
O governo do Estado irá doar um terreno no Centro Político e Administrativo (CPA) ao Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) para a construção da sede própria da entidade. O apoio foi selado ontem, em reunião no gabinete do chefe do Estado, no Palácio Paiaguás. “É o quatro poder chegando ao CPA”, brinca Maggi.
Dentro de alguns dias será assinado um termo de cessão entre governo e o Sindjor, após a conclusão do processo de regularização da área. O terreno está localizado ao lado do Ministério Público Estadual (MPE) e em frente à sede da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB).
O sindicato opera hoje em uma sala alugada no bairro Santa Helena. Em caráter temporário, até a construção da nova sede, a entidade será transferida para a atual sede da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (Assof). A associação desocupará o prédio dentro de 30 dias e irá se instalar em imóvel localizado no bairro Verdão. Assim como o Sindjor, a Assof articula o projeto de construção de sede própria.
Diante da diretoria do Sindjor, Maggi ainda se prontificou em ajudar o sindicato na captação de recursos às obras. Como sugestão, ele recomendou a procura por parceiras com entidades como o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado (Crea) e contatos junto aos deputados estaduais pela viabilização de emendas parlamentares na cota de indicações de obras.
A presidente do Sindjor, Keka Werneck, destaca que a entidade irá organizar uma campanha para angariar fundos ao projeto. A construção da sede própria foi o principal tema da audiência com o chefe do Executivo estadual, realizada na tarde de ontem. Em outra abordagem, a diretoria do Sindjor reivindicou ao governador a realização de concurso público a profissionais da área, uma das bandeiras da atual gestão do sindicato.
De acordo com o governador, o lançamento de concurso está sendo analisado pelas Secretarias de Estado de Administração e de Comunicação Social, mas não há nenhuma data programada. Ele destaca que a futura realização da seleção atenderá às necessidades impostas pela reforma sistêmica implantada na máquina administrativa. A Lei que a regulamenta prevê a cota de 70% de funcionários de carreira nos órgãos da gestão estadual. (JS)
Fonte: Diário de Cuiabá
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