouvir os jornalistas que trabalham no Diário e na Folha do Estado para saber qual a real situação e como o sindicato pode intervir. O presidente disse ainda que vai conversar com o advogado Marcos para saber qual o melhor caminho. Ficou encaminhado que o Sindjor vai chamar para uma assembleia os jornalistas desses dois veículos para conversar e deliberar uma ação. CONVÊNIOS E PARCERIAS: Márcia Raquel explicou que o sistema de convênio com a Unimed mudou e agora o Sindjor é responsável por efetuar o pagamento. Sendo assim, acha melhor marcar uma reunião com o plano de saúde para ver outras possibilidades, já que o modo de pagamento proposto pela Unimed compromete o sindicato. Edinalva deve marcar a reunião. Caio acrescentou que não se pode descartar convênios com outros planos de saúde. SEMINÁRIO: Keka destacou que é preciso pensar no seminário de formação em sindicalismo, onde serão debatidos temas como CUT, Conlutas e outros. Teo disse que o seminário pode acontecer em novembro, antes do prêmio estadual de jornalismo e depois da viagem de fiscalização pelo interior e discussão sobre atraso salarial. Ficou encaminhado que é preciso definir nas próximas reuniões se o seminário será aberto para toda a categoria ou fechado para membros do Sindjor, bem como a data e duração do evento. O presidente do Sindjor-MT, Téo Meneses, encerrou a reunião e eu, Caroline Surdi Lanhi, lavro a presente ata.

Ata da Reunião Extra-Ordinária de 03/08/2011

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Ata da reunião extra-ordinária do dia 03 de agosto de 2011


Aos três dias do mês de agosto de 2011, reuniram-se a tesoureira do Sindjor-MT, Marcia Raquel de Oliveira, o presidente Téo Meneses, e demais jornalistas, para tratar dos seguintes assuntos: informes; dissídio coletivo; ações para arrecadação de recursos para a construção da sede da entidade; jornal do Sindjor-MT; convênios e parcerias. INFORMES: O presidente comunicou o convite feito pela Famato para que o Sindjor-MT envie representante para a Bienal da Agricultura que será realizada nos dias 11 e 12 de agosto em Goiânia; em manifestação anterior, o diretor de Várzea Grande, Carlos Montandon falou do seu interesse em participar. Como não houve nenhuma outra manifestação, foi aprovada a participação do Carlos, lembrando que as despesas correrão por conta da própria Famato; o presidente informou que a jornalista Beatriz Ayoub, procurou o Sindjor-MT para que a entidade se manifestasse a respeito da briga entre ela e a blogueira Adriana Vandoni. Por unanimidade, a diretoria do Sindjor decidiu não se pronunciar por entender que é uma briga pessoal das envolvidas; Caio e Keka Werneck, informaram, via e-mail, a censura praticada pela Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá, contra o vereador Lúdio Cabral (PT) na ocasião da sessão da Câmara de Vereadores que discutia a concessão da Sanecap à iniciativa privada; a diretoria ressaltou que aguarda do diretor Everaldo Galdino a resposta sobre o andamento da pesquisa sobre o perfil dos jornalistas em Mato Grosso; que espera da Luana a resposta sobre os ofícios para a realização de convênios; lembrou ao Jonas que existem duas atas de reuniões anteriores, que estão sob sua responsabilidade, atrasadas; e, por fim, a diretoria continua acompanhando as investigações sobre o assassinato do jornalista Auro Ida e cobra o esclarecimento do crime a punição dos (do) culpados (o). DISSÍDIO COLETIVO: Téo encaminhou a minuta do acordo coletivo assinado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) aos veículos: RDNews, Diário de Cuiabá e Olhar Direto; todos concordaram em aderir ao acordo; lembrou que é necessário, além de assinar a minuta, solicitar a cópia do contrato social da empresa; Jonas informou, via telefone, que: nesta quinta-feira (04) às 10h, vai se reunir com o representante da TV Rondon para tratar sobre o assunto; que encaminhou cópia da minuta à empresa Antecipar, porém, até agora não recebeu resposta; Priscila afirmou que as empresas Ícone Comunicação Integrada e Correio Várzea-grandense concordaram vão aderir ao Acordo e que ainda não conseguiu conversar com a representante da Revista RDM, apesar das inúmeras tentativas. Diante da situação, a diretoria decidiu continuar insistindo com as empresas citadas no dissídio e ao mesmo tempo abrir negociação com empresas que não foram citadas, a fim de que elas possam também aderir ao acordo coletivo.  Foram listadas as seguintes empresas: O Documento, VG Notícias, Hipernotícias, Diário da Serra, Só Notícias, Diário Regional de Sinop, Revista Ótima, Revista Única, Mato Grosso Notícias, Repórter MT, 24 Horas News, Pau e Prosa, Studio Press e Barradas. O presidente lembrou que, no caso das empresas que não foram citadas no processo, além da minuta, é necessário encaminhar cópia do acordo já firmado para que elas tenham conhecimento do mesmo, e, da mesma forma, solicitar a cópia do contrato social de cada uma delas; Márcia vai fazer o ofício para encaminhar a todas as empresas e órgãos públicos comunicando do resultado da campanha salarial e informando sobre a necessidade de cumpri-lo, bem como sob a carga horária especial do jornalista e a necessidade de se contratar jornalista com formação específica. Márcia também ficou responsável pela sistematização do acordo coletivo. JORNAL DO SINDJOR – Foi definido que o Sindjor produzirá um jornal para ser distribuído no final do mês de agosto. As seguintes pautas e seus respectivos responsáveis estão assim definidos: campanha salarial (Jonas), III Congresso Estadual de Jornalistas de Mato Grosso (Caio e Luana); festa junina (Carol), site (Priscila), seminário interno (Keka), sede (Téo), balanço financeiro/prestação de contas (Marcia), desconto em folha (Marcia), prêmio de jornalismo (Caio e Márcio Camilo), editorial – troca de gestão (Marcia), nota Auro ida (Téo), convênios (Priscila). O presidente lembrou que ainda é possível alterar as pautas. Ficou estabelecido que o deadline é o dia 15 de agosto. Foi levantada a hipótese de o Marcelo fazer a diagramação; o tamanho e formato sugeridos foram: 6 páginas A4, colorido, 2 mil unidades ou mil unidades; Márcia fará o orçamento em pelo menos quatro gráficas diferentes; foi aprovada a sugestão de pedir apoio para gráficas. ARRECADAÇÃO DE RECURSOS PARA A CONSTRUÇÃO DA SEDE: Téo e Márcia ficaram responsáveis para buscar informações junto à Sad sobre a assinatura do novo termo de concessão do terreno e sobre possíveis alterações no projeto; foi defino que será usado tapume nesse primeiro momento para cercar o terreno; Marcia ficou responsável de passar a lista de matérias para Luana buscar doações junto às empresas de material de construção; sobre o happy hour, foram sugeridos mais três bares: Bardo Edgar (Verdão), Casa da Mãe Joana (Bandeirantes) e Pump (Morada do Ouro); Priscila ficou responsável pela operacionalização do livro ouro, porém lembrou que precisa das regras aprovadas e de um ofício informando o objetivo do mesmo. CONVÊNIOS - O Sindjor-MT já possui convênio com as seguintes empresas: Unimed (solicitar a Edinalva um relatório sobre a situação desse convênio); Íntimus Moda Íntima; Terno e Cia e Dr. Marcos Dantas. Foi definido que a forma menos trabalhosa de identificar os sindicalizados em dia, para que eles possam usufruir dos convênios e parcerias, é a emissão de uma declaração pelo Sindjor-MT; esta declaração deve ser solicitada pelos sindicalizados interessados mensalmente. Marcia ficou responsável por fazer o texto para os convênios. Sem mais assuntos para tratar, o presidente encerrou a reunião e eu, Márcia Raquel, lavrei a presente ata.  

4 de out. de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 25/07/2011

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Ata da reunião do dia 25 de julho de 2011

Aos 25 dias do mês de julho de 2011 reuniram-se na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso o presidente da entidade, Teonas Meneses, diretores do Sindicato, jornalistas e estudantes, para reunião ordinária com as seguintes pautas: 1) Assassinato do jornalista Auro Ida; 2) Retomada do FEDC; 3) Livro Ouro/sede; 4) Dissídio coletivo; 5) Fiscalização das empresas; 6) Outras bandeiras que o Sindjor está apoiando. 
1) Assassinato do Auro. Teo explicou que, com relação à cobrança do Sindjor-MT e da OAB para a PF entrar no caso, a resposta sai amanhã (26). Na quinta (28), haverá outra reunião na OAB sobre isso, Téo e Carlos vão e Jonas da Silva chegará um pouco atrasado. O Sindjor encaminhou o seguinte: defenderá um seminário ou debate sobre jornalismo, violência e impunidade. Sindjor também vai propor que o sindicato e a OAB entrem no Fórum de Direitos Humanos e da Terra - Mato Grosso, ao invés de fundarem outro fórum contra a impunidade, já que o primeiro, já constituído, com militantes históricos, também atua nessa frente. Carlos Montondon defendeu um fórum específico contra a violência e a impunidade, puxado pelo Sindjor, mas foi convencido que seria difícil para a entidade arcar com essa responsabilidade. Caio deu a idéia do prêmio de jornalismo ser sobre violência e impunidade e levar o nome do Auro, ou lembrá-lo. A equipe (Caio, Márcio Camilo e não sei mais quem...) vai pensar a melhor forma.2) Reunião do FEDC- Keka e Caio explicaram que o Fórum está sendo retomado e puxado pelo Sindjor. Ambos tentaram mobilizar outras entidades e que a reunião de terça (26) já é a segunda, após longo período desarticulado. Pautas: ofício a ser protocolado no MPE e MPF (Ministériuo Público Eleitoral). Outra pauta: seminário para estudar sobre a mídia.3) Livro Ouro/sede - Carlos Montondon defende esquecer o livro ouro, ele é contra. Téo é a favor, com critérios, como veto aos ficha suja e para jornalistas. Priscila é a favor, desde que parlamentares e empregadores estejam fora dos colaboradores. Keka concordou com a Priscila. Téo ficou convencido que essa é a melhor forma. Caio propôs, também como saída para arrecadar recursos para a construção da sede, um happy hour semanal. Priscila vai ver no Clube de Esquina. Téo vai ver no Sesc e no Fundo de Quintal. Téo e Jonas vão ver também no boteco perto do Sindjor, Dom João, onde tem karaokê.4) Dissídio coletivo - Teo disse que pegou as assinaturas do DC, RDNews e Olhar Direto, que também fecharam acordo. Ele explicou que todas as empresas que quiserem assinar acordo podem e devem. Priscila, Jonas e Alcione ainda não pegaram as assinaturas, como haviam se comprometido. Teo pediu que façam isso até o final dessa semana. Priscila e Jonas, que estavam presentes, disseram que ok. Alcione justificou ausência. 5) Fiscalização das empresas. Teo informou que, conforme deliberado em reunião anterior, vamos esperar até o dia 18 de agosto, para iniciar trabalho de fiscalização das empresas para constatar se estão pagando o piso.6) Outras bandeiras que o Sindjor está apoiando. Jonas da Silva vai à Fiemt na quinta (28) representando o Sindjor-MT em evento sobre campanha contra o Trabalho Infantil. Além do Sindjor, em MT 11 categorias já apóiam a causa. Houve rápido debate sobre o assunto. Após manifestações contrárias ao TI, Carlos Montondon questionou esse entendimento e perguntou: crianças e adolescente não podem trabalhar, mas podem cometer crime? Téo sugeriu fazer esse debate outra hora. Sobre o encontro do Colegiado Nacional de Ouvidores, Keka vai representar o Sindjor. Caio informou que o Formad fará uma reunião com o senador Pedro Taques (PDT), sobre o Código Florestal. Jornalistas com afinidade pelo tema ambiental serão convidados a ajudar o Sindjor nessa representação. Sem mais considerações, o presidente Teonas Meneses encerrou a reunião e eu, Keka Werneck, diretora de Mobilização, lavro essa ata.

Ata da Reunião Ordinária de 11/07/2011

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Ata da reunião do dia 11 de julho de 2011

Aos onze dias do mês de julho de 2011, reuniram-se na sede do Sindjor-MT a tesoureira, Marcia Raquel de Oliveira, e o presidente, Téo Meneses para tratar das seguintes pautas: Dissídio coletivo - Reunião de reativação do Fórum Estadual de Democratização das Comunicações de Mato Grosso - Repasse das atividades encaminhadas no seminário administrativo – Outras. Porém, não havendo quórum suficiente para a realização da reunião, o presidente cancelou a mesma e eu, Marcia Raquel, lavrei a presente ata. 

5 de jul. de 2011

Ata da Reunião Ordinária de 27/06/2011

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Ata da Reunião Ordinária do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso.
Aos vinte e sete dias do mês de junho de dois mil e onze, reuniram-se, em Reunião Ordinária, às 19h30, na sede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), o presidente do Sindjor, Téo Meneses, a tesoureira, Márcia Raquel, a diretora de Mobilização, Keka Werneck, o diretor nacional junto à Fenaj, Jonas da Silva, e demais jornalistas para tratar das seguintes pautas: campanha salarial, arrecadação para a sede do Sindjor-MT e balanço da festa junina. Informes: Teo comunicou que, na terça-feira (28), acontecerá um fórum contra as Organizações Sociais de Saúde (OSS), no Sindicato dos Bancários. Jonas se comprometeu em participar do fórum. Jonas disse que vai fazer o texto de divulgação do livro de Nelson Severino. Keka lembrou da participação da professora Amanda Gurgel no evento da Andes, quarta-feira (29), no Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e disse que vai fazer uma entrevista com a professora. Jonas defendeu a necessidade de focar em alguns encaminhamentos feitos no seminário para o segundo semestre deste ano. Propôs também organizar uma assembleia popular para discutir temas sociais, pois percebe que a população de Cuiabá está desmobilizada. Keka sugeriu a reativação do fórum estadual pela democratização da mídia. Teo informou que o sindicato conseguiu fechar os primeiros convênios e parcerias com algumas lojas de roupa e que as empresas serão divulgadas no site do sindicato. Márcia Raquel falou a respeito da visita ao terreno com o arquiteto Fernando. Na avaliação do arquiteto o terreno é muito acidentado, o que implica em muitos gastos com aterro e mudança no projeto estrutural. Márcia Raquel sugere uma negociação com a Secretaria de Estado de Administração (SAD) para tentar reaver o terreno anterior. Teo também defende que o sindicato tem que lutar pelo primeiro terreno e os demais jornalistas concordam. Sobre a arrecadação para a sede: com a festa junina, o Sindjor-MT teve um lucro de aproximadamente R$ 2.900,00. Sobraram um pote de paçoca, torrones, bombons, cerca de seis caixas de cerveja em lata e pães de mel, os quais também serão vendidos para somar ao lucro da festa. Márcia Raquel vai tirar um extrato da conta bancária e também ficou responsável por fazer um ofício para as empresas de comunicação descontarem a mensalidade do sindicato na folha de pagamento dos jornalistas, com a devida autorização do profissional. Teo vai passar nas empresas para comunicar aos jornalistas, por meio de panfletos informativos, que os mesmos poderão optar pelo desconto em folha, sendo necessário apenas se dirigir ao RH da empresa e permitir a transação. Em relação à divida com a Fenaj, Márcia Raquel informou que a dívida foi revisada, com isso o valor caiu para R$ 300,00. Teo disse que Pacheco ofereceu o ar-condicionado que está na sala do sindicato por R$ 190,00. Ficou encaminhado que, antes de definir a compra, o Teo verificará com o Dr. Marcos se ele ainda vai doar o equipamento que tinha prometido. Caso a doação não seja confirmada, Márcia Raquel deverá negociar o valor solicitado por Pacheco. Festa Junina 2011: todos os presentes consideram que a festa foi muito boa. Márcia Raquel destaca que o sucesso do evento se deve, principalmente, ao empenho da equipe e à venda antecipada de ingressos, o que deu mais segurança. Ficou encaminhado que nas próximas festas também haverá venda antecipada de entradas. Priscila comunicou que o site do Sindjor está no ar e agora possui o domínio sindjormt.org.br. A página ainda deve passar por melhorias. Ficou decidido que: será realizado um evento para lançar a nova página do Sindjor-MT; que nas próxima reunião devem ser apresentadas propostas para o curso de especialização oferecido pela Fiemt e que o Teo vai encaminhar à Tiele, da Eletronorte, as reivindicações da campanha salarial de 2011. O presidente do Sindjor-MT, Téo Meneses, encerrou a reunião e eu, Caroline Surdi Lanhi, lavro a presente ata.